E ainda teve gente da imprensa jurando que Flávio era “o Bolsonaro moderado”.
Não é e nunca foi. É autoritário, bandido, mau perdedor, miliciano, covarde, cagão, mentiroso e escroto que nem o pai.
De moderado ali, nem a genética podre.
Flávio Bolsonaro perde por 4,4 milhões de votos e não reconhece a derrota.
Só confirma por que, assim como o pai, não pode ser eleito. O DNA golpista é a maior marca da família.
A virada de Lula tem, claro, as digitais de Nikolas e Marçal protagonizando as imbecilidades asquerosas e arrogantes de sempre e de Janones retomando as redes com seu “exército”. Mas o que impulsionou MESMO a reação foi um baita susto.
Tava todo mundo meio desmobilizado no 1º turno influenciado por pesquisas que apontavam mais uma vitória do Lula (de novo) contra o filho mentiroso, criminoso e burro do Jair. Algumas delas asseguravam reeleição no 1º turno. Tava todo mundo empurrando com a barriga.
Quando Flávio venceu, a ficha caiu. O gigante já acordaria ao se deparar com a possibilidade real de ser governado durante 4 anos pelo clã Bolsonaro. Com o Congresso que foi eleito então… seriam 40 anos. No mínimo.
Tem povo que vota. Tem povo que veta. O povo só pensou em sobreviver. Não existe motivação maior.
Roteiro do golpe
O bolsonarismo usou seu poder econômico para criar caos na eleição e impedir o direito ao voto. Agora começa uma onda de perfis bolsonaristas falando em “golpe”. As Big Techs vão estimular os posts bolsonaristas e vão fortalecer um clima de violência nas ruas. Se confirmada a derrota de Flávio Bolsonaro, os Estados Unidos não reconhecem o resultado e falam em fraude.
Quem ganhou essa eleição foram as Big Tech. Não foi o candidato que favoreceram, mas o jogo foi 100% no campo deles, nas regras deles, dando poder pra eles. E pode ter certeza que vão ajustar as regras.
Sair deste antro de nazistas em particular é um passo. Vejo vocês lá fora.