@giraldirenato Cleitinho traria muito mais votos se fosse o Vice do Flávio.
Lógico que o Luiz Philippe têm mais capacidade técnica pela qualificação profissional, mas na capacidade de conquistar o povão, ele está muito à baixo.
@OFCBostil Se ficou em casa e deixou o PT continuar no poder, ou é Isentão, ou age por puro ego, e prefere ver seu País na merda do que apoiar um Bolsonarista.
@OFCBostil 1. É o partido que vai para o 2° turno.
2. Está prometendo aplicar um tesouraço nos impostos e melhorar o poder de compra.
3. É o único com chance de evitar a continuação do PT.
Tereza será vice. Até setembro vão derrubar o Flávio, Tereza sai candidata e Rogério Marinho vira vice.
Mas se eu falar isso vão falar que sou traidora…
Tá tudo desenhado desde fevereiro… 🤡🤡
FALTAM 69 DIAS. A ROTA PARA FLÁVIO VENCER JÁ ESTÁ NOS DADOS
Não é segurança OU economia.
É segurança como coluna vertebral da campanha e o preço da compra como pauta que a campanha precisa colocar no centro do debate.
Cinco pesquisas diferentes colocam segurança entre os dois principais problemas do Brasil. Em quatro delas, o tema aparece em primeiro lugar.
E Flávio já é considerado mais preparado que Lula por 53% a 34% para enfrentar o crime organizado e por 53% a 38% na segurança pública.
Essa vantagem precisa virar projeto, orçamento, prazo e autoridade.
Mas existe uma segunda frente com enorme potencial: a inflação sentida.
O IPCA acumulava 4,64% em 12 meses em junho. No mesmo período, a cesta básica subia 9,37% em São Paulo, 9,21% no Rio de Janeiro e 12,52% em Belo Horizonte.
O IPCA mede uma cesta ampla. O problema é que ninguém faz uma compra média abstrata.
Cada família sente mais aquilo que compra toda semana.
A FGV explica que produtos frequentes e aumentos recentes ficam mais fortes na memória. É exatamente aí que existe espaço para agenda-setting.
A campanha não precisa esperar uma pesquisa dizer que inflação virou o maior problema.
Precisa dar nome àquilo que a população já sente, apresentar a conta e oferecer uma saída.
O DIEESE estimou em junho que uma família de quatro pessoas precisaria de R$ 8.110,92 por mês para cobrir as necessidades consideradas pela Constituição. O mínimo nominal era de R$ 1.621. A distância é de cinco vezes.
Isso não é promessa de salário mínimo de R$ 8 mil amanhã.
É uma radiografia da perda de poder de compra.
E há uma explicação estrutural.
O relatório fiscal de julho projetou déficit primário de R$ 52 bilhões, equivalente a 0,38% do PIB.
Depois das exclusões permitidas pela regra, o número apresentado para o cumprimento da meta vira superávit de R$ 10,8 bilhões, ou 0,08%.
Superávit para a regra. Déficit antes das exclusões.
A regra pode ser legal. A conta continua real.
O FMI calcula a dívida pública brasileira em 97,8% do PIB em 2026 e projeta 100% em 2027.
Pela definição usada no Brasil, a projeção para 2026 é de 86,6%.
São metodologias diferentes. Mas a obrigação não desaparece quando se troca a régua.
Dívida não é a única causa do preço do feijão.
Oferta, clima, frete e energia provocam choques imediatos.
A fragilidade fiscal, porém, aumenta o risco, pressiona juros e câmbio e torna o combate à inflação mais demorado e caro.
O choque acende o preço. O fiscal fraco dificulta apagar o incêndio.
Flávio já vence Lula por 47% a 43% quando o tema é inflação e preços. Agora precisa transformar essa vantagem potencial numa campanha permanente sobre o preço da compra.
As entregas precisam começar imediatamente:
- Brasil sem Facções, com projeto, orçamento e plano de cem dias.
- Painel Custo Brasil Real, mostrando resultado fiscal antes e depois das exclusões e os dois conceitos de dívida.
- Plano Preço da Compra, combinando responsabilidade fiscal, logística, armazenagem, competição e energia mais barata.
- Fila Zero, com metas públicas para consultas, exames, cirurgias e medicamentos.
- Portal de transparência da campanha, com doações, despesas, reuniões, conflitos de interesse e auditoria independente.
- Brasil por Elas com custo, financiamento, creche, proteção, emprego, privacidade e prazo de execução.
Campanha que apenas acompanha pesquisa segue a agenda dos outros.
Campanha que transforma uma dor vivida em diagnóstico, solução e esperança define a agenda.
Flávio já possui a vantagem temática.
Agora é trabalhar para isso se tornar cada vez mais voto útil em Flávio no primeiro turno dos indecisos ou propensos a votar em terceiras vias.
Com alguns temas, como economia, pode até tirar alguns votos de Lula no nordeste. Basta caprichar!
Mãos à obra!
PARA ONDE VAI O VOTO QUANDO A ELEIÇÃO AFUNILA
Comecei a análise do Datafolha. Ainda não dá para analisar completamente por não termos ainda os arquivos de bairros e o relatório completo. Porém, já dá para começar a ver algumas coisas importantes nas análises preliminares. Cinco pontos:
1️⃣ Lula é constante: 47–48 contra QUALQUER adversário. Ele está no teto. A eleição não é sobre ele crescer, é sobre a oposição consolidar os 26 pontos que estão fora das duas bases. Ataques ao Flávio não surgem o efeito esperado.
Continua...
🇧🇷 TABELA ELEITORAL: Confira a intenção de voto de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo os últimos levantamentos dos institutos de pesquisa.
*Atualizado em 06/06*
🟢 VOX Brasil – 01 a 03 de junho.
🟢 Veritá – 22 a 26 de maio.
🟢 Real Time Big Data – 29 a 30 de maio.
🔎 Próxima atualização (previsão): 12/06.
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Algumas informações importantes que levantei sobre a última pesquisa Datafolha.
Siga o fio!
1) O arquivo de entrevistas bairros e cidades fala que as entrevistas foram feitas nos dias 13 e 14 de maio:
2) A amostragem de renda da Folha está trazendo um número muito maior de pessoas na faixa até 2 SM e um número muito menor de pessoas na faixa de mais de 5 SM (salários mínimos). Ou seja, estaria acrescentando um viés provável pró-Lula. Flávio poderia estar MUITO acima do Lula nesse exato momento, pois se mesmo entrevistando mais um grupo que favorece mais o Lula do que a média da população, ainda assim aparecem empatados no 2o turno, com rejeição bem maior para o Lula.
3) Fazendo o cálculo de probabilidade (não temos reporte do resultado com faixas de renda para reponderar), estimamos que Lula poderia ter 1.6 p.p a menos e Flávio entre 2.8 e 3.3 p.p a mais.
4) Em SP, de novo privilegiando bairros como Pinheiros e Perdizes, tradicionalmente esquerdistas. Santana está mais à direita, mas outros bairros de periferia são todos mais esquerdistas.
Algumas informações importantes que levantei sobre a última pesquisa Datafolha.
Siga o fio!
1) O arquivo de entrevistas bairros e cidades fala que as entrevistas foram feitas nos dias 13 e 14 de maio:
2) A amostragem de renda da Folha está trazendo um número muito maior de pessoas na faixa até 2 SM e um número muito menor de pessoas na faixa de mais de 5 SM (salários mínimos). Ou seja, estaria acrescentando um viés provável pró-Lula. Flávio poderia estar MUITO acima do Lula nesse exato momento, pois se mesmo entrevistando mais um grupo que favorece mais o Lula do que a média da população, ainda assim aparecem empatados no 2o turno, com rejeição bem maior para o Lula.
3) Fazendo o cálculo de probabilidade (não temos reporte do resultado com faixas de renda para reponderar), estimamos que Lula poderia ter 1.6 p.p a menos e Flávio entre 2.8 e 3.3 p.p a mais.
4) Em SP, de novo privilegiando bairros como Pinheiros e Perdizes, tradicionalmente esquerdistas. Santana está mais à direita, mas outros bairros de periferia são todos mais esquerdistas.
@diegopecortez De verdade. Não consigo entender a esperança que alguns têm nesse Renan. Não visualizo qualidade alguma que o faça ter a capacidade de ser Presidente. Se o candidato fosse o Kim Kataguiri eu entenderia, pois ele é inteligente, sério e um dos melhores parlamentares do Brasil.