A intensificação dos períodos de seca e a mudança do regime de chuvas estão a pressionar os recursos hídricos, enquanto a procura de água aumenta.
Para responder aos desafios da gestão da água, Portugal aposta na renovação da rede pública de abastecimento, na reutilização de águas residuais e na construção de uma central de dessalinização no Algarve.
Serão estas as soluções mais adequadas ou estaremos a incentivar um modelo de consumo insustentável?
«Onde está a água?» é o novo documentário da Fundação, coproduzido com a @rtppt e realizado pela Farol de Ideias, sobre o que Portugal está a fazer para mitigar a escassez de água: https://t.co/G5lTLRUrB2
A intensificação dos períodos de seca e as alterações profundas no regime de chuvas estão a colocar os recursos hídricos do país sob uma pressão sem precedentes.
Ao mesmo tempo, a procura de água continua a aumentar: o olival de regadio expande-se a um ritmo acelerado e as estufas multiplicam-se na costa alentejana.
Estaremos a aproximar-nos de um ponto sem retorno?
Estas são algumas das questões levantadas em «Onde está a água?», o novo documentário da Fundação, coproduzido com a @rtppt, e narrado ao vivo por Carlos Daniel: https://t.co/lf3s1O3Nf1
A aldeia de Pisão, em Portalegre, espera por uma barragem há 70 anos.
Entre avanços e recuos, as obras arrancaram no último ano. Ainda assim, impõe-se a pergunta: esta infraestrutura faz sentido nos dias de hoje?
Para responder aos desafios da gestão da água, Portugal aposta na renovação da rede pública de abastecimento, na reutilização de águas residuais e na construção de uma central de dessalinização no Algarve.
Serão estas as soluções mais adequadas ou estaremos a incentivar um modelo de consumo insustentável?
Esta noite, 25 de junho, não perca o novo documentário da Fundação, coproduzido com a @rtppt e realizado pela Farol de Ideias, às 21h00, na RTP1.
Garantir que a água chega a todos é um dos grandes desafios do nosso tempo. Esta é uma viagem-retrato sobre o que está a fazer Portugal para mitigar a escassez trazida pelo clima, na sua relação com Espanha ou na utilização de novas tecnologias para assegurar uma melhor utilização de recursos.
Não perca a estreia do novo documentário da Fundação, «Onde está a água?», coproduzido com a @rtppt e realizado pela Farol de Ideias.
Esta quarta-feira, às 21h00, na RTP1.
Para abastecer Portugal, é preciso esvaziar o equivalente a um Alqueva e meio todos os anos. A intensificação dos períodos de seca e a mudança do regime de chuvas estão a pressionar os recursos hídricos, enquanto a procura de água aumenta. O olival de regadio expande-se e multiplicam-se as estufas na costa alentejana.
Estaremos a aproximar-nos de um ponto sem retorno?
Não perca a estreia do novo documentário da Fundação, coproduzido com a @rtppt e realizado pela Farol de Ideias, esta noite, 24 de junho, às 21h00, na RTP1.
Faz hoje 31 anos que Alcindo Monteiro, com 27 anos, foi assassinado. O jovem foi atacado por um grupo de cerca de 50 militantes de extrema-direita no Chiado, em Lisboa. Deste grupo, 11 pessoas foram condenadas por homicídio, 6 foram condenadas por agressões e 2 foram absolvidas
More people should be talking about Grace Ling wearing her own custom design at the #MetGala The windswept thorn bodice is 3D printed in aero-aluminum and plated in platinum
Projeto no antigo edifício do Ministério da Educação ficaria a "custo zero" para o Estado. Governo ignorou e anunciou novo destino para o prédio. Saiba mais: https://t.co/wqYP3e1RyB
Perante estas notícias, não há espaço para relativizações nem para silêncio cúmplice.
O que aqui está descrito não são “excessos” nem “casos isolados”. São crimes gravíssimos, praticados por agentes do Estado no exercício das suas funções, contra pessoas em situação de especial vulnerabilidade. Tortura, violência sexual, humilhação, desumanização. Isto não é segurança pública. Isto é barbárie.
A confiança nas forças de segurança é um pilar do Estado de direito. Quando essa confiança é traída desta forma, a resposta tem de ser rápida, firme e estrutural. Não basta punir os autores directos. É indispensável apurar responsabilidades hierárquicas, rever os mecanismos de recrutamento, a avaliação psicológica, a formação contínua, a supervisão interna e externa, e garantir que quem pratica crimes nunca mais possa envergar uma farda.
Tolerância zero à tortura e à violência institucional.
Tolerância zero à cultura de impunidade.
Proteger os direitos humanos não é ser “anti-polícia”. Pelo contrário: é defender uma polícia democrática, profissional e digna, ao serviço de todas as pessoas.
Entre todas as competências que tem de ter um Presidente, não disparatar e perder a cabeça sob pressão é talvez a principal. Nestes dias, Cotrim revelou-se a vários níveis. Não foram os média que o mataram, foi ele que se atirou de um penhasco.
iniciativa liberal, questionada pelo dn sobre se a ex-assessora denunciou os alegados assédios internamente, e, caso afirmativo, q fez o partido, não esclarece. https://t.co/HuWCK4nJlV