Remunerada nos Estados Unidos, a doação de plasma virou alternativa para complementar renda — e já atinge até a classe média, mostra o New York Times. https://t.co/Zlrb3auW4T #g1
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🚨URGENTE - Sessão do Tribunal do Júri em Cuiabá é suspensa após a juíza dizer “que se dane a OAB” e mandar retirar os advogados do local
“Que se dane uai. Vocês estão aí só levantando OAB, OAB, OAB.”
Há um princípio no Direito que diz que a Lei deve ser abstrata, ou seja, não se pode criar Lei para decidir sobre caso concreto. Como este Congresso é golpista, estão subvertendo a Lei e a Justiça.
Criar uma Lei APENAS para inocentar ou atenuar penas já imputadas é um acinte.
BRASÍLIA - O corregedor Nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, aprovou na última sexta-feira, 12, em um expediente sigiloso, o pagamento retroativo de um penduricalho que se aproxima de R$ 1 bilhão aos magistrados, incluindo aposentados e exonerados, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). A decisão de Campbell valida a decisão da Corte paranaense de converter em dinheiro a licença compensatória dos juízes e magistrados da instituição.
Brasil: o país dos privilégios.
Via: Estadão
🇧🇷 A Universidade de São Paulo (USP) anunciou o projeto PocketFab, uma iniciativa ousada que promete consolidar o Brasil como um produtor de chips avançados.
A USP acabou de lançar a primeira fábrica de semicondutores portátil e modular do mundo. Chamada de PocketFab, a iniciativa transforma o jeito como pensamos a produção de chips.
Em vez das megafábricas tradicionais (que custam bilhões, consomem rios de água e energia e ficam concentradas em poucos países), a USP criou uma linha de produção compacta, reconfigurável e acessível. Ela reúne em módulos tudo o que uma fábrica grande faz: desde desenhar circuitos minúsculos em placas de silício (com litografia e metalização) até montar os chips finais, inclusive com a técnica moderna de chiplets (juntar vários chips menores em um pacote mais potente).
O grande diferencial é a proximidade: universidades, startups e empresas podem testar ideias, produzir protótipos e até lotes pequenos sem precisar de investimentos absurdos. A capacidade inicial é de cerca de 20 wafers por dia (cada wafer gera milhares de chips, dependendo do projeto), o suficiente para pesquisa, desenvolvimento de IA, sensores inteligentes, dispositivos médicos e aplicações industriais.
Além disso, a PocketFab foi pensada para o futuro do planeta: consome menos energia, menos água, menos químicos e ocupa áreas menores de salas limpas.
A ideia é abrir caminho para “chips verdes” certificados, alinhando tecnologia de ponta com responsabilidade ambiental. No contexto brasileiro, isso é estratégico. Depois da pandemia que expôs a fragilidade das cadeias globais de semicondutores e do esvaziamento do setor no país, a PocketFab surge como um passo concreto para reconstruir a capacidade nacional, formar talentos e reduzir a dependência externa — tudo integrado ao ecossistema de inovação da USP, Fiesp e Senai.
Vale lembrar que o Brasil já tem uma pioneira nessa área: a CEITEC, única fábrica front-end de semicondutores da América Latina, sediada em Porto Alegre. Após quase ser extinta no governo Bolsonaro, ela foi revitalizada a partir de 2023, com investimentos federais na casa dos centenas de milhões para focar em chips de potência (como os de carbeto de silício, ideais para energia renovável e veículos elétricos). Hoje, a CEITEC registra receitas crescentes, fecha parcerias internacionais e volta a produzir em escala — prova de que, com visão estratégica, conseguimos manter e ampliar nossa capacidade nacional.
A PocketFab da USP vem exatamente para complementar isso: enquanto a CEITEC avança na produção industrial de nichos específicos, a fábrica portátil abre portas para inovação rápida, protótipos e formação de talentos em todo o país, democratizando o acesso à tecnologia de chips.
É o tipo de projeto que coloca o Brasil de volta no mapa da microeletrônica mundial, de forma inteligente e sustentável.
O juiz federal Eduardo Appio, da 18ª Vara de Curitiba, foi filmado furtando três garrafas de champanhe em um supermercado de Blumenau (SC). O juiz foi suspenso e é alvo de processo administrativo disciplinar do TRF-4. Uma das garrafas furtadas estava à venda no valor de R$ 399. Segundo o G1, o juiz repetiu a ação em setembro e em outubro. Em 2023, Appio atuou nos processos da Lava Jato.
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