Eu estive lá. Eu vi a dor com meus próprios olhos. Em novembro de 2024, eu pisei em solo ucraniano e o que encontrei foi o rastro de um líder sanguinário que não poupa mulheres, idosos e, o que mais dói no meu coração de mãe: as nossas crianças.
Vi mães gritando por seus filhos e crianças que, ao retornarem, não reconheciam suas próprias famílias devido à lavagem cerebral cruel que sofreram. Onde estão os pequenos que foram levados há quatro anos? Qual o destino dessas vidas inocentes?
Dói ver o governo do meu país se abster na ONU diante de tamanha atrocidade. Que vergonha! Mas eu quero dizer ao mundo e ao povo da Ucrânia: essa omissão NÃO representa a nação brasileira. Nós somos um povo que ama a liberdade, que protege a família e que clama por paz e glória para a Ucrânia.
Serei a voz das crianças órfãs, das viúvas e dos mutilados por essa guerra injusta.