Um dos donos do @Brainstormbr123 (Política, Diplomacia, Economia e História). Sócio do (@EcoandoEVM). Professor de História e curso Filosofia em Federal, rs.
CARTA ABERTA AO SENADOR ALESSANDRO VIEIRA:
Prezado Alessandro,
CHEGA.
Gilmar Mendes TEM que ser RESPONSABILIZADO.
Gilmar insinuou que você, um senador da República e relator da CPI do Crime Organizado, tem envolvimento com MILÍCIAS.
(Ele disse isso por ter críticas ao seu relatório, mas tente alguém, com base nos HCs que o próprio Gilmar já deu, dizer que o ministro teria envolvimento com MILÍCIAS)
Alessandro, você disse que não tinha medo dessas ameaças do Gilmar, mas o que eu te peço é pra não ter medo é de resposabilizar o ministro.
E acredite, você não está sozinho e esse tipo de iniciativa não é coisa de outro mundo:
O Gilmar Mendes JÁ FOI RESPONSABILIZADO por suas falas ilícitas. Ele já foi condenado, na justiça cível, em um processo movido por Modesto Carvalhosa, e em outro processo movido por Deltan Dallagnol.
E aqui eu lhe digo uma coisa: se nós tivéssemos um PGR de verdade, não esse VASSALO do Gilmar chamado Paulo Gonet Branco, você também poderia mover um processo contra ele no criminal.
Ele fez exatamente isso contra Sérgio Moro por uma BRINCADEIRA de festa junina.
E já que estamos aqui...eu faço outro pedido: desafie o ministro Alexandre de Moraes a dizer publicamente se concorda com a fala de Gilmar.
Ele adora dizer que "liberdade de expressão não é liberdade de ofender", vamos ver isso é pra todos os brasileiros ou só vale para os amiguinhos dele.
Terminando:
Processe o Gilmar, Alessandro.
Na sexta-feira 10, perguntei ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, como poderia haver democracia em meio a tantos escândalos que têm surgido recentemente. Ele preferiu não responder.
@plocsocial Seu psicopata, a igreja está em todos os países levando ajuda aos pobres e necessitados. A fundação que eu ajudo esta no Paquistão pagando alforria de famílias escravizadas pelo islã; esta na cracolandia tentando recuperar vidas da sarjeta; e vc aí afetando virtude virtual.
🚨MALU GASPAR RASGOU O VERBO e falou sobre a decisão que enterrou a CPMI do INSS:
"Está claro pela fala dos ministros que a preocupação não era o roubo do INSS. A questão é que a CPMI do INSS avançou sobre o caso MASTER e expôs situações que eles não querem ver expostas"🔥
Vorcaro mandou mensagens p/uma pessoa no dia de sua 1ª prisão. O telefone era do STF. O Poder360 sabe qual é o número checado e verificou q esse celular foi usado pelo ministro Alexandre de Moraes durante vários anos, inclusive em conversas com jornalistas
https://t.co/J6r8FhVKdf
Primeiro, você é completamente desqualificado para debater qualquer tema. Seus dossiês não passam de recortes de notícias daqui e dali que você junta para criar a sua própria narrativa. Você usa a desculpa de que as notícias são fatos, mas compartilha apenas o que te convém; o que não quer que saibam, você simplesmente omite — como, por exemplo, que pessoas próximas a você foram presas pela Lava Jato. Isso aí a gente nunca vai encontrar num dossiê seu. No fim, seus vídeos não passam de fofocas de uma mulherzinha amargurada e futriqueira. Sua fixação em cadelas e no Deltan deve ser analisada no âmbito da psiquiatria, e não da política.
Pois bem.
Segundo, como percebo que já é de costume, você mentiu. E de uma forma muito ordinária. Sugestionou para a sua audiência uma falsa lembrança de uma ligação nossa em que eu, supostamente, teria ficado “chocado com os absurdos do Deltan, principalmente aqueles revelados na vaza-jato”.
“Ui, eu não fiquei ‘chocado’ com os babados do Deltan, tá amiga.” Hahaha Que puta mané mentiroso.
Vamos colocar os pingos nos is sobre essa ligação. Há alguns anos, eu acompanhava alguns dos seus programas e havia notado que você carregava demais nas tintas contra o Deltan. Achei estranho, porque conheço o Deltan (um cara probo, íntegro, honesto). Na tentativa de promover um diálogo entre vocês, conversamos. Naquela conversa, falei sobre a necessidade de criarmos uma oposição coesa e aguerrida contra os abusos do STF. Você rejeitou imediatamente. Disse que não conversaria com o Deltan, “deixe ele lá que eu fico aqui” ou algo assim. O Deltan estava, naquele momento, disposto a falar com você, @kimpaim.
E tem mais: nessa mesma ligação, você defendeu Getúlio Vargas! SIM!!!! E eu ouvi. Agora, você acha que vou me dar ao trabalho de refutar as suas asneiras e loucuras ali na hora? A troco de quê? Era uma primeira conversa nossa. Não te conhecia direito e não tinha pesquisado a sua história.
Naquela época, meu foco era criar o Fio Diário e militar contra os abusos do Moraes e do STF. Sempre foi, nada mudou. Desde 2022, na Jovem Pan, minha posição sobre o STF (e sobre o sistema político) não mudou em absolutamente nada. Pelo contrário, mais e mais pessoas se uniram a nós para denunciar ALEXANDRE DE MORAES nas redes sociais e nas manifestações. À época, muita gente, inclusive alguns hoje que estão brabões, tinha medo de falar sobre o STF. O meu objetivo sempre foi QUEBRAR essa espiral do silêncio.
Eu realmente me interesso pelo STF. Tenho doutorado em direito constitucional. E desde 2022 (quando entrei na comunicação) me deparo com o silêncio de vários “juristas” e advogados, juízes e promotores, associações de classe e institutos, reitorias e professores. Como estimular um debate sobre impeachment de ministro do STF a partir desse cenário? Como denunciar o ALEXANDRE DE MORAES e seus abusos? Para quem? Como popularizar questões jurídicas para o debate público? Fora isso, a briga diária com a “imprensa”, precisando traduzir as distorções e corrigir as mentiras.
Enquanto eu fazia isso, olhava para alguns cortes do seu canal, @kimpaim, e notei que você inseria uma TARJA PRETA em cima do nome de ALEXANDRE DE MORAES nos seus programas. Ah, e também não falava o nome dele.
NUNCA vi jornalistas (DE VERDADE) colocarem TARJA PRETA em nomes de DITADORES, com MEDO de retaliação, ainda mais na AUSTRÁLIA!.
Isso aliena a sua audiência também. Incute medo em quem te assiste e, tristemente, confia em você. Gente com medo não debate o assunto como deveria. Gente com medo tem uma inclinação maior a ter falsas esperanças também. E o medo, naturalmente, vai idiotizando e anestesiando as pessoas.
Ou teu chefe foi preso na LAVA JATO. E isso explica muito.
Ou você é um covarde que engana as pessoas com as suas “constelações” e pseudo análises, escondendo o verdadeiro interesse por trás das difamações e assassinatos de reputação que promove; tudo pra camuflar esse teu viés estatista e getulista, CADELAAAAAAA (do que jeito você) comunista do Aldo Rebelo.
Ou você é um infiltrado. Tipo um Ericão da direita. Usa a bandeira do “bolsonarismo” e sai brigando com todo mundo, num momento de construção. E acha que a audiência não enxerga isso? Hahahaha.
E, sinceramente, TANTO FAZ. Não vou e não posso perder mais um segundo com um Zé Ruela desagregador. SAIBAM também esquerdistas, petitas e afins, maluco do MBL, toda essa galera, tá adorando que o @kimpaim tá fazendo o trabalho por eles (já tive conversas com esquerdistas reais sobre isso). E é natural que eles aproveitem o legado do @kimpaim.
Esta seita idiotizada (cheia de aproveitadores e caroneiros da esquerda) trabalhará diuturnamente para difamar e tirar a nossa atenção da boa e única briga que precisamos enfrentar.
O trabalho de conscientização demanda energia, estudo, debate acadêmico, organização, criação de grupos (de pessoas!) e muito ativismo.
Preciso concentrar toda a minha energia e atenção em despertar as pessoas para o que está acontecendo no STF e no Brasil; brigar para punir os culpados e para que isso nunca mais aconteça!
Eu e Pamela Costa (@pamcosta21) fomos atrás da origem do esquema do Banco Master. Nesta reportagem, contamos por que a história não começa onde estão tentando fazer você acreditar.
O Banco Master tem raiz no CredCesta, um programa vinculado à folha de servidores da Bahia que foi transformado em máquina de crédito consignado durante os governos petistas de Jaques Wagner e Rui Costa. Esse modelo ajudou a sustentar a estrutura que mais tarde explodiria no caso Master — e a mesma lógica reaparece agora no escândalo do INSS.
Enquanto aliados do governo tentam reescrever a cronologia e empurrar a culpa para outro lado, com o rótulo de #BolsoMaster, os fatos contam outra história. As digitais do PT aparecem na origem do modelo, na base política que permitiu sua expansão e nas conexões que atravessam todo o caso.
Leiam e compartilhem. Essa história está longe de acabar: [https://t.co/Lj0NYReijC]
Não me canso de dizer: quando o tribunal da história se debruçar sobre este lamentável período de nossas vidas, poucos serão os jornalistas e analistas da mídia mainstream que passarão ilesos pelo escrutínio do tempo. Fernando Schüler certamente será um deles.
Seu artigo de hoje é sobre a mais recente arbitrariedade de Moraes et caterva contra as nossas liberdades de expressão e de imprensa.
O Jornalista, o Pastor e o Presidente
Por Fernando Schüler
“Recebi a denúncia, apurei, confirmei a veracidade e publiquei”, diz Luís Pablo Conceição, o jornalista do Maranhão que teve a Polícia Federal na sua casa, por ordem de nossa Suprema Corte, por uma matéria sobre o uso de um carro oficial, por parte de um ministro. O carro é uma Toyota SW4, e a história é conhecida. Havia imagens do ministro e familiares na praia, usando o veículo, e o Luís Pablo foi lá investigar. Fosse o Brasil uma democracia fundada em direitos, do tipo que desenhamos na Constituição, quem sabe o caso rendesse uma nota explicativa, por parte do Supremo. E talvez mais rigor no uso de carros oficiais. E assunto encerrado. Mas não é o caso. Por estes dias, a Polícia Federal apareceu na casa do Pablo, às 6h da manhã, levou seu celular e seu computador. Seu sigilo de fonte virou poeira, se é que uma coisa dessas faça muito sentido no Brasil de hoje.
Não importa muito se Luís Pablo é um bom ou mau jornalista, ou um mero “blogueiro”, como diz um pedaço da imprensa. O fato é que atuou como jornalista, neste caso. Pela lógica de nossa Suprema Corte, ele não poderia ter investigado o uso de um carro oficial, por parte de um ministro. Simples assim. Quem sabe Pablo pudesse publicar uma matéria sem investigar, mas neste caso seria mau jornalismo. Vamos imaginar: ele vê, por acaso, o carro passando na frente de sua casa, na praia, e publica uma foto. Seria um crime também? O ponto é que tudo isso é tremendamente bizarro. Se um jornalista identifica o uso indevido de um bem público, por parte de uma autoridade, ou qualquer outra irregularidade, diria que é sua função investigar. Ou então para que serve o jornalismo em uma democracia?
Sejamos claros: não há outra maneira de se ter um país livre se não com uma imprensa livre. Podendo errar, muitas vezes, pois isso faz parte do jogo. Vamos imaginar uma sociedade com a seguinte regra: você é livre para dizer o que quiser, mas não pode errar. Com um detalhe: é o Estado que define o que é o erro e o que é o acerto. Pensem este princípio sendo aplicado às matérias recentes sobre os diálogos entre o ministro e Vorcaro, no dia de sua prisão. Seu conteúdo é muito mais grave do que a investigação do Pablo sobre o uso daquela SW4, no Maranhão.
O ministro diz que é tudo falso. Vai mandar a Polícia Federal para lá também? A pergunta sombria aqui: se os jornalistas que revelaram aqueles diálogos fossem apenas “blogueiros” sem pedigree, quem sabe no Maranhão, teriam escapado de receber a Polícia Federal na sua casa? O que nosso Supremo está fazendo é mandar um recado: não investiguem. Se vocês acharem que há algum delito, por parte de uma autoridade, desistam. Fiquem calados. Caso contrário, isso pode ter uma enorme dor de cabeça.
Se isso tudo for um ponto fora da curva em nossa democracia seria lamentável, mas compreensível. Como escutei de um antigo ministro do Supremo, “as instituições são como grandes avenidas. São fundamentais, mas produzem lá seus acidentes”.
O ponto é que nada disso é um acidente. É a crônica sombria do Estado brasileiro. Foi este o mesmíssimo caso da “investigação” sobre o Kleber Cabral, presidente da Unafisco. Ainda por estes dias, lia a carta de um grupo de auditores da Receita Federal sobre o caso, dizendo que “o trabalho do auditor fiscal inclui a fiscalização de qualquer cidadão, inclusive autoridades públicas”.
É curioso que uma coisa dessas precise ser dita, no Brasil de hoje. Kleber Cabral não fez nenhuma matéria jornalística. Deu apenas uma opinião útil ao País. Disse que havia mais medo de investigar certas autoridades do que tratar do crime organizado. Ao invés de servir de alerta, ao País, é ele quem termina na Polícia Federal. E desse modo, sejamos claros, confirmou seu ponto.
E por fim temos o pastor Malafaia, prestes a ser convertido em réu pelo STF, por dar um discurso chamando generais de “covardes”. Inútil dizer que não há foro de função para pastores no País e que se alguém se sentisse ofendido deveria mover um processo na primeira instância, contra o pastor. Mas o ponto não é este. O Comando do Exército, com razão, considera que chamar um general de “covarde” é uma ofensa grave.
Fôssemos uma grande democracia, nossos generais fariam uma nota pública contestando aquele discurso e dizendo que respeitam a lei. E que podem discordar duramente de Malafaia, mas respeitam seu direito de emitir a sua opinião. Isto, na minha modéstia visão, seria de fato um ato de coragem. Acionar o inquérito das fake news expressa o caminho precisamente oposto: a chancela a um instrumento de exceção contra cidadãos comuns que jamais poderia existir, em nossa democracia.
A verdade é que não andamos bem. Talvez sem notar, vamos passando do abuso para o uso mesquinho do poder. Ao lado do problema ético, que envolve nossa Suprema Corte, temos uma ferida aberta sobre direitos individuais no País. Por agora lidamos com a agressão aos direitos de um pastor, um jornalista e o presidente de uma entidade de classe. Mas a verdade é que isto tudo diz respeito a cada um de nós. Viver em uma sociedade livre significa que você pode dizer o que pensa, criticar e fazer jornalismo investigativo, se desejar. E à noite dormir tranquilo, porque sabe que há leis que protegem os seus direitos. E que há pessoas com a virtude e a coragem de fazer com que as leis sejam respeitadas. Se isso tudo desmorona, deveríamos nos preocupar. E, quando se percebe que vamos perdendo, dia a dia, a capacidade de indignação, deveríamos nos preocupar mais ainda.”
O Porta dos Fundos acaba de fazer um vídeo sobre o STF.
Em 2019, Gregório Duvivier esteve no mesmo STF apelando para que os ministros interferissem na gestão da TV pública durante o governo Bolsonaro. Sob risos dos próprios ministros, ele denunciou o processo de “Damarização” do 🇧🇷 .Segue nos comentários o mini-documentário que eu fiz mostrando, na prática, toda a hipocrisia dele e + uma reportagem no que a TV pública se transformou agora sob Lula.
É bom sempre lembrar: se a imprensa tivesse exercido o papel crítico que exerce agora quando o inquérito das fake news surgiu, em 2019, se não tivesse se abraçado ao STF nos anos seguintes para perseguir a direita, o monstro não teria crescido.
A imprensa tem papel fundamental hoje no combate aos desmandos do STF, mas também teve papel decisivo para que esses desmandos chegassem a tal ponto.
Estamos assistindo no caso Master às consequências previsíveis do desmonte da Lava Jato e da violação da Constituição e dos ritos processuais por tiranetes, mas a imprensa se recusa a aceitar que errou miseravelmente ao assinar embaixo dessas duas páginas vergonhosas.
Moraes persegue, censura e tutela a imprensa; Mendonça garante sua total liberdade de ação, fiscalização, expressão e crítica. Moraes quer investigar jornalista para descobrir suas fontes, Mendonça exalta o sigilo constitucional. A diferença é abissal, constrangedora e pedagógica.