𝐉𝐔𝐍𝐓𝐎𝐒, 𝐃𝐄𝐍𝐓𝐑𝐎 𝐄 𝐅𝐎𝐑𝐀 𝐃𝐄 𝐂𝐀𝐌𝐏𝐎! 🇦🇹✊
Se você comprou ingresso para o clássico deste sábado (30), na Ilha do Retiro, guarde o comprovante de compra e o seu ingresso.
O Náutico irá ressarcir a diferença referente à cobrança indevida, no valor de R$ 30, praticada pela diretoria do Sport. O benefício será concedido na partida contra o Fortaleza, no dia 09 de junho.
Ao longo da semana, o Clube divulgará todos os detalhes da ação.
Vamos juntos com humildade, convicção e coragem!
O conselheiro do Náutico que não for a favor de destinar o residual do dinheiro da Arena para o futebol jogará contra o clube.
O jogo foi grande, com um resultado gigante, e os adversários vão olhar diferente para o time. Mas a janela de julho será determinante. Tem que investir
👀 Dá pra confiar na IA? - Cientistas inventaram uma doença que não existe. E a inteligência artificial agiu como se ela fosse real. Poderia muito bem ser um episódio de "Black Mirror". Mas aconteceu de verdade.
Em 2024, a pesquisadora Almira Osmanovic Thunström decidiu testar uma coisinha. Junto de seu time na Universidade de Gotemburgo, na Suécia, ela criou uma doença chamada 'bixonimania'.
Produziu dois estudos falsos descrevendo a condição. E publicou em um servidor de preprints — como são chamadas as publicações que ainda não foram revisadas por pares.
No formato de artigo científico. Assinado por um pesquisador fictício, cuja fotografia também foi criada usando IA. E que trabalhava numa universidade que não existe. Em uma cidade igualmente falsa.
Os pesquisadores até anexaram imagens da doença — também produzidas por IA, claro.
➡️ O objetivo era entender se Modelos de Linguagem de Larga Escala (LLM) usariam esses artigos falsos como base para respostas. Bastaram algumas semanas para usuários começarem a receber desses chatbots o diagnóstico de bixonimania — descrita pelo Gemini como “uma condição causada por excesso de luz azul”.
Mas não foi só ele. ChatGPT, Copilot e Perplexity também caíram na pegadinha. Dois anos depois, algumas versões desses serviços começaram a levantar suspeitas sobre a credibilidade dos estudos.
Mas o pior foi que esses artigos falsos do experimento começaram a ser citados em estudos revisados por pares publicados em revistas científicas sérias, como a Cureus, da mesma editora da Nature.
Tanto os artigos falsos como aquele que cita os artigos falsos foram despublicados. Mas não tem como apagar o efeito do experimento. Que nos deu ainda mais motivos para desconfiar não só da credibilidade dos chatbots, mas também de pesquisadores que se utilizam deles na produção acadêmica sem o mínimo de leitura crítica.
Saiba mais no #g1.
🎥 Deutsche Welle
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