Você se lembra que o TSE AMORDAÇOU BOLSONARO na campanha de 2022, tentando calar a verdade!?
Veja a lista do que o tribunal PROIBIU nosso presidente de falar:
1️⃣ Ligação de Lula com o PCC? 🚫 Proibido! Mesmo com tantos indícios, o TSE multou Bolsonaro em R$15 mil por tocar no assunto.
2️⃣ PT contra o Auxílio Brasil? 🚫 Censurado! O TSE barrou Bolsonaro de mostrar como o PT desprezou o povo humilde.
3️⃣ Lula e o coronavírus? 🚫 Proibiram Bolsonaro de usar falas do petista que mostram seu desrespeito pela vida!
4️⃣ Urnas eletrônicas? 🚫 Bolsonaro foi punido por questionar a segurança do sistema, mesmo sem provas de que é 100% confiável!
5️⃣ Imagens do 7 de setembro e ONU? 🚫 O TSE vetou o uso desses momentos de patriotismo na campanha!
6️⃣ Lula falando de aborto e roubo de celular? 🚫 Proibiram Bolsonaro de expor as palavras do próprio adversário!
7️⃣ Lula e ditadores? 🚫 O TSE não quis que o povo soubesse das amizades perigosas do PT!
8️⃣ Lives no Alvorada? 🚫 Multas de R$20 mil por usar o espaço público para falar com o povo!
🇧🇷 Isso não é justiça, é CENSURA! O TSE quis apagar a verdade para proteger Lula e o PT.
Isto aqui precisa ser ensinado em todos os colégios.
As pessoas não sabem o que é um aborto. Quando você explica, qualquer um que não seja psicopata vai ser contra.
@joaofig Inclusive, essa versão tosca do CRIMINOSO pode leva-lo a responder não só por tentativa de homicídio como por homofobia, pela tentativa de desclassificar a vítima.
🏴 Na Inglaterra, uma reporter foi em um bairro de muçulmanos mostrar que eles são pacíficos.
Em poucos minutos começaram a aparecer vários mascarados mandando ela ir embora senão iam matá-la.
Esse país já era!
@APPazzianotto Seria interessante o advogado de Zambelli levar essa decisão a corte europeia de direitos humanos e lá processar o violador de direitos humanos.
OS MAGISTRAIS
Há um tipo de autoridade que começa acreditando representar a Justiça e termina acreditando ser maior do que ela. Não se contenta em julgar processos. Quer corrigir a sociedade, educar o povo, controlar a palavra, administrar a opinião pública e decidir até onde vai a liberdade alheia. Quando alguém questiona, não responde com humildade institucional. Responde com toga, caneta, sigilo, inquérito e superioridade moral.
Em Supremas Cortes, ministros decidem. Aqui, alguns decidiram também mandar, ordenar, intimidar, ameaçar e punir. A toga virou comando. O martelo virou arma. E a soberania que dizem defender parece cada vez menos a do país e cada vez mais a do próprio poder.
O problema é que o mundo começou a olhar. Espanha, Itália, Estados Unidos, Argentina e veículos importantes da imprensa internacional já perceberam que há algo muito errado quando uma Suprema Corte passa a acumular funções, avançar sobre limites, tratar crítica como ameaça e transformar decisões excepcionais em método permanente. O que antes parecia assunto interno brasileiro virou constrangimento internacional.
A decisão italiana no caso Zambelli — e aqui não importa se gostamos dela ou não — foi simbólica porque atravessou o oceano para dizer o óbvio: não se pode confundir juiz, vítima, investigador e executor dentro do mesmo jogo. O Direito precisou vir de fora para lembrar aquilo que aqui dentro muita gente fingiu esquecer. E quando o óbvio precisa ser importado, a desmoralização já está instalada.
O mais grave é que eles ainda parecem não perceber. Continuam com o nariz empinado, como se toda crítica fosse ignorância, toda divergência fosse extremismo e toda reação internacional fosse ataque à soberania. Mas soberania de quem? Do país ou deles? Pelo dicionário, soberano é quem exerce poder supremo, quem detém domínio. E é exatamente essa a impressão que começa a se formar: não estão defendendo a soberania nacional, mas a soberania de suas togas, de seus martelos, de seus salários, de suas mordomias e de um poder que já não aceita ser questionado.
Chamam-se magistrados. Mas, nesse espetáculo de vaidade institucional, talvez caiba melhor outro nome: os magistrais. Magistrais na arrogância, magistrais no excesso, magistrais na incapacidade de enxergar o estrago que estão fazendo à imagem do Supremo Tribunal Federal e do próprio Brasil.
Quando tribunais estrangeiros começam a barrar extradições, quando órgãos de refúgio passam a proteger condenados pelo STF e quando a imprensa internacional transforma o Supremo brasileiro em tema recorrente de crítica e desconfiança, já não estamos diante de “ataque à soberania nacional”. Estamos diante do desgaste externo de uma soberania muito mais estreita: a soberania da toga.
LEVANTAMENTO INTERNACIONAL
Espanha: a Audiência Nacional espanhola negou a extradição de Oswaldo Eustáquio e apontou motivação política no pedido brasileiro. A decisão foi além de uma formalidade processual: colocou sob suspeita a natureza da perseguição judicial apresentada pelo Brasil.
Itália: no caso Carla Zambelli, o ponto mais forte não é a simpatia ou antipatia pela personagem. É o conteúdo da decisão. A Corte de Cassação apontou problema de imparcialidade, questionou o acúmulo de papéis de Alexandre de Moraes no processo e falou em violação grave do direito de defesa. Isso é mais forte do que uma manchete: é uma corte estrangeira dizendo que o processo brasileiro não passou no filtro jurídico de outro país.
Estados Unidos: Trump Media e Rumble levaram Alexandre de Moraes à Justiça americana, em tribunal federal da Flórida, alegando censura ilegal e efeitos sobre a liberdade de expressão em território americano. O caso ganhou dimensão institucional quando o próprio STF autorizou a AGU a atuar na defesa de Moraes, tratando a questão como assunto de Estado.
Argentina: a Conare concedeu refúgio permanente a Joel Borges Corrêa, condenado pelo STF pelos atos de 8 de Janeiro. Mesmo num caso em que a Argentina também aceitou outras extradições, esse episódio mostra que decisões brasileiras passaram a ser filtradas politicamente e juridicamente por outros países.
Imprensa internacional: The Economist, Wall Street Journal, Washington Post, Reuters, Politico, The Guardian e Die Welt também repercutiram, com diferentes tons, a concentração de poder, a disputa com plataformas digitais, a censura, o bloqueio do X, a atuação de Moraes e os choques entre decisões brasileiras e liberdade de expressão fora do Brasil.
Quase ninguém percebeu que os tais US$ 30 milhões que o Master teria dado para Alcolumbre foram operacionalizados por Augusto Lima, o sócio petista de Daniel Vorcaro. Ligado a Jaques Wagner e Rui Costa, foi ele quem conseguiu o emprego de lobista para Guido Mantega no banco, a pedido de Lula. Afinal, quem é o verdadeiro dono do Master?
A nota do Min. Edson Fachin sobre a decisão da Justiça Italiana no caso da extradição de Carla Zambelli era institucionalmente esperada. Era impensável que o Presidente da Corte simplesmente aceitasse a decisão, pois isso implicaria uma confissão tácita daquilo que a Itália constatou e, portanto, passaria a exigir uma drástica providência interna, inclusive com potencial alcance de outros casos. E isso já está muito claro que o Colegiado não tem nenhuma intenção de fazer.
A questão é que a nota não produz absolutamente nenhum efeito no julgamento de lá, mas, também como se esperava, expõe significativamente mais o próprio Judiciário brasileiro, transferindo um julgamento que se direcionava essencialmente a um julgador para toda a Corte por ele integrada.
Em verdade, o mais provável a partir disso é o precedente italiano passar a ser utilizado em diversos outros casos semelhantes, muito provavelmente com decisões definitivas de outros países o seguindo, especialmente porque o parâmetro para esses julgamentos, como já sinalizado aqui, são os pactos e convenções internacionais sobre direitos humanos. São essas normas que um julgamento assim reconhece terem sido violadas.
No saldo, o Brasil vai mesmo se distanciando em definitivo dos ditos "Estados de Direito". E o mundo vai gradativamente reconhecendo isso.
Lembrando que Moraes mandou a PF na casa de uma família que discutiu com ele em aeroporto da Europa… nem no Brasil era.
E essa família teve a vida completamente devassada … destruída .. gastaram com advogados.. tiveram que se humilhar..
Isso não é um juíz..