lidar com o fim das coisas, das pessoas, dos rituais, das relações me parece a coisa mais doída, profunda e complexa da minha existência. nunca vou aprender. nenhum luto me preparará pro próximo!!!
Essa história da Pernambucanas é muito boa. Uma época eu li sobre e fiquei de cara.
A dona sofreu um AVC e tá em estado vegetativo até hoje. Aí a governanta entrou na justiça querendo reconhecer União estável.
Vou ver a série.
Elena Ferrante escreve sobre vivências femininas como poucas conseguem, ele dizer que as obras dela são “romance para adolescentes” diz muito sobre ele. Tudo que é sobre mulheres e para mulheres é lido pelos homens como bobeira, diminuído a isso aí, portanto, não me surpreendo.
Sou uma pessoa triste, não consigo enxergar o mundo com tanta leveza, não acredito q a vida seja assim, inclusive, não tem vida leve. E eu prefiro mil vezes ser assim do que ser boba alegre, é uma dicotomia, sou feliz por ser triste, porque é na tristeza que eu enxergo a verdade
tenho uma amiga de brasilia que trabalha pra uma empresa de são paulo e deixou todos os paulistanos gags numa reunião no teams ao pedir pra eles não a chamarem mais de “mah” porque ela não tinha intimidade com ngm ali
Uma vez eu tava de romance com um guri e minha amiga percebendo que tava ficando muito sério chegou pra conversar comigo e falou “amigo, eu te amo e por isso eu preciso te avisar que ele é muito feio”