@Misfit_bo@Gabriel34984776 Pelos testes que já vi, acredito que a ancestralidade holandesa seja maior que a de judeus e menor que as outras.
Também subestimam muito a ancestralidade italiana entre os nordestinos. É bem mais comum do que se pensa
Vou deixar um teste aqui de exemplo:
@Misfit_bo@Gabriel34984776 Entendo.
Mas a questão é que sua primeira frase está objetivamente incorreta, pelos motivos que apresentei.
A ancestralidade holandesa no nordeste existe, não é mito, somente é mais antiga do que a ocupação da Companhia das Índias Ocidentais.
@Gabriel34984776 A ancestralidade portuguesa é maior e dominante. Isso é um fato.
Porém, a ancestralidade holandesa também existe e é, em alguns casos, tão expressiva quanto a ancestralidade ameríndia.
@Misfit_bo@Gabriel34984776 Isso não é verdade.
Muitos nordestinos são descendentes de holandeses, mas é uma descendência mais antiga, proveniente de nomes como Arnau de Holanda e Kaspar Van der Ley, e não dos tempos de Nassau, que também deve existir, mas em muito menor proporção.
"Estuda isto", asno, para entender que a inserção dos africanos/indígenas na sociedade proto-brasileira, desde os primórdios da colonização, além do processo de miscigenação, circunscreveu possíveis crioulos e pidgins a comunidades reclusas.
https://t.co/ukohxnkSkS
@DestroyerTTp@questiona_te Que estuda história sabe que o crioulo afro-indígena que se fala/escreve no brásiu tem cada vez menos ligação e proximidade com o português quinhentista de Pedro Álvares Cabral, que segue um continuum até ao português contemporâneo de Portugal.
Estuda isto então.
@Deligtsubs João* Lopes de Camargo era brasileiro de origem espanhola. O espanhol mesmo é o bisavô de João, Juseph Ortiz de Camargo, nascido em Burgos e chegado ao Brasil em 1594, aos 21 anos.
Aparentemente, o pai do Zezé é/era meu primo em 16° grau.