Escrevam, Lula acabou e terminará sua história política da forma mais adequada possível a alguém como ele: afundando em esquemas de corrupção, visto como mentiroso, amigo de ditadores e protetor de bandidos. O que de fato ele sempre foi.
Agora eles começam a dizer em voz alta aquilo que durante anos foi proibido de ser dito. Nas ruas da Austrália, cidadãos enfrentam a mídia estatal e acusam diretamente o que chamam de cartel da Covid. Não falam em teoria, falam em experiência. Dizem que confiaram. Dizem que obedeceram. Dizem que tomaram as injeções porque lhes disseram que era seguro, que era eficaz, que era necessário para proteger a sociedade.
E agora dizem outra coisa. Dizem que seus amigos estão morrendo.
Cartazes nas mãos, revolta na voz e uma pergunta que ecoa nas ruas. Quem vai responder pelas mentiras repetidas durante anos? A ABC empurrou a narrativa. A grande mídia repetiu a propaganda. Especialistas de televisão garantiram segurança absoluta para algo que sequer teve tempo de provar o que era.
“A ABC insistiu no jab”
“A mídia mentiu… e continua mentindo”
“Retirar injeções de mRNA”
“A vacina contra a Covid-19 não é segura nem eficaz”
Agora a confiança virou suspeita. O discurso oficial virou desconfiança pública. E a pergunta que antes era censurada começa a se tornar inevitável.
Se tudo era tão seguro, por que tantos estão começando a perguntar o que realmente aconteceu?
A verdade tem uma característica incômoda para quem construiu mentiras. Ela demora, mas sempre aparece. E quando aparece, não pede licença.
Parabéns esquerda brasileira. Parabéns, Lula! Parabéns, PSOL, parabéns PT
As mulheres agradecem a vergonha que vocês fazem a gente passar 👍
A esquerda odeia as mães e a maternidade.
O grandioso Lincoln Gakiya, promotor de justiça, que combate o PCC em SP, foi procurado pelo governo americano. Segundo ele, apesar de ter apresentado a legislação brasileira aos seus interlocutores foi informado de que os USA não “levariam em conta a opinião do governo brasileiro sobre os Estados Unidos classificar ou não o PCC como organização terrorista”.
Trata-se de um ato interna corporis.