Érika não entende seus privilégios.
Essa postura a diminui.
Na busca incessante de afirmar sua identidade, Érica perde a capacidade de autocrítica.
Não somos contra pessoas trans. Pessoas de esquerda lutam pela classe trabalhadora.
A “esquerda” se estratificou tanto que perdeu o senso de unidade e agora se encontram em uma autofagia ideológica, na busca de descobrir que é mais vítima.
E o trabalhador, cerne de todo a esquerda histórica, foi relegado.