SUR-PRE-SA!! 🤡
“Numa nota oficial que o STF emitiu em abril, Alexandre de Moraes foi peremptório. Disse que “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro”. Não é bem assim.
Foram vários voos e pelo menos um deles, ocorrido em 22 de agosto de 2025, está registrado em vídeo (veja abaixo). Nele, Moraes e Viviane Barci aparecem desembarcando de um jatinho no Aeroporto Santos Dumont. Foram recebidos na pista com todas as honras que merecem um excelentíssimo ministro do Supremo e sua mulher. Um dos seguranças, prestativo, carregou as duas malas do casal.
O Legacy 650, prefixo PP-NLR, pertencia oficialmente a uma empresa de Vorcaro. Três meses antes, mais exatamente em 12 de maio, segundo investigações da PF, o escritório de Viviane fechara um contrato de R$ 50 milhões para “prestação de serviços e honorários advocatícios” com uma empresa do banqueiro (isso tudo além do contrato mais polpudo, de R$ 131 milhões, com o Master).
Parte desse total seria pago com cotas de um jato e de um helicóptero, ainda de acordo a PF. O jato era justamente — olha só a coincidência — esse em que o casal viajou para o Rio de Janeiro.
No mês anterior à viagem, o BC já havia enviado um comunicado ao MPF apontando fortes indícios de crime de gestão fraudulenta nas operações entre o BRB e o Master.
Moraes e a defesa do escritório afirmam que esse segundo contrato jamais existiu ou foi assinado.”
SUR-PRE-SA!! 🤡
“Numa nota oficial que o STF emitiu em abril, Alexandre de Moraes foi peremptório. Disse que “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro”. Não é bem assim.
Foram vários voos e pelo menos um deles, ocorrido em 22 de agosto de 2025, está registrado em vídeo (veja abaixo). Nele, Moraes e Viviane Barci aparecem desembarcando de um jatinho no Aeroporto Santos Dumont. Foram recebidos na pista com todas as honras que merecem um excelentíssimo ministro do Supremo e sua mulher. Um dos seguranças, prestativo, carregou as duas malas do casal.
O Legacy 650, prefixo PP-NLR, pertencia oficialmente a uma empresa de Vorcaro. Três meses antes, mais exatamente em 12 de maio, segundo investigações da PF, o escritório de Viviane fechara um contrato de R$ 50 milhões para “prestação de serviços e honorários advocatícios” com uma empresa do banqueiro (isso tudo além do contrato mais polpudo, de R$ 131 milhões, com o Master).
Parte desse total seria pago com cotas de um jato e de um helicóptero, ainda de acordo a PF. O jato era justamente — olha só a coincidência — esse em que o casal viajou para o Rio de Janeiro.
No mês anterior à viagem, o BC já havia enviado um comunicado ao MPF apontando fortes indícios de crime de gestão fraudulenta nas operações entre o BRB e o Master.
Moraes e a defesa do escritório afirmam que esse segundo contrato jamais existiu ou foi assinado.”