@cronistaesporte@DecaMengao Entendi seu ponto. Mas, acredito que o Zé Lucas seria uma excelente aposta a médio prazo pro elenco do Flamengo. Tendo em vista, que a "volancia" é de longe nossa posição com mais jogadores veteranos e com histórico de problemas físicos. Enfim, agora parece que já foi.
@cronistaesporte@DecaMengao Amigo, respeitando sua opinião sempre, mas esse pensamento de ser centroavante e meia, acho errado. Olha quanto o João Gomes que era volante nos rendeu de dinheiro com sua venda. Lógico que tem risco, pq é uma promessa. Mas, é um jogador que poderia se valorizar muito aqui tbm.
@lg_castello97@Euclides_flacrf Pra trazer ele pro sub 20, mesmo que por pouco tempo, seria melhor fazer a compra e deixar ele emprestado até o fim do ano ao próprio Sport. Todo mundo sairia ganhando. Até porque o atleta se manteria em nível competitivo entre os profissionais.
@Wansousa@lg_castello97 Concordo com o que disse, mas por essa lógica não seria melhor fazer a compra e deixar ele emprestado ao próprio Sport até o fim do ano, pra ele continuar em nível competitivo entre os profissionais? Essa de rebaixar ele ao sub20, me parece desconexão com a realidade....
Qual é a da onda de desmerecimento a Miroslav Klose por aqui? Meter gol é um tremendo ofício, o mais importante do jogo. Pergunte a Turquia e Equador.
Klose estar numa lista de goleadores em meio aos maiores nomes da história não é demérito para a história, é mérito para ele.
@marcosfleal Tem que ser o Andrew. Ele veio pra não ter acomodação na posição e o Rossi está claramente acomodado. Em tese também porque o reserva não joga nunca, ele falhando ou não.
O Rossi vai ficar falhando até quando sem cobrança da torcida? A Atuação dele hoje beira o inacreditável!! O Carrascal é papo de nunca mais vestir o manto sagrado!
Uma vergonha isso, jogo mais importante do país nos últimos anos num horário merda e fechado pro povão
Se fosse impossível colocar num horário bom, era caso de pelo menos liberar o sinal na GETV
Povão não pode ser excluído de assistir um jogo desses
Na esteira da mais recente encruzilhada em que se encontra o Campeonato Brasileiro de 2026, sobre adiar ou não os jogos da 18ª rodada das equipes que tiveram um número significativo de jogadores convocados para a Copa do Mundo FIFA, é preciso refletir: onde estamos errando e como iremos solucionar esses problemas?
Neste caso, o erro está muito claro. Numa competição de pontos corridos, em que todas as rodadas têm o mesmo peso na definição do campeão, não há isonomia nem paridade de forças quando uma equipe é obrigada a entrar em campo sem diversos jogadores, como é o caso de Flamengo e Palmeiras, exclusivamente porque estes atletas foram cedidos às suas seleções nacionais (quatro para o Brasil).
É preciso reconhecer os avanços da atual gestão da Confederação Brasileira de Futebol, que entre outras coisas buscou otimizar e ajustar o calendário para sanar problemas históricos, assim como a importância da Copa do Mundo para a CBF e para o país. Mas é justamente aí que reside o dilema. Quando a mesma entidade é responsável pela Seleção Brasileira e pelo principal campeonato nacional, alguém acaba prejudicado nesse conflito de interesses. Neste caso, novamente os maiores prejudicados são os clubes. Um contraste neste cenário é a UEFA, que defendeu seus filiados, a sua competição e conseguiu, junto à FIFA, liberação para que a final da Liga dos Campeões da Europa conte com seus astros em campo.
Quando equipes são obrigadas a jogar sem seus principais jogadores em razão de convocações, quem perde, acima de tudo, é o torcedor. Tanto o que paga ingresso quanto o que acompanha as transmissões. A qualidade do espetáculo fica comprometida, a integridade competitiva é afetada e o produto se desvaloriza, além de criar uma lógica inversa: as equipes que mais investem são justamente as mais penalizadas.
No passado, soluções paliativas da CBF buscaram amenizar esse problema recorrente, como a impossibilidade de uma equipe atuar caso cinco de seus jogadores fossem convocados. Outro exemplo ocorre atualmente, quando o Brasileirão realmente para durante Datas FIFA, mas retorna apenas dois dias depois. O Flamengo já precisou fretar aeronaves para trazer atletas que atuaram numa terça-feira à noite em outro continente e entraram em campo menos de 48 horas depois.
Essas medidas paliativas já não acompanham a realidade do futebol brasileiro. Enquanto os investimentos dos clubes aumentam, equipes brasileiras conseguem repatriar jogadores ainda no auge da forma física, manter talentos por mais tempo, estruturar departamentos multidisciplinares com profissionais de ponta e investir cada vez mais em Centros de Treinamento e infraestrutura. O futebol brasileiro evoluiu, e a gestão de suas competições precisa evoluir junto.
É mais do que urgente a criação de uma liga organizada no Brasil. A CBF é importante neste processo e deve participar ativamente dessa construção, mas entendendo que este é um movimento liderado pelas agremiações. Não há soluções fáceis para problemas complexos, mas o futuro passa por uma mudança de rota inadiável: o Campeonato Brasileiro precisa ser pensado e conduzido sob a ótica dos clubes, de seus atletas, de seus torcedores e de seus investidores e no fortalecimento do próprio produto.
Recordista de público como mandante e com ingressos esgotados no setor visitante em 100% dos jogos fora de casa até aqui, o Clube de Regatas do Flamengo e sua torcida levam o Campeonato Brasileiro muito a sério. É justamente por isso que o clube lamenta ser obrigado a entrar em campo desfalcado em razão das convocações para a Copa do Mundo, mesmo que as quedas precoces de Flamengo e Coritiba na Copa do Brasil permitissem encontrar uma solução jogando no dia 4/8/26, sem conflitar com Copa do Brasil. Quem estiver em campo fará de tudo para entregar um grande espetáculo, mas é inegável que ele já nasce comprometido para os mais de 45 milhões de torcedores apaixonados pelo clube.