Como um pescador que, diariamente joga a isca no mar, esperamos sempre que algo de alguém surja, mas nunca com a mesma paciência que de um apreciador do mar.
A nuvem estava alí,
Confusa, no entrar da guichê.
Negra que era,
E atmosférica
Estava em decidir,
Viver uma vista clichê,
Comprar a frete do freguês,
Ou, a viagem do eu não sei.
Dentre os mares infelizes
Lá estão, as alegrilhas,
Os Pássaros-vigia
E as vistas libertinas
Que destinam aos pescadores
Fins do dia
Ao sabor de quem vive.
PeeZee