ENSAIO - BATERIA DE PROTESTO
Esse sábado (11/04) vai rolar o primeiro ensaio da bateria autônoma para protesto!
Não precisa saber tocar previamente, a ideia é aprender em conjunto e somar no barulho!
📅 Sábado, 11/04
⏰ 10h
📍 Kasa Invisível.
Bora colar e se organizar 🥁
🚨 URGENTE | Polícia Militar se reúne com sionistas em Itacaré logo após ataques contra manifestantes pró-Palestina 🇧🇷🇵🇸
Enquanto moradores denunciam agressões, a resposta das autoridades foi um encontro direto com isralenses.
Fascism grows where resistance is silent. We are not neutral, we are not passive spectators. In every neighborhood, in every street, in every coup, let them know that they will not pass here! Fascism is not debated, it is destroyed! Organization, self-defense and direct action!
🚨ANIVERSÁRIO DA KASA INVISÍVEL: 13 ANOS!🚨
A ocupação Kasa Invisível faz 13 anos. Sorte ou azar? Em diversas culturas o número é associado a transformações e a instauração de um novo tempo...
É exatamente o que queremos!
🚨MARÇO DO ARREGAÇO: MÊS DE ANIVERSÁRIO DA KASA!
Começou Março e, além de um mês de luta das mulheres, é o mês que celebramos o aniversário da ocupação Kasa Invisível.
Como diriam compas do Ativismo ABC, bora curtir o Março do Arregaço e celebrar mais um ciclo!
O GALO que você aprendeu a amar não existe mais.
E isso dói de um jeito que nem derrota em final de campeonato consegue explicar.
Porque o GALO não era só um clube.
Era quase uma religião torta, meio pagã, meio operária.
Uma fé que nascia no concreto quente das arquibancadas, na cerveja morna no copo de plástico, no radinho de pilha do seu avô chiando no interior.
O GALO era sofrimento compartilhado.
Era dignidade na dificuldade.
Era orgulho de ser o time que quase nunca tinha tudo, mas nunca teve medo de ninguém.
Era do atleticano que herdava o clube do pai como quem herda uma cicatriz.
Nós crescemos torcendo por coisas simples e imensas.
Torcendo pelo punho cerrado de Reinaldo, que levantava mais que um braço: levantava uma ideia de mundo.
Torcendo pela cabeçada impossível de Dadá Maravilha, que parecia desafiar até a gravidade.
Torcendo pela perna esquerda milagrosa de Victor, que um dia virou muralha e fez o impossível caber dentro de um gol.
A nossa torcida sempre foi por isso.
Mas agora parece diferente.
Agora dizem que o futuro depende de aporte.
De investidor.
De reunião de conselho.
De planilha.
O GALO que era de quem sofria junto foi ficando distante de quem sempre carregou ele no peito.
Arquibancada virou ativo.
Torcedor virou cliente.
Paixão virou ~projeto~.
E nós, que sempre torcemos por punho cerrado, por cabeçada improvável e por defesa milagrosa, agora temos que torcer para bilionário fazer aporte.
Talvez não exista nada mais frustrante do que isso.
Porque o GALO sempre foi uma coisa meio desorganizada, meio caótica, meio improvável.
Mas era nosso.
Era humano.
Agora parece uma empresa tentando simular paixão.
E paixão não se simula.
O GALO não nasceu em conselho administrativo.
Talvez o futebol moderno tenha decidido que clubes precisam virar empresa.
Mas alguém esqueceu de avisar que alguns clubes eram mais do que isso.
O GALO era um deles.
E é impossível não se perguntar:
Até quando vamos resistir a isso?
Porque atleticano aguenta muita coisa.
Aguenta jejum.
Aguenta derrota.
Aguenta injustiça.
O que talvez ninguém esteja preparado para aguentar…
é perder o próprio GALO.
Porque perder jogo, campeonato, a gente aprende desde criança.
Mas perder o próprio clube… isso ninguém ensina.
🚨Artigo:
O Ataque ao Irã é um Ataque a Todos Nós
https://t.co/EB6EXT1CKk
Quando o lucro está se deparando com limites inerentes, os déspotas voltaram a acumular riqueza à moda antiga: pela violência brutal do Estado.
de @Thinc_Exworkers