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📍Trump is Volcker-ing Himself
While CNN assures you that this administration is causing economic chaos with no plan whatsoever, I would like to present you with another possibility:
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Maurice Obstfeld argues that the US trade deficit is "caused" by the excess of US spending over US production, but, like most American economists, mainly because he cannot imagine a world in which foreigners, and not Americans, have agency.
https://t.co/V6SLBmD7BS
Currency markets 101
I find this to be the most difficult market to understand and don't have all of the answers on what causes currencies to move. So treat this as a work in progress
Two private sector actors exchange currency for two primary reasons
LIVE NOW - my exclusive @ForwardGuidance launch interview with @SteveMiran who just released his latest Econ paper that unpacks trump’s potential Economic policies.
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O paradoxo da censura
19.04.24
Josias Teófilo na Revista Crusoé
Certa vez, numa escola religiosa, a madre superiora observou que as alunas ficavam olhando para os seminaristas. Ela perguntou: “Por que vocês só se interessam pelos seminaristas, não sabem que eles não podem namorar?”. Ao que elas responderam: “É que o proibido é mais gostoso”.
Essa historinha mostra bem como a proibição muitas vezes induz à prática
ou, no mínimo, o interesse. Lembro que na fazenda de uma instituição religiosa que conheci, com várias cachoeiras, colocaram uma placa dizendo: "Proibido nudez. Tiveram que retirar a placa pois notaram que ela estava incentivando aquela prática que proibia.
No caso da censura - que é remoção ou proibição de circulação de informação ou de bens simbólicos - a situação é
semelhante: a censura chama a atenção quilo que é censurado.
A Igreja Católica, por exemplo, parou de proibir filmes já há várias décadas pois notou que a proibição os promovia enormemente. O sucesso comercial de La Dolce Vita, de Fellini, por exemplo, se deve em grande parte à proibição da igreja.
Em tempos de internet, essa situação é ainda mais ressaltada: ganhou até nome o efeito de proibir ou tentar censurar algum tipo de informação que se volta contra o censor. É o Efeito Streisand,termo relacionado à atriz americana Barbara Streisand, que tentou censurar uma foto de sua propriedade, foto que havia sido vista poucas vezes. Depois do processo, ela foi compartilhada centenas de milhares de vezes na internet.
É um paradoxo: a censura chama atenção àquilo que é censurado. É preciso um enorme aparato para reverter esse efeito, que envolve mais censura, ações judiciais, cerceamento das liberdades individuais.
Nesse sentido, o trecho do relatório do Congresso americano sobre a censura no X (ex-Twitter) no Brasil é bastante eloquente: “Moraes ordenou a censura de um cidadão brasileiro por criticar Moraes por censurar brasileiros.”
A censura virou um círculo vicioso. É preciso censurar cada vez mais para manter a censura ativa. É como um antibiótico que precisa ser dado em doses cada vez maiores, o que pode terminar por matar o paciente.
A partir da segunda década deste século, no Brasil, consolidou-se a existência de uma nova direita. Esse movimento tem como uma das principais características o uso massivo das redes sociais. E não é à toa que tem essa característica: após a redemocratização, a esquerda tornou-se hegemônica nas instituições. Alguém que estude um autor de direita – até mesmo Gilberto Freyre, hoje em dia – terá grandes dificuldades de conseguir um orientador numa universidade federal, para dar só um exemplo.
A nova direita, não conseguindo espaço nas instituições, refugiu-se na internet e terminou por ser pioneira nesse ambiente – produtos digitais, cursos, memes mudaram o cenário político brasileira. É que as massas não são mais físicas, elas são também digitais. A grande questão da política na modernidade é o controle das massas – o que hoje inclui as massas digitais.
O Inquérito de Fake News foi a resposta do establishment político brasileira à ascensão da nova direita, iniciado em 2019 – primeiro ano do governo Bolsonaro –, e ao extraordinário sucesso que a nova direita teve nas redes sociais. A eleição de 2022 foi o auge da censura.Ali aconteceu um fato inédito: o produto digital da produtora Brasil Paralelo sobre a facada em Bolsonaro foi censurado sem mesmo ter sido assistido. Durante a ditadura, os filmes censurados eram vistos, e era feito um relatório detalhado sobre o motivo da censura – inclusive eles eram primeiro exibidos e só depois censurados (quando isso acontecia). No caso do filme sobre Bolsonaro, pela primeira vez, a censura não levou em conta o conteúdo da obra audiovisual, apenas a sua temática e a posição política dos realizadores.
CONTINUA…
@bxsilio A folha do time que caiu era 15 milhões, estão saindo vários com salários muito alto e chegando esses novos com salário dentro da realidade. A expectativa é de uma folha próxima de 4 milhões.
But it will be a test of many different theories about the stabilizing (or destabilizing) impact of abandoning one's currency, and with it, an important amount of sovereignty.
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https://t.co/wl0rWRZW9m
Dollarization isn't just replacing cash in circulation with pesos.
It also means honoring existing peso liabilities in dollars. That immediately makes the BCRA's balance sheet problem (highlighted by @GeneralTheorist) worse --
https://t.co/xCTqjUOjVI
What are tight financial conditions 101?
This is a question with no clear answer. I believe that any correct answer requires a multifaceted view.
I'll mention a few common ones and my thoughts but not be anything like exhaustive.
What is clear is what it means to be tight
Measuring investment performance 101
I have some strong opinions on this topic. It is also one of the most studied topics in finance. I'll give it a go.
I'll start with my strongest view. It is almost impossible to determine if an investor has an ability to beat the market
ok back to my lane.
SP500 will have an extraordinary rally as reality is grudgingly or shockingly realized. I feel comfortable that given the magnitude of the fiscal force, and the absence of any countervailing monetary or Congressional governance, we will see 5000 by Dec.
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It's hard for most of us to understand structural issues that drive an economy, and we much prefer to personalize them, blaming problems on bad leaders or vicious habits, but in doing so on the subject of China's economic slowdown, those of us who...
https://t.co/mP7946Z4z9