Pior que é um torneio que estava fadado a NÃO ACONTECER e só aconteceu porque o Bolsa de Cocô queria mostrar que o país estava vivendo uma normalidade enquanto 700 mil pessoas tavam morrendo.
Na moral, deve ser bom demais ter um ídolo na seleção do seu país que escolheu dedicar sua vida ao futebol ao invés de só comer puta, jogar poker e divulgar casa de aposta.
"Me dói ver o Brasil com tanta dificuldade de construir no meio de campo"
"A derrota para a Holanda em 1974 fez o Brasil abandonar a ideia do jogo de posse de bola"
Uma brilhante análise de @Tim_Vickery sobre o abandono conceitual futebol brasileiro ao jogo pelo meio de campo.
Ancelotti, de forma excêntrica, quer encarar a Copa sem lateral-direito. Ibañez dá um passe torto pra Paquetá, que perde o controle da bola, e sai o gol marroquino. Ibañez não pode ser culpado por isso. A escolha de elenco me soa incompreensível. Seu primeiro ato na Seleção foi trazer Casemiro de volta ao time. O fez por memória afetiva de anos atrás. O volante, já em ritmo de Inter Miami, é um clamoroso corpo estranho no ritmo de Copa. Pra quem quer que o seu time marque saída de bola em pressão forte, ter Casemiro pertinho dos zagueiros como um irmão caçula fugindo de problemas é uma auto-sabotagem. Igor Thiago titular, bem, é a escolha conservadora e teimosa, baseada em uma fantasia de segurança e força, que quase todo técnico tem. O resultado é até esperado, nada de muito incômodo. A atuação não está à altura de sonhos maiores.