O bolsonarista Ciro Nogueira é acusado de receber mesada de até 500 mil reais.
O bolsonarista Nikolas chama Vorcaro de ‘lindão’, teria voos pagos pelo dono do ‘banco do Dani’.
Flávio bolsonaro pediu 60 milhões de reais para ‘um filme’.
O bolsonarista Tarcísio e Jair receberam dali a maior doação da campanha eleitoral.
O ex-ministro bolsonarista Fábio fazia a interlocução junto ao supremo.
Adivinhem de quem a mídia corporativa pede renúncia, cassação ou afastamento?
Do juiz do STF e do diretor da polícia.
É uma indigência (e cumplicidade) editorial.
Que fala maravilhosa da jornalista Juliana Dal Piva, que desmascarou Nikolas Ferreira mostrando as mensagens íntimas dele com o bandido do Vorcaro.
💬"O deputado federal Nikolas Ferreira se comportou, como um capacho do banqueiro Daniel Vorcaro e obedecendo ordens".
Se não fosse o trabalho do jornalismo independente, estaríamos até agora afogados nos vazamentos seletivos do gabinete do André Mendonça e nos seus despachos, sem lembrar que Vorcaro é de direita, financiou o filme de Jair Bolsonaro e os voos do Nikolas Ferreira enquanto encontrava o ministro ilibado para agendas até então ocultas.
Não dá mais para consumir só informações da mídia mainstream, que recorta a realidade como o mercado e os amigos determinam.
Rogério Marinho (PL-RN), senador e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, cometeu um ato falho na votação que aprovou o fim da escala 6x1 na CCJ!
"O nosso projeto não é projeto de trabalhador não", disse ele.
Finalmente assumiram! Hahahahaha
A queda da rede de desinformação dirigida por Fernando Cerimedo destapou um mundo de sujeiras e tramas que a extrema direita havia montado em vários países.
A tentativa de assassinato contra a mulher de Cerimedo, orquestrada por uma quadrilha aliciada por ele, deu-se porque ela (grávida de 4 meses) resolveu contar o que o argentino fazia.
Solidamente documentado, o objetivo do assassinato era queimar o arquivo de toda a trama digital que Cerimedo comandava.
Ela era o perigo e precisaria ser eliminada, segundo eles, para não correr o risco da descoberta da manipulação digital.
Com "granjas" de tuítes, mantinha campanhas de apoio a aliados e destruição de inimigos, com disparos de fakes de toda espécie.
Milei, na Argentina, era uma figura ímpar.
Qualquer ato seu tinha milhões de aplausos.
O mesmo ocorria no Chile, Bolívia, Colômbia ou México.
No Brasil, mantinham estreitas relações com o bolsonarismo e apoiavam todas as suas campanhas.
O pior, para a mulher de Cerimedo (que tentaram matar), foi a revelação, ao Ministério Público da Bolívia, do esquema de financiamento de tudo o que fazia com dinheiro vindo do narcotráfico.
A mulher entregou todo o esquema de entrega de drogas, feito por aviões, organizado e dirigido por Cerimedo.
A suspeita de que a quadrilha era vinculada à CIA e apoiada por empresários da Flórida e do México já era comumente citada.
O pior foi saber que a trama digital tem a grana do narcotráfico e o envolvimento tão grande do capo Cerimedo.
A queda do esquema digital já produz resultados visíveis: as publicações de Milei, que tinham 1 milhão de apoios, caíram para 2 mil, restando apenas críticas.
A mesma alteração ocorre no Chile, Bolívia e México.
No Brasil, ainda não sabemos qual o impacto na campanha eleitoral, mas não resta dúvida de que o "esquema Cerimedo" não ficaria de fora, até pela proximidade com os filhos de Bolsonaro.
No Brasil, essa questão ainda está com publicações restritas.
Já na Argentina, todos os grandes órgãos de mídia entraram no assunto.
A verdade é que, mais cedo ou mais tarde, a queda da trama de desinformação digital comandada por Cerimedo ganhará grande destaque.
Normalmente vemos lideranças do agronegócio criticarem o presidente Lula e elogiarem o bolsonarismo.
Especialmente os cantores desse sertanejo, que não é sertanejo, falam da defesa da família e elogiam o ex-presidente.
Pura hipocrisia e desconhecimento.
Há lideranças do Agro que defendem Lula e há, também, lideranças que o atacam.
O Agro deve tudo ao presidente Lula, e sua adesão ao bolsonarismo é por identidade cultural, não econômica.
A história do Agro é uma grande vitória para a esquerda.
Tudo começa ainda no governo FHC, quando o país criou o Plano Real e o Agro, sem a inflação, entrou em grave crise.
FHC promoveu muitas medidas pelo Agro, mas a situação só foi se agravando.
Foi no governo Lula 1 que começou a revolução no campo.
Era ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, que foi ao presidente e disse que o Agro estava quebrado e que o Banco do Brasil se tornaria o maior proprietário de terras, já que os fazendeiros não tinham como pagar as dívidas bancárias.
Disse que o país precisava de um plano para salvar a agricultura, que caminhava para a falência.
E, para qualquer plano, o governo precisa colocar dinheiro.
O Ministério da Fazenda, dirigido por Palocci, era inteiramente contra a ajuda aos fazendeiros.
Roberto Rodrigues conseguiu convencer Lula, e assim nasceu o chamado Plano Safra.
O governo perdoava dívidas, parcelava outras, retirava juros etc. E salvava as fazendas de serem executadas pelo Banco do Brasil.
Lula concordou, mas havia mais. O presidente incluiu a agricultura familiar nos Planos.
Isso era uma parte que acertava o passado, mas, como dizia Roberto Rodrigues, tinha que preparar o futuro.
Aí apareceu subsídio para tudo: seguro rural, compra de máquinas, sementes, adubos etc.
E tudo com juros baixos, muito abaixo do mercado.
Nasceu aí, no Lula 1, o Plano Safra que resolveu o passado e "adubou" o futuro.
Com isso, e com a Embrapa apoiando tudo, nasceu a revolução no campo.
O Agro se modernizou, deu um salto na produção e ganhou mercado no mundo todo.
O único retrocesso no Agro foi no governo Bolsonaro, quando o país fechou fábricas de fertilizantes na péssima gestão da senadora Teresa Cristina.
Só agora, no Lula 3, o país volta a investir em fábricas de fertilizantes que foram fechadas no governo Bolsonaro.
Neste governo Lula, o Plano Safra cada vez tem mais dinheiro, subsídios para tudo, além de iniciar um programa de transformar pasto em áreas de plantio de grãos.
Então, por que há lideranças do Agro que apoiam Bolsonaro ?
Há uma parte do Agro — atrasada — que não gosta de Lula porque ele não apoia invasão de terras indígenas, grilagem ou mineração ilegal.
O grande Agro, moderno e produtivo, apoia Lula, mas a área do atraso tem vínculo cultural com o bolsonarismo. E são barulhentas.
Invasão de terras indígenas, grilagem e garimpo ilegal é o que divide.
Lula deveria receber todos os aplausos do Agro, porque foi ele que fez essa revolução no campo.
Mas o bolsonarismo explora a história de invasão de fazendas (que não existe) e elogia invasão de terras indígenas, grilagem e garimpos.
A identificação do Agro com uma parcela do bolsonarismo não é econômica.
É cultural, como comprovam esses cantores bregas que poluem estes campos.
Meu Deus! O Augusto Cury surtou depois de ser desmascarado pela Malu Gaspar, que jogou na cara dele que ele vive num mundo de fantasias.
“Uma coisa é a sua proposta, o seu livro de autoajuda. Outra é o mundo real.”
Para você que gostou do Renan na entrevista do JN: talvez seja hora de prestar atenção não apenas no que esse rapaz disse, mas no discurso que sustenta suas falas, porque discursos não são neutros; eles carregam visões de mundo, estabelecem o que pode ser considerado aceitável e ajudam a definir quais vidas merecem reconhecimento, proteção e direitos. Quando um discurso parte, ainda que implicitamente, da convicção de que alguns seres humanos valem menos do que outros, cria-se o terreno para que a supressão de direitos civis pareça justificável, a violência contra determinados grupos encontre explicações aparentemente razoáveis e, no limite, até políticas de extermínio sejam normalizadas. É assim que o totalitarismo ganha espaço: não necessariamente anunciando a barbárie como barbárie, mas construindo discursos nos quais ela, pouco a pouco, passa a parecer razoável. Portanto, a questão não é apenas saber se a entrevista foi “boa” ou “coerente”, mas perguntar: com que discurso ela é coerente e que tipo de sociedade esse discurso ajuda a legitimar?
O sujeito tinha um matador de aluguel à sua disposição.
O sujeito comprou uma mansão com valor declarado de 6 milhões sem lastro financeiro.
O sujeito foi flagrado pegando grana de um banqueiro criminoso e foi ao seu encontro depois dele já ter sido preso.
O sujeito meteu a mão no dinheiro dos seus funcionários fantasmas.
Isso não é versão, nem opinião. SÃO FATOS. ISSO É PÚBLICO!
INVESTIGUEM FLÁVIO BOLSONARO
A equipe do presidente Lula avalia que nunca ficou tão claro que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, quer evitar a reeleição do petista. A convicção foi reforçada depois que o departamento chefiado por Rubio divulgou vídeo dizendo que o domínio dos Estados Unidos em toda a América "nunca mais será questionado", citando intervenções do governo americano na região, como a ação contra o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Hoje, na avaliação desses interlocutores do governo Lula, o principal adversário dos americanos nesse tabuleiro é a China (G1)
Trump não está agindo à revelia das instituições norte-americanas. Se ele está fazendo o que está fazendo e ninguém tenta pará-lo é porque conta com apoio substancial do establishment dos EUA. Incluindo a complacência dos democratas.
É o teatrinho de sempre. Um lado faz o trabalho sujo, o outro finge três segundos de indignação, solta uma notinha de repúdio, aí pega o balde de pipoca e fica assistindo. Garanto que 90% ou mais da bagunça que ele tá criando vai ser mantida pelo próximo presidente democrata.
Não adianta fingir que o problema ali é Trump. O país é que é podre. Trump é só uma pereba pustulenta, como tantas outras que já vieram e ainda virão.
Eu digo, insisto e repito: a última vez que a (frágil) democracia brasileira foi ameaçada dessa forma pelos EUA, terminamos sob uma Ditadura Militar. O que parte da imprensa trata como um mero "entrevero diplomático e comercial" já é, sim, uma tentativa de golpe.
Ao menos três colegas jornalistas me relataram a mesma cena: agentes e funcionários do Consulado dos EUA em São Paulo circulavam pelo congresso anual da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo no último final de semana. Sua missão: aliciar jornalistas para conversas sobre o processo eleitoral brasileiro e a situação da “liberdade de expressão” no país. A Abraji não participou das investidas, que foram feitas de modo “independente” pelos agentes consulares.
Dois jornalistas me relataram que receberam propostas de facilitação para vistos nos EUA, caso necessitassem. Os vistos não seriam para as conversas com os funcionários do consulado – marcadas para São Paulo – mas como um gesto de boa vontade na aproximação.
A movimentação do Consulado dos EUA em São Paulo se intensifica com as disputas entre Brasil e EUA em relação às eleições. Recentemente, três enviados dos EUA ao Brasil tiveram seus vistos negados. Em retaliação, o Governo Trump revogou o visto da embaixadora do Brasil nos EUA.
Na semana passada, eu denunciei em primeira mão que o o Consulado dos EUA em São Paulo estava sendo usado para se reunir com influenciadores de direita no Brasil, também com o briefing sobre eleições. (por Leandro Demori)