Mermão... Jair Bolsonaro foi declarado inelegível por abuso de poder ao ter feito um discurso no 7 de Setembro... o cara não podia fazer uma live da casa dele. Se isso aqui que o Lula fez não for abuso de poder, não existe mais isso.
"Acho que a ANA PAULA acabou de dar o empurrão final para a VITÓRIA do FLÁVIO BOLSONARO.
Esse vídeo, para quem tiver interesse em assistir e paciência para raciocinar, tem potencial de virar votos até de PETISTAS.
ESPETACULAR! Assistam, baixem e compartilhem. E é BOM DE VERDADE!
O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, repudiou a tentativa de Lula de associar Flávio Bolsonaro à morte de uma criança durante o debate presidencial da Band, no domingo, 18 de outubro. A controvérsia envolve um princípio fundamental da Justiça brasileira: o direito constitucional à defesa.
Lula confrontou Flávio por ter atuado como advogado de um policial militar acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por disparos de arma de fogo em fevereiro de 2021, na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, no Rio de Janeiro.
A tragédia ocorreu durante uma ação policial. A PM alegou que seus agentes reagiram a tiros de criminosos armados, versão contestada por familiares da criança. O policial Bruno Dias Delaroli foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio com dolo eventual. O caso chegou à Justiça, mas, até hoje, o policial não foi julgado pelo Tribunal do Júri.
Flávio Bolsonaro integrou a defesa do policial entre 2022 e 2024. Sua ligação com o processo decorre exclusivamente do exercício profissional da advocacia.
A OAB ressaltou seu dever de proteger as prerrogativas dos advogados, independentemente de disputas eleitorais.
André Janones mobilizou os militantes de seu “Exército do Lula”, orientando-os a realizar buscas no Google e divulgar associações entre Flávio Bolsonaro, a morte de Ana Clara e expressões como “miliciano” e “Comando Vermelho”. A estratégia buscou vincular politicamente o candidato a um crime do qual não é acusado, explorando sua atuação como advogado do policial investigado. Trata-se de uma associação enganosa, que confunde deliberadamente o exercício do direito de defesa com a autoria de um crime.
A morte de Ana Clara exige justiça e responsabilização de quem for considerado culpado. Mas atribuir a um advogado os crimes imputados ao cliente é confundir defesa técnica com responsabilidade penal.
Se até o direito de defesa passar a ser criminalizado por conveniência eleitoral, estaremos diante de mais uma afronta gravíssima à Constituição e às próprias garantias da Justiça brasileira, que já estão sob ataque.
A declaração feita por Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante uma entrevista explosiva exibida pela CNN Brasil neste sábado, 17 de outubro, enterra de vez a reeleição de Lula. Investigada pela Polícia Federal, ela rompeu publicamente com o presidente e anunciou que pretende fazer uma delação premiada: “Não vou poupar ninguém, nem Lula, nem seu filho.”
Roberta afirma receber cerca de 50 ameaças de morte por dia e diz que suas duas filhas também foram ameaçadas. Responsabiliza Lula por ter colocado um alvo sobre ela ao chamá-la de “pilantra” e compará-la a Daniel Vorcaro em entrevistas. “Qualquer coisa que acontecer comigo ou com as minhas filhas vai ter a digital do presidente da República, vai ter a mão do presidente da República, vai ter o X de sangue que ele fez na minha testa”.
O confronto ganhou força quando Lula disse publicamente que não conhecia Roberta, embora existam diversas fotografias dos dois. Sua campanha alegou que fotos não demonstram relação pessoal ou profissional. Agora, a empresária afirma que Lulinha frequentava reuniões com ministros, inclusive na casa de Camilo Santana, e chamou o presidente de “grande mentiroso”.
A entrevista ocorre em meio a inquéritos ligados à Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS e suspeitas de tráfico de influência envolvendo Roberta, Lulinha e integrantes do governo. Roberta afirma ter informações além das mensagens de WhatsApp e disse estar disposta a colaborar com a Polícia Federal, respeitadas as restrições judiciais.
Roberta Luchsinger e suas filhas precisam de proteção imediata. Lula, que faz campanha dizendo proteger as mulheres, fere mais uma vez todos os princípios da moralidade ao atacar uma delas. A candidatura de Lula, a reeleição de Lula, morre aqui, diante da gravidade dessas declarações.
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