Janones diz que vai transformar a vida de Bolsonaro num inferno, alguém avisa ele que Moraes já faz isso o tempo todo.
O oponente não é apenas um inimigo político, mas o combustível indispensável para manter a própria carreira em evidência.
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 23 de junho, a Operação Miragem, que investiga um esquema de fraude contábil no Banco Digimais, instituição controlada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da RecordTV.
A operação cumpre nove mandados de busca e apreensão e determinou o bloqueio de até R$ 670 milhões em bens, além da quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados.
Segundo a PF, os alvos são suspeitos de manipular demonstrativos financeiros, inserir dados falsos em registros contábeis e ocultar a real situação patrimonial do banco para apresentar ao mercado e aos órgãos reguladores uma condição financeira mais favorável do que a existente na prática.
Entre os investigados estão diretores, conselheiros e gestores ligados ao Digimais e à ID Serviços Financeiros.
Auditorias apontaram que cerca de R$ 3 bilhões estavam aplicados em fundos cujas demonstrações financeiras não puderam ser auditadas por falta de documentação. O valor representava aproximadamente 73% dos investimentos do Digimais nesse tipo de ativo.
Outro ponto que chamou a atenção dos auditores foi a valorização de fundos recém-criados. Segundo os registros, aplicações de R$ 357,6 milhões passaram a valer R$ 997,5 milhões, gerando um resultado positivo contábil de R$ 639,8 milhões.
A operação ocorre em meio às negociações para a venda do Digimais ao BTG Pactual. Um dia antes da ação da PF, a agência Fitch retirou a classificação de risco do banco, alegando falta de informações atualizadas e incertezas relevantes sobre sua situação financeira.
Embora Edir Macedo não esteja entre os alvos, a investigação atinge diretamente a estrutura de comando da instituição financeira criada após a aquisição do antigo Banco Renner, em 2020.
O futuro do Digimais está nas mãos da Polícia Federal e do Banco Central. Depois dos casos Master, Will, Pleno e de outras instituições que acabaram liquidadas, surge mais um banco cercado por suspeitas graves, agravando ainda mais a credibilidade do sistema financeiro brasileiro.
Encontro com os pré-candidatos do PL do Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro presidente e Douglas Ruas governador. Breve anunciarei onde pretendo representar o meu povo.
Como advogado, eu conheço por dentro os problemas da Justiça brasileira.
Eu sei o que está errado, sei o que precisa mudar e, principalmente, sei como mudar.
Chegou a hora de parar de reclamar e começar a agir. 🇧🇷
Todo mundo esta enxergando e entendendo muito bem o que o Gilmar Mendes esta tentando fazer.
TODO MUNDO.
A minha preocupação é isso estar sendo feito de maneira tao explícita, sem nenhum receio.
Triste espetáculo ontem no Roda Viva com Gilmar Mendes atacando o trabalho de seu colega Ministro e plantando argumentos para defender futuras nulidades nas investigações do Banco Master. Desconheço prática semelhante no Direito Alemão, sempre muito citado pelo ministro.
As pessoas sempre me perguntam: “Governador, e a poluição do Rio Tietê e do Rio Pinheiros?”
E a resposta é simples: nós já estamos despoluindo, atacando o problema na fonte, o esgoto não tratado.
Francisco Morato, Franco da Rocha, Caieiras e Cajamar tratavam ZERO; hoje já tratam 65%. Guarulhos tratava apenas 2%; hoje chegamos em 45% e, até o fim do ano, vamos pra 78%. Na capital, o índice saiu de 85% para 92%.
Despoluir o Tietê e o Pinheiros não acontece da noite para o dia. Mas agora sim, o estado de São Paulo tem um governo com coragem pra fazer o que precisa ser feito.
Flávio Bolsonaro compara STF a "delegacia de polícia"
“O Supremo hoje parece mais uma delegacia de polícia, não uma corte constitucional. A todo momento, um ou outro naquela corte quer interferir no processo eleitoral, escolhendo quem pode ser candidato e quem não pode.”