@Bdpretty25@daergp Same. They love not taking responsibility for their own messes. Somehow, in their eyes, the extinction of the dinosaurs is women's fault 🤣
THIS IS HILARIOUS!!!
Wife takes the “Can You Survive as a Man?” test and the urinal quiz almost broke her!
She’s sitting there all confident until the urinal question drops. Starts strong, picks the far one, then spirals into a full mental breakdown calculating who’s gayer and whether she should just walk out. The second the husband points out the entrance/exit rule she finally gets it… after talking herself in circles for a solid minute. Every guy watching already knew the answer in half a second.
Then KD comes up. She goes “kill drive.” Close, but no cigar. Kill/Death ratio. The sacred number every man who’s ever touched a controller has tattooed on his soul.
The public threat assessment question was perfect. When another couple walks by, the correct answer isn’t checking the girl out or living in your own bubble. It’s quietly calculating how much work it would take to put the guy down if he ever became a problem. She nailed that one. Same with the booth seat facing the door. Instant correct. No hesitation.
Only real miss was “flank.” She thought it meant crouch-walking. Nah. You go around, get behind them, and ruin their day. Simple.
These quizzes are gold because they expose the invisible operating system most women never realize is running in the background.
She’s getting better. Still not fluent, but the lightbulbs are starting to click.
Good stuff.
Minta a meu respeito ou seja condenado.
O caso do servidor da UFPB.
Adripaulo Barros, servidor da UFPB há mais de 40 anos, foi condenado a um ano de reclusão por “transfobia” depois de um episódio envolvendo o uso do banheiro feminino da Universidade.
Adripaulo ainda perdeu o cargo administrativo que exercia havia 13 anos.
O MPF recorreu buscando aumentar a punição.
De acordo com o MPF : "análise de conteúdo gravado em unidade de pen drive, elaborado por perito oficial da Polícia Civil, que transcreve com clareza as ofensas proferidas pelos réus, de natureza claramente racista e discriminatória, mídia original (pen drive) contendo os registros das falas ofensivas".
Ao ler isso, você pode se perguntar: que ofensas racistas e discriminatórias Adripaulo e a funcionária da limpeza fizeram?
Vejam só:
• I-2 (vítima): "Eu sou uma pessoa trans."
• I-3 (Luis Adripaulo): "Mas mulher você não é."
• I-2 (vítima): "Sou uma mulher."
• I-3 (Luis Adripaulo): "Não, você é trans."
• I-2 (vítima): "Você tá sendo transfóbico, você vai ser processado por isso, tá gravado, tá gravado."
• I-3 (Luis Adripaulo): "Você é uma trans, mulher você não é."
No trecho da denúncia do MPF: "Tais transcrições, juntamente com a informação de que (nome da faxineira) havia interpelado a vítima no banheiro feminino chamando-a de "moço", e a confirmação de que Luis Adripaulo (I-3) exigiu que a vítima comprovasse documentalmente sua condição de mulher, constituem elementos probatórios inequívocos dos atos de injúria qualificada e discriminação."
De acordo com o MPF portanto, qualquer homem pode entrar no banheiro feminino, basta dizer que
é mulher.
Exigir qualquer comprovação seria um ato de injúria e discriminação.
Para o MPF: Os atos praticados por (nome da faxineira) e Luis Adripaulo Mendes Barros - seja ao interpelar a vítima chamando-a de "homem" e impedindo-a de usa o banheiro feminino, ou ao afirmar que "mulher você não é", e que a presença da v��tima representava "ameaça às outras mulheres" - demonstram inequivocamente a intenção de ofender a dignidade da vítima e praticar segregação em razão de sua identidade de gênero.
Nós da MATRIA sustentamos com tranquilidade que sim, a entrada de um homem em um espaço exclusivo das mulheres representa ameaça, pois não existe garantia que esse homem não tenha má intenção.
E, sabemos, a violência contra mulheres é majoritariamente masculina.
O simples fato de um homem querer entrar num espaço que não foi feito para ele já é um desrespeito e levanta suspeitas. É plausível que se coloque em dúvida sua intenção.
Além disso, a intenção subjetiva de quem entra não anula o efeito objetivo da sua entrada nesse espaço.
Uma mulher trocando de roupa não sabe as intenções de quem adentra o espaço - ela só pode reagir ao fato de que uma pessoa com características físicas masculinas está ali. E seu constrangimento e medo são legítimos.
Pedir documentação ou questionar o acesso - como fez Adripaulo e a faxineira - não é um ato de ódio ou humilhação: é a aplicação de um protocolo de verificação que qualquer instituição preocupada em administrar um espaço compartilhado teria de estabelecer.
Tratar essa pergunta como crime é retirar de vez a proteção dos espaços das mulheres e meninas - exatamente o que os transativistas exigem e tentam impor a sociedade, sob o disfarce de “inclusão”.
O testemunho do Reitor da UFPB à época é claro: não havia regulamentação específica sobre uso de banheiros por pessoas trans.
A sentença afirmou, no entanto, que se não havia regulamentação à epoca, Adripaulo deveria advinhar que homens poderiam entrar no banheiro das mulheres.
Note a estrutura: o juiz não diz "não havia dever de negar nem de permitir" (o que seria logicamente correto diante de um vácuo normativo).
Ele diz que a ausência de norma eliminava apenas um dos dois deveres possíveis - o de negar - deixando implicitamente o dever de permitir.
Isso é uma escolha interpretativa disfarçada de constatação factual.
A decisão inverte a lógica necessária à proteção das mulheres: ao invés de prevenir a violação de espaços de vulnerabilidade e garantir a segurança do espaço, exige que as mulheres esperem que um crime aconteça para só então poder agir.
Nesse cenário, ou as mulheres esperam caladas uma violação acontecer, ou correm o risco de sanção criminal por tentar preveni-la.
Se o Judiciário decide que dizer a verdade sobre o sexo de alguém é passível de punição, então a verdade só sobrevive fora dos tribunais.
Na nossa voz.
Na nossa coragem.
Na nossa recusa em repetir aquilo que sabemos não ser verdade.
@SqueePip@TheJoeySwoll Quite the opposite, actually. If a lesbian isn't attracted to him, he calls her transphobic. Sexuality is immutable for everyone, but they want politics to override that.
Seria tão bom se isso fosse vdd, teria me poupado várias respostas atravessadas em tonhonas sem noção.
A mais recente esses dias na facul, ela mandou a clássica, sendo que o máximo de contato que tenho com ela é fazer trabalho em grupo de vez em nunca 🤣
@mrcl_st@cinocefalia Aí que tu se engana. Tá ridícula a quantidade de woke que adora pregar que sexualidade é fluida e que termos rígidos como a homossexualidade seriam um "espectro". A merda respinga em todo mundo.
@noviademegan@laiimonlime@gwanyuu Unfortunately, many people confuse these terms. Sapphic is an umbrella term, while lesbian is specific to wlw. It's cultural. They made a huge effort to include NBs in the word lesbian, even though sapphic already encompasses it
@Dann07952720@fuckfeminism_01@Eugenist_ Exactly. This is literally a consequence of the society created by men. But they love to place the blame on women, as always.
@poiuy0qwert@mdtx12@GWeytjens@WomenReadWomen@MTV He's probably just another one who saw this in the bible and preaches it out of fear. Then they try to justify it by saying it's not normal. Fortunately, reality proves that there are homosexuals who were born that way.
@Criador_oficial@marioliveirain Errado. O comportamento de incel é que é criticado, não o hobby. Jogar games e curtir nerdisse não torna ninguém babaca por padrão.