Quer entender como o Partido dos Trabalhadores trata o trabalhador? Aqui está. Não precisa de praticamente nada além desse conhecimento: somos o país com a pior relação entre "horas trabalhadas" e "poder de compra", ou das piores. Vi isso em todos os países que visitei
@nisia_trindade Você sabia que Astrazeneca foi suspensa no mundo civilizado por volta de maio de 2021 (inclusive na Inglaterra, seu país de origem) mas a Fiocruz continuou aplicando essa injeção d coágulo no povo brasileiro por mais 2 anos? Nos trataram como GADO DE CORTE
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P/quem tem curiosidade sobre operações de gênero e a violência cometida por adultos contra criança pequena demais p beber ou dirigir, aqui eu conto a triste história de como John Money, da Johns Hopkins, tentou transformar um menino em menina
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O desenho do sujeito que viu o disco voador no Paraná e o cartaz do filme do Spielberg, cuja estréia será 10 dias depois do avistamento e 12 depois depois do diretor do filme aparecer na imprensa brasileira dizendo que conheceu o Et de Varginha.
E o Olavo sempre tendo razão...
Porque o debate sobre os danos das vacinas foi suprimido, outras pessoas foram vitimadas por estes produtos.
Quem quer calar o debate não é apenas ditador, é vassacino!
Imagina o miojo encefálico da mulher que aceita ser representada por um homem que se diz mulher🥴
Entendo q esse problema foi criado p/nos dividir e oferecer uma solução -- se a gente não apresentar logo essa solução, teremos outro homem c/saia e peruca impondo uma sobre nós
O que a deputada distrital e enfermeira Dayse Amarilio (PSB) revelou nos últimos dias é escandaloso - para não dizer criminoso.
O cenário descrito é medieval - servidores, por compromisso ético e absoluta falta de alternativa, estão sendo obrigados a lavar e reutilizar frascos de urina, retirando etiquetas com hipoclorito para viabilizar exames básicos - por ausência de insumos.
É o improviso escatológico servindo de remendo para um sistema que “funciona bem” e é “referência mundial” apenas na propaganda.
O colapso é fruto de uma política pública perversa. De um lado, o aumento de impostos, taxas e alíquotas fez com que quase 60% das famílias brasileiras que tinham plano de saúde cancelassem seus contratos nos últimos meses. O destino desse êxodo em massa é um SUS já asfixiado.
Do outro lado, a falta de recursos humanos; faltam 6 mil técnicos de enfermagem e mais de 2 mil enfermeiros. Existem unidades onde apenas três técnicos de laboratório tentam sustentar hospitais inteiros, áreas críticas como a neurocirurgia começam a “bandeirar” - esse é um alerta máximo raramente visto.
Enquanto profissionais arriscam a própria biossegurança reutilizando descartáveis, o Palácio do Planalto opera no mundo paralelo. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, mantém a máquina da propaganda funcionando com milhões, vendendo “referência mundial” onde há colapso.
Não há país que suporte hospitais ameaçados de interdição por falta de técnicos. Vender referência nacional diante desse cenário, é um escárnio para quem trabalha doente, sob violência e sem o mínimo para garantir um diagnóstico seguro.
O servidor virou escudo humano de um Estado que economiza no frasco de plástico, mas despeja milhões em propaganda. Enquanto o cinismo for política pública, o paciente continuará morrendo na fila - e o profissional, reduzido à humilhação de lavar o que deveria ser descartado.
O advogado Vinícius Borba apresentou uma denúncia sobre a situação de animais sob custódia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na Amazônia. Segundo o relato feito à Auriverde Brasil, mais de 8 mil cabeças de gado confiscadas pelo órgão federal estão sendo submetidas a condições de maus-tratos. Os animais estariam sofrendo com a falta de alimentação adequada, o que resultou em quadros severos de magreza e fome extrema. Durante sua exposição, Borba traçou um comparativo entre o descaso com o rebanho bovino e a repercussão gerada pelo caso do cão Orelha, que recentemente despertou forte comoção pública.
📸 Reprodução / Auri Verde Brasil
Pra quem está acompanhando casos de pedofilia no resto do mundo: neste exato momento, em Arroio Grande, Brasil, duas crianças pequenas retiradas dos pais à força foram colocadas num abrigo que ja esteve envolvido em caso de pedofilia e morte
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Desde que comecei a usar meu alcance para denunciar casos de erros e negligência médica, vocês têm me enviado diversas histórias. Hoje trago o relato da corretora Sabrina Oliveira, do Guarujá.
O sistema que vende liberdade provisória
"Se a pena pra um crime é a fiança, isso quer dizer que a lei só existe pra pessoas pobres." A frase de um leitor sobre o caso Pedro Turra expõe uma distorção fundamental do sistema brasileiro.
Pedro Arthur Turra, 19 anos, responde por quatro inquéritos. Torturou adolescente com taser. Espancou vítimas em ocasiões distintas. Deixou um menino de 16 anos em coma. Foi preso em flagrante com vídeos documentando a violência.
Fiança estabelecida: R$ 24.300,00. Depositada no mesmo dia. Pedro voltou para casa enquanto a vítima permanece na UTI.
A fiança, em tese, garante comparecimento a atos processuais sem prisão cautelar. Na prática brasileira, funciona como filtro econômico que determina quem aguarda julgamento livre e quem apodrece em cela.
O problema não é a fiança existir. É transformá-la em resposta padrão para crimes que exigem prisão preventiva: garantia da ordem pública, proteção de vítimas, evitar reiteração. Pedro tem quatro investigações por violência. Vítimas aterrorizadas que não denunciam. Delegado que o classificou como sociopata sem condições de convivência social.
Nada disso bastou para prisão preventiva. Bastou pagar.
A juíza Ana Claudia Loiola interpretou quatro inquéritos como "ausência de periculosidade exacerbada". Espancamento até parada cardíaca virou "conflito recíproco". Tortura não configurou risco. Desde que a fiança seja quitada, violência sistemática vira questão administrativa.
Enquanto isso, milhares aguardam presos preventivamente por crimes patrimoniais sem violência - situações que jamais resultariam em prisão se houvesse recursos.
A lei penal brasileira não é cega. Enxerga muito bem saldos bancários. E ajusta sua severidade conforme o extrato.
A inacreditável Jornada de Alison Botha
Ela segurava a própria cabeça com uma mão e seus órgãos com a outra. Então, começou a rastejar.
Na noite de 18 de dezembro de 1994, Alison Botha, de vinte e sete anos, fez algo completamente comum. Ela deixou um amigo em casa após uma noite tranquila juntos. Dirigiu até seu apartamento em Port Elizabeth, na África do Sul. Estacionou o carro. Esticou o braço para pegar sua bolsa de roupa suja.
E naquele único momento banal, sua vida foi despedaçada.
Um homem com uma faca forçou a entrada em seu carro. Antes que ela pudesse reagir, estava presa dentro de seu próprio veículo. Ele dirigiu. Pegou um segundo homem pelo caminho. Eles a levaram para um trecho remoto de mata, escolhido por um único motivo: ninguém ouviria o que estava prestes a acontecer.
O que fizeram com ela naquela noite desafia a compreensão.
Ela foi estuprada. Foi esfaqueada dezenas de vezes no abdômen. Seus intestinos foram arrancados de seu corpo. Sua garganta foi cortada tantas vezes que sua cabeça quase se separou inteiramente do pescoço. Eles a deixaram ali, na terra, certos de que haviam acabado com sua vida.
Eles estavam errados.
Alison Botha ainda respirava.
Deitada sozinha no escuro, coberta pelo próprio sangue, incapaz de sentir quase nada, ela entendeu uma coisa com clareza absoluta: se não se movesse, morreria ali mesmo, e ninguém jamais saberia o que havia acontecido.
Então, ela tomou uma decisão.
Primeiro, precisava deixar um registro. Usando os próprios dedos, ela arranhou algo na areia abaixo de si. Primeiro, os nomes de seus agressores. Depois, abaixo deles, quatro palavras que mais tarde comoveriam o mundo:
"Eu amo a mamãe" (I love Mom).
Então, ela começou a se mover.
O que aconteceu em seguida é quase impossível de entender. Sua cabeça não parava em pé — sua garganta havia sido cortada tão profundamente que a cabeça caía para trás. Seus intestinos continuavam saindo pelo ferimento em seu estômago. Ela usou uma mão para segurar a cabeça para frente. A outra mão para segurar seus órgãos dentro do corpo. E com nada além do desejo mais básico e primal de existir, ela rastejou.
Ela desmoronava. Levantava-se. Desmoronava novamente. Sua visão oscilava. A dor ia além do que um corpo humano deveria ser capaz de suportar e ainda permitir o pensamento. Mas cada vez que caía, ela encontrava um jeito de se erguer novamente.
Ela chegou à estrada.
Às 2h45 da manhã, um jovem estudante de veterinária chamado Tiaan Eilerd dirigia por aquele trecho da rodovia. Ele viu algo em seus faróis que não conseguiu compreender de imediato. Então percebeu que era uma mulher. Ele pensou que ela já estivesse morta. Então, ela se moveu.
Ele ficou com ela. Manteve-a consciente. Chamou por ajuda. Mais tarde, ele diria que algo o colocou naquela estrada naquele exato momento por uma razão.
No hospital, os médicos ficaram em um silêncio atônito. Um cirurgião disse que, em todos os seus anos de prática médica, nunca tinha visto ferimentos daquela gravidade em um paciente vivo. Não se esperava que Alison sobrevivesse à cirurgia. Não se esperava que sobrevivesse à noite. Não se esperava que sobrevivesse às semanas que se seguiram.
Ela sobreviveu a tudo.
E enquanto ainda estava em uma cama de hospital, incapaz de falar devido a um tubo na garganta, ela fez algo notável. Identificou seus agressores através de fotografias da polícia, escrevendo seus nomes. Frans du Toit e Theuns Kruger foram presos. Eles se declararam culpados. Em agosto de 1995, foram condenados à prisão perpétua.
Mas Alison não esperou que os tribunais lhe devolvessem a voz.
Em um país onde se esperava que sobreviventes de estupro permanecessem em silêncio, carregando uma vergonha que nunca lhes pertenceu, Alison escolheu ser vista. Ela se tornou uma das primeiras mulheres na África do Sul a se identificar publicamente como sobrevivente de estupro e a falar abertamente sobre o que lhe fora feito. Tornou-se palestrante motivacional. Escreveu suas memórias.
"O Sol, que dá vida a todos nós nesta Terra, não está aqui para causar câncer."
Dra. Stephanie Rimka
"O Sol não causa câncer — é o que você faz sob ele."
"É como dizer que o estrogênio causa câncer. Se isso fosse verdade, toda garota de 15 anos teria câncer de mama."
"O estrogênio não causa câncer. Essa é outra mentira."
O câncer não é genético, é uma doença metabólica. O câncer é um erro no metabolismo celular, que danifica mitocôndrias cruciais e cria estresse oxidativo a partir de uma dieta pouco saudável, com óleos de sementes, açúcar e alimentos processados, todos prejudiciais a nível celular.
O sol — a própria fonte da vida — não é o problema. É o que você faz sob ele que compromete sua saúde metabólica:
*⃣Aplicar protetores solares tóxicos, carregados de agentes cancerígenos, e depois queimá-los na pele com luz UV.
*⃣ Comer alimentos processados, cheios de óleos de sementes rançosos, açúcares e aditivos artificiais que alimentam o estresse oxidativo.
*⃣Beber bebidas açucaradas enquanto relaxa, aumentando a carga tóxica.
Somos constantemente bombardeados com substâncias cancerígenas:
*⃣Carpetes, pisos e móveis vinílicos tóxicos que liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) nocivos.
*⃣ Produtos para o corpo, fragrâncias refrescantes para ambientes e velas cheias de desreguladores endócrinos.
*⃣Alimentos ultraprocessados projetados para o lucro, não para a saúde. O sol é um bode expiatório fácil. Não é o sol que é perigoso.
São as toxinas às quais nos expomos diariamente que prejudicam nossa função metabólica, nos tornando vulneráveis.
O câncer é uma doença metabólica e o que fazemos sob o sol importa mais do que o próprio sol.
O melanoma não é causado pela luz solar
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Óleos de Semente: Os 8 Odiados
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Ingredientes cancerígenos do protetor solar
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https://t.co/F6eER0S7Dg
No vídeo: @TheRealDrRimka
"40 anos atrás, um nível de colesterol de 300 era perfeitamente normal e continua sendo perfeitamente normal hoje."
Barbara O'Neill
"Agora nos dizem que não podemos ultrapassar 190"... Toda vez que eles abaixam os números, milhões de pessoas a mais 'precisam' de medicamentos estatina.
Isso não é saúde, isso é uma estratégia de lucro.
93 milhões de americanos estão atualmente tomando medicamentos estatina, gerando para a indústria farmacêutica um lucro anual de 22 bilhões de dólares.
A partir de 2025, as estatinas agora atingiram todas as faixas etárias; a FDA aprovou a terapia com medicamentos estatina para crianças a partir de 8 anos.
O objetivo do famoso Estudo do Coração de Framingham era provar que o colesterol causa doenças cardíacas. O estudo falhou miseravelmente... na verdade, provou o oposto.
Os resultados do estudo mostram que, quando o colesterol é reduzido... a mortalidade AUMENTA. No acompanhamento de 30 anos publicado em 1987, os autores relataram que 'para cada queda de 1 mg/dl no colesterol total por ano, houve um aumento de 11% na mortalidade coronariana e total'.
O renomado lipidologista Dr. Uffe Ravnskov, na maior revisão sistemática de 19 estudos de coorte incluindo mais de 68.000 pessoas (>60 anos de idade), descobriu que aqueles com os níveis mais altos de LDL-C viveram mais tempo. Quanto maior o seu LDL, mais tempo você vive.
Dr. Ravnskov afirmou: "O tratamento com estatina é uma doença mitocondrial iatrogênica... uma morte causada pelo médico."
"Os médicos quebraram seu juramento de 'primeiro, não causar dano' ao prescrever estatinas mortais que reduzem o colesterol e causam Doença de Parkinson, Alzheimer, Fadiga Crônica, Cardiomiopatia, Diabetes, Fibromialgia, Doença Renal, Insuficiência Cardíaca, Esclerose Múltipla, Epilepsia e muito mais."
O colesterol é o bloco de construção de todas as membranas celulares e reduzi-lo prejudica todas as células do corpo. Não há benefícios em tomar uma estatina que reduz o colesterol.
O cérebro deve ser rico em gordura e colesterol para uma capacidade cognitiva ideal e proteção contra doenças neurodegenerativas.
As estatinas cruzam a barreira hematoencefálica e impedem o cérebro de ter suas proporções ideais de 60% de gordura e 25% de colesterol.
As estatinas causam uma multidão de efeitos colaterais que resultarão em uma baixa qualidade de vida. As estatinas não reduzem Doenças Cardiovasculares, Acidente Vascular Cerebral, Infarto do Miocárdio ou Mortalidade.
Os Medicamentos Estatinas Causam as Seguintes Condições Crônicas...
Afasia
Demência
Doença de Alzheimer
Câncer
Pancreatite
Doença de Parkinson
Rasgamento e Dor Muscular
Fadiga e Fraqueza
Neuropatia
Deficiência Hormonal
Dano Cerebral
EM Esclerose Múltipla
Depressão e Suicidalidade
Dano Hepático
Diabetes Tipo 2 de Início Recente
Insuficiência Cardíaca
Vertigem
Comprometimento Cognitivo
ELA (Doença de Lou Gehrig)
👇Quanto Maior o Seu LDL, Mais Tempo Você Vive👇
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👇Colesterol Alto Previne Aterosclerose👇
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👇Estatinas Prolongam a Vida Apenas 3,2 Dias👇
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Palestrante: Barbara O'Neill, Nutricionista Naturopata
Se o mundo recuou da vacina COVID-19 infantil, por que só o Brasil insiste?
Enquanto países de todos os continentes revisaram suas diretrizes e abandonaram a vacinação COVID obrigatória em crianças saudáveis, o Brasil segue sozinho - sem explicação plausível e sem debate transparente.
O editorial dos Médicos pela Vida expôs uma pergunta que vai muito além da classe médica: por que o Brasil mantém uma política que nenhuma democracia do mundo sustenta em 2026?
Até agora, o Ministério da Saúde não respondeu, nenhuma autoridade sanitária explicou e nenhum dado novo foi apresentado.
A população brasileira segue sem respostas, enquanto o resto do mundo já reavaliou riscos, benefícios e contextos epidemiológicos. Não é ciência avançada, se chama ciência - atualizada.
Quando um país inteiro fica isolado, o silêncio institucional deixa de ser detalhe e vira sinal de captura, conflito de interesses ou simples teimosia regulatória.
Se o Brasil está certo e o mundo errado, basta mostrar as evidências. Se não está, é hora de parar de fingir normalidade e corrigir o rumo. Até lá, fica a pergunta: quem responde pelo silêncio?