Aqui na Holanda os semáforos não funcionam com temporizadores, funcionam com sensores de tráfego na estrada.
O sinal não fica verde para uma via vazia.
O amarelo às vezes dura 5 segundos para deixar passar o último carro, e o vermelho pode durante meros segundos apenas para deixar entrar um único carro vindo de outra via, antes de abrir logo verde outra vez para a via com mais trânsito.
O mesmo para os semáforos nas ciclovias. Muitas vezes nem é necessário carregar no botão para pedir verde, porque a ciclovia tem os mesmos sensores que as estradas e estão todos conetados, então antes de chegares ao semáforo, já está verde e não tens que parar.
O amarelo pode esticar para te deixar passar, mas está tudo tão controlado que aqueles segundos entre movimentos em que todas as direções estão vermelhas simplesmente não existe. O verde abre para ti, quando o último carro já passou o ponto em que se podiam cruzar. Está a contar com o tempo que demoras a acelerar e chegar a meio do cruzamento.
Não tentem passar vermelhos "a queimar" aqui. Além das cameras e dos 300€ de multa, podes mesmo não ter tempo de passar em segurança antes das outras direções arrancarem.
Por outro lado, nunca apanhas vermelhos se fores o único carro na estrada e seguires o limite de velocidade. Assim que passas o sensor, o verde abre.
Matosinhos Sul, Av. D. Afonso Henriques.
Vide o excelente trabalho que a câmara fez que demorou quase 1 ano acabar.
Um mar de asfalto sem nexo.
Uma autoestrada com 2 faixas para cada lado.
Estacionamento? Intocado.
Ciclovia que foi prometida? Nem vê-la.
1/ #THREAD
📷 Créditos ao mundo_ciencia_pt no @instagram
Estes 3 problemas não existem no @MetrodoPorto:
- Painéis Informativos ✅
- Frequências elevadas ou baixas com material circulante de alta capacidade ✅
- O projeto da Linha da Boavista previa túnel pedonal entre estas estações 👫🚇
✅Cobertura ampla
✅Mupi eletrónico com mapa da rede e horários
✅Iluminação LED
🚏Podia ser uma paragem de autocarro em Lisboa, Porto, Vila Nova de Gaia
🎯Mas não, é em Bragança
(saibamos imitar os bons exemplos onde os pequenos detalhes são tomados em atenção)
Portugal 3o mundista #THREAD:
Desde passeios a flutuar, lixo descontrolado pelas ruas, descampados sem utilização há décadas, ciclovias popup em calçada que servem de estacionamento...
Matosinhos precisa de novos ares.
🌳 Paris just transformed one of its most iconic squares: Place de l’Hôtel de Ville. Once a vast stone esplanade, it’s now an urban forest.
Inaugurated on June 21, 2025, this project is reshaping how the city tackles climate, space, and livability. 🌍
🧵 O Ministro das Finanças está desconfortável com a venda do Novo Banco (NB) ao Caixabank por este ser espanhol. Deixemo-nos de antagonismos com Espanha do séc XIV! É fundamental pensar para lá da nacionalidade e o que está realmente em jogo para o Estado e os contribuintes. 👇
@gajodagabardine Sem alterações na infraestrutura e mais radares qualquer limite é uma sugestão. Portugal tem muitas stroads com limites bonitos de 50 e 70 mas que toda a gente faz a 90 ou 110 porque é isso que a "estrada sugere".
Não fico contente se a autoeuropa fechar, mas VAI fechar e não acho que os portugueses todos que lá trabalham têm bem noção do que está a acontecer.
Não estou a falar das cheias. Estou a falar da FALÊNCIA da Volkswagen até ao fim desta década.
Eu sei que muitos vão achar isto ridículo. Podem fazer piadas, podem gozar e dizer que não, mas a realidade é que a VW não vai sobreviver esta década. E como a VW, várias outras que esperaram até ser tarde demais para começar a pensar em fazer carros elétricos.
As grandes marcas de carros que toda a gente conhece desde pequeno e que parecem "too big to fail", vão cair. Nenhuma tem elétricos em condições, a preços acessíveis e bom software, que as pessoas queiram comprar. Ainda fazem planos para que uma grande parte das suas vendas provenham de motores a combustível em 2030........ A quem? Ninguém, em perfeito juízo, vai comprar um carro a combustão novo em 2030.
Além de terem um custo operacional mais elevado que os elétricos (combustível e manutenção), também estão a ser, e cada vez mais, banidos em certas cidades. A venda também vai ser proibida eventualmente.
Olhem para a China, onde mais de 50% dos carros vendidos já são elétricos. Onde a VW faz 40% da receita total. Onde a VW não consegue vender carros novos a combustão, pq as pessoas não os querem, mas também os VW elétricos não pegam porque o povo chinês adora novas tecnologias e o software da marca é horrível. E o preço....
A próxima década vai ser dominada pela Tesla e por marcas chinesas como BYD, Xpeng, NIO, e Polestar.
A China, maior mercado automóvel no mundo e a região que está a apostar mais na transição para o transporte elétrico. A VW está a ficar cada vez mais para trás a nível de vendas na China, que por sua vez está a deixar de ser um mercado importador de carros para começar a ser exportador.
Os carros elétricos mais vendidos durante a próxima década vão ser Teslas e chineses. VW, BMW, Mercedes, Toyota (lol)... Estão todos a mingar.
Carros elétricos são compostos por centenas de partes MENOS que os veículos a combustão. As empresas que estão a conseguir fazer algum lucro com elétricos são verticalmente integradas sem depender tanto de fornecedores terciários.
Os portugueses que dependem da Autoeuropa estão numa situação muito má. Não é bom de se ver. A maioria não faz ideia ainda. A maioria ainda acha que carros elétricos "não vão pegar".
Podem guardar este post e lembrar-me em 2030. Façam isso mesmo. Daqui a 7 anos venham dizer que eu estava errado e ninguém quer carros elétricos. Vou estar aqui para ver.
Rafa, o trânsito são os carros. Podes encher a cidade inteira de ciclovias que não vais ter trânsito, porque as bicicletas não causam trânsito. O que causa trânsito são veículos grandes, ineficientes e que ocupam demasiado espaço para transportar 1 pessoa na maioria dos casos.
E quanto à ideia de que raramente se usam as ciclovias… Primeiro, as bicicletas são muito mais eficientes para deslocação intra-cidade, por isso não vês filas paradas como nos carros. O trânsito de bicicletas flui, como em Utrecht, onde há o cruzamento de bicicletas mais movimentado do mundo e não há congestionamentos, porque não há carros.
Depois, muitas ciclovias em Lisboa não ligam a nada. Acabam do nada e obrigam os ciclistas a ir para a estrada onde há carros, ou para o passeio, onde há peões. Mas mesmo que não fosse esse o caso, os ciclistas podem circular na estrada. O Código da Estrada permite-o. Aconselho ler.
O problema não é os ciclistas "acharem que podem andar no meio da estrada"—o problema é que a infraestrutura muitas vezes os deixa sem alternativa.
Aliás, muitos não querem andar na estrada, onde têm de partilhar espaço com veículos de duas toneladas conduzidos por pessoas distraídas com o telemóvel. Principalmente em Portugal, onde ainda existe esta hostilidade atrasada em relação a ciclistas, como se percebe pelo teu post.
E nem é só uma questão de haver ou não ciclovias. Foi feito um inquérito em Portugal sobre o uso da bicicleta, e a principal razão apontada pelos portugueses para não andarem mais de bicicleta foi a falta de condições seguras para o fazer. Ou seja, se houvesse ciclovias conectadas, separadas e seguras, haveria mais pessoas a usá-las.
Qualquer condutor experiente, ao conduzir numa zona residencial, dentro das localidades ou perto de peões, sabe que deve reduzir a velocidade de acordo com as condições de visibilidade. Sabe que deve antecipar o perigo e praticar uma condução defensiva. Estão a conduzir uma máquina de 2 toneladas no meio duma cidade, tenham cuidado.
Reduzir as velocidades para 30km/h dentro das localidades, ter cameras para fiscalizar a passagem de carros com semáforos vermelhos, passadeiras elevadas da estrada por lombas. Cada uma destas medidas sozinhas já reduziam o número de atropelamentos em Portugal.
Há países onde os peões têm que andar de colete de visibilidade e alguns sítios onde têm de ter uma bandeira para serem vistos pelos condutores. Se isso não é sinal de um falhanço extremo no planeamento das cidades, o que é?
As cidades são para as pessoas. Carros não deviam estar tão confortáveis dentro das cidades ao ponto de toda a gente em volta ter que abrir caminho para o vosso sofá de estrada ou morrer. A maioria das viagens feitas de carro dentro das cidades poderiam muito bem ser feitas a pé ou de bicicleta, mas o tuga é capaz de levar o carro para fazer 50m para tomar café, e outra vez para fazer mais 20m e mais 30m pq já viram o que era ter que caminhar 200m? Ew.
A nova lei incentiva o urban sprawl, a construção em áreas fora das zonas urbanas e suburbanização do tecido urbano. Devíamos era centrar esforços no aumento de densidade e construção paralela aos eixos ferroviários. Assim aumentarão custos a longo prazo.
https://t.co/xYAZEiDvGS
1º Tweet de senso comum de 2025
- O combate à pobreza faz-se com redistribuição da riqueza, mas sem riqueza não é possível fazer redistribuição, é mais fácil dividir 10 Kg de carne por 10 pessoas do que um osso de galinha.
- Termos salários miseráveis não é apenas por causa da ganância dos patrões, mas também pela pouca produtividade da nossa economia e há medidas que funcionam comprovadamente
-> Simplificar regimes fiscais e legislação, eliminando tudo o que seja hostil ao crescimento das empresas, o regime fiscal (IRC, derramas, etc) castigam o crescimento das empresas, promovendo por vezes coisas como dividir uma empresa em várias para pagar menos impostos, etc. Isto é parvo, a simplificação e o mínimo de exceções é muitíssimo mais benéfico para o crescimento.
-> É urgente mexer nas leis laborais, devemos passar de um paradigma de segurança no emprego para segurança de emprego, o objetivo é caminhar rumo ao sistema de flexisegurança, as pessoas merecem ser felizes e valorizadas no que fazem, pode parecer paradoxal, mas isto não se faz com contratos para toda a vida invioláveis, mais flexibilidade é bom para todos, desde que haja uma cooperação próxima entre estado/empresas/instituições de ensino e uma rede social forte, não queremos pessoas com estabilidade, mas infelizes e a receber salários baixos toda a vida, é melhor para todos uma pessoa sair do emprego onde está qualificar-se e ter um emprego onde se está mais feliz e tem rendimentos superiores. Isto apenas funciona quando a qualificação é desenhada de acordo com as necessidades das empresas/estado e há um subsidio de desemprego justo que permita à pessoa dedicar-se à sua educação sem estar em ansiedade extrema sobre o futuro próximo e distante.
-> Nada disto é um jogo de soma nula, o objetivo é aumentar a qualidade de vida de todos, seja os que trabalham, seja os que não o fazem, seja porque estão ainda no sistema de ensino ou já não o podem fazer, mais produtividade, mais crescimento, mais receitas para o estado, mais estado social e redistribuição, é o chamado circulo virtuoso.
Nada disto é novo, nada disto é pensamento brilhante, são medidas já implementadas noutros países e que funcionam.
Isto tudo para dizer que todos os partidos devem falar de simplificação fiscal/legislativa, a esquerda deve urgentemente começar a falar de crescimento economico, o centro liberal tem que colocar mais estado social no discurso e todos, do PS ao CDS, passando pela IL e PSD, gostaria de ver o Livre na discussão também, mas duvido que queiram, devem começar a falar e a tentar chegar a entendimentos em relação à revisão da legislação laboral.
Só uma nota, a única semelhança do land value tax com o IMI é que é pago um valor sobre a propriedade, tirando isso não poderiam ser mais diferentes, tanto em objetivos como em resultados.
O LVT, sendo um valor fixo promove o melhoramento do terreno, ou seja faz mais sentido construir um prédio de habitação do que ter o terreno abandonado ou com uma casa em ruinas e acaba por ser um incentivo a vender terrenos/imóveis não utilizados pois o valor será elevado.
O IMI tendo por base o VPT desincentiva o melhoramento e promove deixar o imóvel ao abandono, pois uma casa em ruinas paga uma ninharia, mas com o aumento do valor do imobiliário essa ruina continua a valorizar só por existir, não havendo incentivo para fazer obras, pagar IVA e taxas, perder anos de vida para depois colocar no mercado de arrendamento, por exemplo, e ter que pagar 27% do valor e ter poucas ou nenhumas garantias da parte do estado e da justiça que não tenho chatices caso os inquilinos deixem de pagar a renda ou destruam a casa e claro sobe o VPT, sobe o IMI também. Vender também não vale a pena, porque como disse, esta a valorizar.
Resumindo um promove ações que melhoram a vida de todos, mais habitação, menos uso do imobiliário como investimento e reserva de riqueza, mais dinamização do mercado de arrendamento (apesar de aqui ter que ser conciliado com outras medidas fiscais e legislação), mais receita para o estado e mais dinheiro para distribuir. O outro promove o açambarcamento de propriedade, a inação e aumenta o fosso social entre proprietários e não proprietários.
Dito isto é fácil perceber porque é que em PT nunca um imposto deste género, alias nem o mínimo dos mínimos que seria aumentar consideravelmente (foco no consideravelmente, não é 100 ou 200euros por ano) o valor do IMI para imóveis não usados para habitação permanente algum dia será implementado.
Se resolveria a crise da habitação por si só ? Não, mas seria um contributo gigantesco
Vamos, @RafaelNadal!
As you get ready to graduate from tennis, I’ve got a few things to share before I maybe get emotional.
Let’s start with the obvious: you beat me—a lot. More than I managed to beat you. You challenged me in ways no one else could. On clay, it felt like I was stepping into your backyard, and you made me work harder than I ever thought I could just to hold my ground. You made me reimagine my game—even going so far as to change the size of my racquet head, hoping for any edge.
I’m not a very superstitious person, but you took it to the next level. Your whole process. All those rituals. Assembling your water bottles like toy soldiers in formation, fixing your hair, adjusting your underwear... All of it with the highest intensity. Secretly, I kind of loved the whole thing. Because it was so unique—it was so you.
And you know what, Rafa, you made me enjoy the game even more.
OK, maybe not at first. After the 2004 Australian Open, I achieved the #1 ranking for the first time. I thought I was on top of the world. And I was—until two months later, when you walked on the court in Miami in your red sleeveless shirt, showing off those biceps, and you beat me convincingly. All that buzz I’d been hearing about you—about this amazing young player from Mallorca, a generational talent, probably going to win a major someday—it wasn’t just hype.
We were both at the start of our journey and it’s one we ended up taking together. Twenty years later, Rafa, I have to say: What an incredible run you’ve had. Including 14 French Opens—historic! You made Spain proud... you made the whole tennis world proud.
I keep thinking about the memories we’ve shared. Promoting the sport together. Playing that match on half-grass, half-clay. Breaking the all-time attendance record by playing in front of more than 50,000 fans in Cape Town, South Africa. Always cracking each other up. Wearing each other out on the court and then, sometimes, almost literally having to hold each other up during trophy ceremonies.
I’m still grateful you invited me to Mallorca to help launch the Rafa Nadal Academy in 2016. Actually, I kind of invited myself. I knew you were too polite to insist on me being there, but I didn’t want to miss it. You have always been a role model for kids around the world, and Mirka and I are so glad that our children have all trained at your academies. They had a blast and learned so much—like thousands of other young players. Although I always worried my kids would come home playing tennis as lefties.
And then there was London—the Laver Cup in 2022. My final match. It meant everything to me that you were there by my side—not as my rival but as my doubles partner. Sharing the court with you that night, and sharing those tears, will forever be one of the most special moments of my career.
Rafa, I know you’re focused on the last stretch of your epic career. We will talk when it’s done. For now, I just want to congratulate your family and team, who all played a massive role in your success. And I want you to know that your old friend is always cheering for you, and will be cheering just as loud for everything you do next.
Rafa that!
Best always, your fan,
Roger