Sometimes when you visit a ground you can just feel football absolutely embedded within its stands, Porto is one of those that typifies that, you can just feel the heritage in the ground and the area.
Já era para escrever isto há algum tempo e hoje parece mesmo o dia certo.
Muito se fala do Sporting jogar um futebol superior em termos criativos, mais ofensivo e que cria mais oportunidades. Verdade? Sim.
Avançando, tal como já referi várias vezes, o processo ofensivo (ao contrário do processo defensivo), depende muitíssimo da qualidade individual dos jogadores e das suas próprias características (isto não sou eu a supor, está comprovado).
Comparando o trio ofensivo dos 3 grandes, ora vejamos:
- Oskar: bastante jovem e irregular apesar do grande impacto. Schjelderup neste momento acima e Pote neste momento bem superior (Borja é melhor nem falar).
- Moffi/Deniz: rendimento baixíssimo de ambos neste momento. Pavlidis a léguas de ambos e Suarez a anos-luz não só em golos como em desempenho.
- Pepê/William: 1G a cada 15J do 1.º e irregularidade do 2.º. Lukébakio é neste momento superior e Geny bastante superior.
- Em relação ao médio ofensivo, Gabri é superior a qualquer um do Benfica mas Trincão no Sporting é de um nível superlativo e ainda tem um Maxi Araújo que, vindo desde trás, é mais um completo extremo.
O que está a ser feito esta época pelo FC Porto e por Francesco Farioli é tudo menos normal. Perdeu os 2 PLs titulares e possui uma baixa/baixíssima qualidade individual ofensiva em comparação com Benfica/Sporting.
Mesmo assim, está em 1.º desde praticamente a época toda, 1/4 da Europa e 1/2 da Taça. Quando a qualidade individual for outra (mercado 26/27 🤞🏼), o sol brilhará ainda mais forte pelo Dragão. ☀️
Frederico Varandas: “Não era verdade que ataquei e condicionei a arbitragem. Tanto que não era verdade que hoje foi-me dada razão pelo TAD”
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Quando se cresce longe do Porto e neste caso do FC Porto, existe sempre uma dificuldade em sentir que fazemos parte da irmandade portista no dia-a-dia, somos portistas mas não estamos rodeados de portistas, o que cria um certo isolamento emocional/clubistico, só quebrado quando vamos ao Dragão/Antas e ai sim, sentimo-nos em casa, rodeados dos nossos, a ver os nossos.
Ser Portista longe do Porto e do FC Porto, é um exercicio de resistência pessoal, de ser 'escolhido' para enfrentar uma avalanche de outros 'gostos', de outras preferências. Nem sempre é fácil, mas quando ganhamos, muito mais gostoso!
O acto de escrever um livro sobre o FC Porto, mais do que um acto de amor, é um reforçar de laços com outros portistas, com os quais nunca tive oportunidade de privar.
Ser portista é sempre um acto de resistência. Ser portista longe do Porto, é um acto de rebeldia.
Perguntem a um amigo que tenham, que seja portista e tenha crescido longe do Porto e do FC Porto e essa pessoa irá-vos dizer o mesmo.
Eu carrego comigo, nas camisolas e cachecóis, e em mim, nas tatuagens, as cores do nosso clube. Hoje, ontem, amanhã e sempre.
#FCPorto
💙 Qualquer um revê em ti a exigência, brio e dedicação que é precisa para vestir esta camisola.
🐉 Seremos sempre casa para profissionais e exemplos como tu.
🍀 Boa sorte, Gonçalo!