Está tudo muito louco, as pessoas não tem mais compaixão não conseguem se por no lugar das outras, os inocentes presos são meros detalhes. Se não sou eu que sofro tudo bem e pior que as vezes mesmo coma conciencia batendo o cara ainda faz tudo pra justificar seu erro, até escreve um livro.
🚨POUCAS PESSOAS neste país são tão HONRADAS quanto FILIPE MARTINS!
"Não delatei, não irei delatar, porque não há o que delatar. Eu prefiro sofrer uma injustiça do que ser injusto com outra pessoa. Eu não respondo apenas à minha consciência, eu respondo também a DEUS".
HERÓI!
@MartaKuhn10@allanconta5 O pecado, o pecado é o responsável pelo mau no mundo e não Deus. Deus pra ser Deus precisa ser bom, não só bom, infinitamente bom, se não não teria como ser Deus. Pesquise sobre o problema do mau, comece com C.S.Lewis. Querendo sinceramente a verdade a encontrará.
Que isso gente? Realmente o mundo está complicado, o que seus posicionamentos políticos ou crenças tem haver com o nosso não querer o melhor pra ele? Isso fala sobre nos e não sobre ele. Q Deus tenha misericórdia de seus pecados e que ele receba a graça da conversão e eterna glória
@schmittpaula Você já pensou que pode estar enganada ? Ou você realmente se acha a dona da razão ? Pq a direita que não quer ser dividida é a direita que esfaqueia o maior nome da direita sempre que pode.
@angela_car12323@Rconstantino Faz tempo que havia me cansado da voz do inconstatinho, desde quando ele disse que debate não lhe fazia bem, sempre foi frouxo, mas orar devemos orar até pelos inimigos isso é o evangelho. Dito isso veremos Flávio 22.
@Rconstantino Em 24 Jair Bolsonaro já avisou Ricardo Salles: você pode até sair candidato ao Senado, MAS COM O MEU APOIO NÃO!!!
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Esses dias aconteceram alguns episódios nos Estados Unidos em relação ao Anthony Fauci.
Sei que esse assunto ainda pode ser dolorido para muita gente. Todos perdemos alguém ou conhecemos alguém que perdeu. A dor foi intensa. Muitos ainda não superaram, mas a maioria ressignificou a dor por ideologia política. O ódio substituiu a dor, e a ciência passou a ser inquestionável, o que é um paradoxo.
Quando os médicos argumentavam, e muito bem argumentado, como bons médicos que eram, seus argumentos, apenas por terem saído de suas bocas, imediatamente adquiriam força de experimento. Mais tarde, quando outros médicos, diante dos fatos e dos casos reais do dia a dia, passaram a argumentar de forma contrária, foram imediatamente rechaçados.
Quando a ciência virou tese? E quando a tese deixou de precisar do experimento?
Foi exatamente isso que aconteceu. Eu vi pessoas que, se encontrassem um médico ou um político contrário ao isolamento de crianças, ao fechamento das escolas, ao uso de máscaras ou que simplesmente desconfiasse da aprovação extraordinariamente rápida das vacinas, seriam capazes de desejar sua morte. Eu vi gente que, tomada pela dor, passou a odiar e a influenciar crianças a odiarem, culpando alguém pela morte de uma pessoa amada apenas por defender o uso da ivermectina ou de outros medicamentos.
Enfim, outro fenômeno ganhou força. Não é um fenômeno novo; foi abordado por muitos pensadores. Gustavo Corção levantou muito bem esse tema: quando a opinião tomou o lugar da inteligência, e a realidade, ou a verdade, passou a ser coisa secundária, deixou de ter tanta importância.
Parece que passamos a viver na Lua de Cristal, onde tudo pode ser, basta acreditar.
E assim seguimos: feridos, desfalcados, crianças prejudicadas social e intelectualmente, e o mundo mudou.
Mas nós, ainda distantes da verdade, ainda anestesiados pela vontade, temos medo de olhar para o espelho e nos vermos sem a razão estampada em nossa cara. Em vez de darmos as mãos à verdade, seguimos sendo injustos com os que gritavam solitários, com uma lanterna na mão, enxergando pouco, mas tentando iluminar o caminho. Enquanto isso, nós estávamos apenas acuados e com medo.
@grokmedieval@Metropoles@MyHoodbr De que adianta? Sempre vão existir idiotas, a questão é que a mentalidade de nossa “elite” é manter os idiotas mais idiotas, é difícil conseguir sabedoria só a custa de muito sacrifício, agora o mau é facinho, nós temos uma inclinação para isso. O que posso fazer é cuidar de mim.
Ao ler, na oração pelos infiéis, a expressão “com desdouro do vosso nome o inferno se enche dessas almas”, fui levado a contemplar o que significa esse “desdouro”. Embora a palavra signifique desonra, afronta ou perda de honra, parece-me que ela aponta para algo ainda mais profundo.
Na Sagrada Escritura, quando Deus revela o seu nome a Moisés, responde: “Eu Sou Aquele que Sou” (Ex 3,14). Não se trata apenas de um nome entre outros, mas da revelação do próprio ser de Deus. Ele é o Ser por essência; tudo o mais existe porque participa do seu ser. Somente Deus é no sentido pleno e absoluto.
A partir dessa contemplação, ocorreu-me que todo pecado contém, de algum modo, uma negação desse Nome. Não necessariamente uma negação intelectual, como a do ateu que afirma que Deus não existe, mas uma negação prática. Sempre que escolho qualquer criatura acima do Criador, ajo como se Deus não fosse quem Ele é. Vivo como se Ele não fosse o Bem supremo, como se não fosse digno de todo amor, de toda obediência e de toda adoração.
Recordo-me do testemunho de conversão de um antigo ateu. Ele dizia que, no momento em que compreendeu racionalmente a existência de Deus — o Criador de todas as coisas, Aquele que não foi criado, eterno, fora do tempo e do espaço — percebeu que tudo mudava. Se Deus é realmente quem diz ser, então tudo o que possuímos foi gratuitamente recebido d’Ele. Não somos proprietários de nada: a existência, a inteligência, a liberdade e até a possibilidade de amá-Lo são dons seus. E, apesar de nossa constante infidelidade, Ele continua a nos amar com um amor radical, oferecendo-nos incessantemente a possibilidade da salvação.
Foi então que compreendi melhor que a fé não consiste apenas em admitir que Deus existe. Como lembra São Tiago, até os demônios creem nisso e estremecem (Tg 2,19). A fé salvadora é acolher quem Deus é. É reconhecer sua soberania, sua bondade, sua santidade e ordenar toda a vida a partir dessa verdade. Crer que Deus é “Aquele que É” implica glorificá-Lo, amá-Lo acima de todas as coisas, buscá-Lo com toda a força da alma e prestar-Lhe a reverência que somente a Ele é devida.
Sendo assim, o pecado é sempre uma mentira existencial. Não altera quem Deus é, pois sua glória é imutável, mas obscurece essa verdade em nossa própria vida. Cada pecado diz, com os atos, aquilo que os lábios talvez jamais ousassem dizer: “Deus não basta”; “Deus não é o meu bem supremo”; “há algo mais digno de ser amado”. É uma recusa prática da verdade do Nome revelado.
Talvez seja esse um dos sentidos mais profundos do desdouro do nome de Deus: não que o homem possa diminuir a glória divina em si mesma, o que é impossível, mas que pode recusar reconhecê-la, deixando de refletir em sua vida a verdade de quem Deus é. O inimigo trabalha precisamente nessa direção: fazer-nos viver como se Deus fosse menos do que realmente é. A vida espiritual, ao contrário, consiste em permitir que toda a nossa existência proclame, por palavras e obras, a verdade eterna daquele que simplesmente é.
A arte de uma época, em grande medida, reflete o povo que a produz e também o povo que a consome. Basta perguntar: o que consumimos? Qual é a nossa capacidade intelectual e espiritual para absorver conteúdos mais complexos?
Talvez seja por isso que tantos bons projetos morram ainda na planta: falta público disposto a acolhê-los. E, em boa parte, a responsabilidade é nossa. As pessoas leem cada vez menos. Se um áudio tem mais de um minuto, muitos sequer o escutam. Tornamo-nos rasos como um pires, porque em trinta segundos não é possível aprofundar quase nada.
Outro problema é a tendência de cancelar ideias contrárias ao chamado “consenso social”. O confronto de ideias é indispensável. Quando alguém questiona aquilo em que acredito, sou obrigado a examinar meus argumentos e a refletir sobre minhas convicções. Se estiver certo, minha convicção se fortalece e ganho novos argumentos; se estiver errado, tenho a oportunidade de corrigir meu pensamento. Mas, quando esse espaço deixa de existir, nossas ideias tornam-se frágeis, porque nunca são colocadas à prova.
É por isso que somente o humilde aprende. Ninguém cresce sem confrontar a si mesmo. Se acreditarmos que já estamos altos o suficiente, não subiremos sequer mais um degrau.
Não sei até onde essa realidade nos levará. Ainda assim, acredito que muitas vezes é somente depois de tocar o fundo do poço que encontramos forças para nos reerguer. Talvez precisemos voltar a olhar para o céu, enxergar a luz no fim do túnel e lutar para vencer a preguiça intelectual e espiritual que caracteriza o nosso tempo.