@clubedopairico Eu lembro que em 2019 o comentário da maioria dos “influencers” de bolsa era que ia chegar em 150k naquele ano. Eles só erraram por 6 anos…
⏰ A partir de hoje, dia 3 de novembro, os horários mudam na Bolsa. O tradicional “horário de verão”.
(sem termos horário de verão …)
Na real, a B3 justifica a mudança por conta do fim do horário de verão americano. E para que não fique muito diferente de lá, fazem este ajuste por aqui. 😉
A principal mudança é em relação ao horário da negociação com ações: começará às 10h e terminará às 18h. Sem a presença do after-market …
Já para o Mercado de Futuros fica tudo igual, indo das 9h às 18h. 😃
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O pessoal na maioria das vezes ignora um dos pontos fundamentais de todo trader bem-sucedido: o “controle” emocional, o entendimento do lado psicológico da coisa …
Você já pensou em investir em prédios de papel ?
Não … eu não estou louco.
Uma alternativa simples e que torna viável, para qualquer pessoa, o investimento em imóveis. Mas não, não são prédios como os apresentados acima. 🙂
O investimento em “imóveis de papel” seria o equivalente às ações, as empresas de papel. Sim, estou falando dos FIIs ! 😉
Da mesma forma que uma ação representa um “pedaço” de uma empresa, um Fundo de Investimento Imobiliário representa um pedaço de um imóvel. E da mesma forma que você compra uma ação (ou tantas quantas quiser e puder), para se tornar sócio de uma empresa, você pode comprar FIIs para ser um dos proprietários de um determinado imóvel (ou de uma “coleção” de imóveis).
A ideia não é nova. Já foi apresentada aqui no Clube em outras oportunidades, como no post “Quero investir em imóveis para aluguel, mas isso dá tanto trabalho …“, mas quanto mais informação e conhecimento tivermos sobre as alternativas de investimento disponíveis, melhor fica. Concorda ? 😀
Pois então … Na minha busca constante por aprendizado, encontrei um novo livro sobre o tema Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs). Mesmo não sendo a minha praia, pois como você já sabe, meu foco, hoje, é 100% no investimento com Opções, aprender é sempre bom. Sem contar que isso me ajuda a ajudar mais pessoas. 😉
E confesso que esta leitura me agradou bastante. Ela foge um pouco do que eu já tinha visto sobre o assunto. Motivo ? Ela foca em algo que ainda não tinha encontrado: “Valuation” de FIIs.
Sim, cálculos que podem ajudar o investidor a determinar se um certo FII está caro ou barato ! 😯
Mas o mais legal mesmo, foi a apresentação de um cálculo onde o autor determina o preço de um imóvel para locação. Com base nas projeções de valor de aluguel, inflação, etc etc etc, ele mostra qual o valor justo para a compra/venda. Algo que eu realmente nunca tinha visto antes ! 🙂
Claro, além disso, é apresentado todo o conteúdo de base sobre o investimento. Os tipos de FII existentes, como se negociar (comprar e vender na Bolsa), os custos, IR … Foi um dos melhores que já li sobre o tema. 😀
SIM !! Leitura mais do que indicada !! 😉
Disponível aqui: https://t.co/XiHaSoQc3E
Sou heavy user de IA. Aqui vão algumas lições que aprendi:
1. JAMAIS terceirize sua escrita. Escrever ajuda a organizar o pensamento. Use a IA para refinar seu texto, jamais para escrever para você.
2. EVITE a todo custo usar a IA para resumir conteúdos que você deveria ler/ assistir/ escutar. A IA muitas vezes deixa passar nuances que é o faria você recordar daquilo daqui alguns anos. Ela vai resumir a conclusão, não o processo de entendimento.
3. O conhecimento humano foi construído de forma composta. Vamos aprendendo e progredindo, aí precisamos aprender mais e continuamos a progredir. O fato da IA conseguir te explicar algo não quer dizer que você aprendeu. Sabe aquilo que você já pesquisou mil vezes no Google? Pois é.
4. A IA é ótima para te ajudar a fazer o que você não sabe, mas você precisa conseguir avaliar o resultado. Por exemplo, o fato de você pedir para ela automatizar algo, ela cuspir um código e funcionar, não te faz um programador. Isso não é um problema, desde que você não seja um programador.
5. A IA é um ótimo parceiro para você discutir suas ideias e pedir críticas, desde que você peça por isso. Caso contrário, ela fará você sentir um alecrim dourado - e é isso que a maioria das pessoas deseja.
6. Aprendizado é como juros compostos: não dá para pular etapas. A IA pode ser uma ótima ferramenta para fixar conhecimento. Pular etapas só fará você ter uma resposta boa para aquele exato momento.
7. IA é alavancagem: amplifica o que você já tem. Se você não constrói base, ela só multiplica o vazio.
8. Fazer mais rápido não significa aumento de produtividade, significa apenas que você tem mais tempo disponível. Aumento de produtividade seria você fazer melhor no mesmo tempo ou fazer mais no mesmo tempo. Você está usando a IA para ter mais tempo ocioso ou para produzir mais?
8. IA é alavancagem: amplifica o que você já tem. Se você não constrói base, ela só multiplica por zero. Você pode escrever um livro sobre um tema que não conhece, apenas torça para que ninguém te faça uma pergunta sobre o assunto.
9. Dificuldade para explicar temas complexos? Nisso a IA pode ser uma ferramenta incrível.
10. Entender como os LLMs funcionam te ajudam a criar melhores prompts. Se você não consegue criar bom prompts, dificilmente conseguirá bons resultados.
11. Tenho certeza que pessoas pegam textos 100% gerados por IA e inserem erros propositais, tentando disfarçar que não foi feito por IA.
12. Sabe aquele e-mail que você escreveu pê da vida? Antes de enviar, copie o texto, vá ao seu LLM preferido e digite: reescreva esse texto de forma mais profissional e empática. Releia antes de enviar!
If you watch live trading sessions from top traders, the most impressive part isn’t the profits.
It’s how they handle a loss. The calm, the composure, the discipline to stick to the plan.
That’s what separates a performer from a gambler.
Anyone can win; few can reset.
Dependência do Bolsa Família: a César o que é de César.
Já critiquei várias vezes aqui a troca do teto de gastos pelo arcabouço fiscal no governo Lula e a expansão dos gastos que se seguiu.
Mas o aumento da dependência do Bolsa Família ocorreu nos dois últimos anos do governo Bolsonaro (quando foi turbinado em 21 e 22).
Em 23 e 24, já no terceiro governo Lula, essa dependência (medida pelo número de famílias que recebe o auxílio a cada 100) caiu.
O que os Baring, os Rothchild, os Morgan, os Ford, os Agnelli, os Peugeot, os Citroën, os Renault, os Toyoda, os Rockefeller, os Guggenheim, os Schlumberger e os Wendel têm em comum ? Todos são sobrenomes de famílias que ganharam grande destaque em suas áreas de atuações, com empresas (muitas vezes) seculares, e que ganharam muito, mas muito dinheiro mesmo. 🙂
Todos eles são exemplos de dinastias: famílias que criaram impérios e que se mantiveram no “poder” por várias gerações. Ok … “várias” é forçar um pouco a barra, ao menos 3 gerações. Algo que nos lembra daquela frase: “Pai rico, Filho nobre, Neto pobre“, mas não ao pé da letra.
No livro “Dinastias“, de David Landes, somos apresentados a 3 grupos dinásticos: os banqueiros, os automobilísticos e os de commodities. Desde o surgimento das famílias em si (de onde vieram, o que faziam, etc) até o momento “final” delas. Por “final” entenda o seguinte: estas dinastias se formaram em empresas familiares, onde o sangue falava mais alto na administração do negócio. Em alguns casos as gerações foram se renovando no controle, porém em outros a administração passou a ser de responsabilidade de “estranhos”, encerrando o ciclo sanguíneo na empresa.
Algo completamente natural, afinal de contas o gosto por um negócio não vem marcado no DNA da pessoa. Não é por ser filho de um banqueiro, que tem tino para os negócios envolvendo dinheiro e transações, que a pessoa gostará de exercer a mesma função e tampouco terá a aptidão necessária para levar o império adiante.
A religião
Um ponto que me chamou bastante a atenção, foi a influência da religião nestas dinastias. Protestantes, judeus, batistas … “todas”, exceto a os católicos romanos. O que existe nesta religião para afugentar, de forma tão grande e profunda, o sucesso financeiro de seus praticantes ? É tão pecaminoso assim ser bem-sucedido para a Igreja ? Só ela que podia colher os louros ? 🙁
Saiba que este é um dos grandes motivos para que o Brasil seja o que é. Por ter como religião oficial (por mais que insistam que somos um país laico …), temos nossas “diretrizes” impostas pela religião. E olha que eu já li sobre isso em alguns livros …
Outra coisa que me chamou a atenção foi o preconceito contra os judeus desde sempre. “Por terem pregado Jesus na cruz” … Que nada, o motivo – aparentemente – é um só: inveja. Sabe aquela coisa de que o sucesso traz junto a inveja quem olha ? Pois então … O número de judeus nesta lista não é pequeno não. (entre praticantes e “convertidos”)
A corrida dos Ratos
E por incrível que pareça, até mesmo no caso destas famílias, a boa e velha corrida dos ratos, apresentada a nós pelo livro Pai Rico Pai Pobre, está presente. Num nível “superior” (pois a grana era muita), e impossível de ser imaginada para muitos.
Castelos, propriedades fantásticas, obras de arte, hobbies mil, etc … O que você pensar, que esteja acima do imaginado, era o alvo do desejo e conquista destas pessoas.
E como fazer com que todo o clã se concentrasse em um único objetivo quando as tentações são grandes ? Festas ! Mulheres ! Carros ! Mulheres ! Dinheiro ! Mulheres … E isso foi algo bem comum em todas as famílias.
Os negócios
Interessante notarmos que o livro apresenta as histórias destas empresas familiares, desde a fundação, até os momentos em que “o jogo ganhou velocidade”. Mais interessante ainda é notarmos quão próxima estava alinha do “sucesso” com a proximidade dos negócios com os governos. Seja negociando empréstimos ou fornecendo os produtos para eles. O que, querendo ou não, acaba nos levando às guerras …
Os períodos de guerra foram fatores decisivos para pelo menos metade das famílias apresentadas. Foram nelas que suas fortunas ganharam proporções inimagináveis. Há quem diga que o melhor negócio do mundo seja justamente esse: a guerra. (os Estados Unidos que o digam …)
Às vezes, mais interessante do que a fundação da empresa, era o momento de transmitir o negócio a próxima geração. Justamente pela barreira do “será que ele entende do negócio ?”, “será que ele quer tocar este negócio ?”. Algumas vezes fomos surpreendidos, como no caso dos Morgan, mas em outros o sucesso ficou restrito ao patriarca e com a sua saída a coisa desandou …
Conclusão
Um livro muito interessante, que aborda diversos ramos empresariais, com um pouco de história e empreendedorismo como ingredientes principais. Para quem tem uma empresa familiar, é o tipo do livro que te faz pensar um bocado sobre as coisas …
Indico a leitura, justamente por mostrar um lado “diferente” do sucesso empresarial: o aspecto familiar do negócio.
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