A juventude tem jeito e o Rio também.
Essa é a Ana Cottas, uma jovem mulher de 22 anos, estudante de Direito, a favor da família, dos valores cristãos, da valorização dos nossos policiais, contra o aborto e contra a legalização das drogas. Para Dep. Federal, vote Ana Cottas 2011
“The disclosure has made Moraes one of the focal points of the snowballing corruption scandal sparked by the $10bn collapse of lender Banco Master last year.”
Brazil banking scandal engulfs Supreme Court
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STF EM GUERRA DECLARADA
O que até poucos dias atrás poderia ser tratado como divergência interna transformou-se numa crise aberta dentro do Supremo.
André Mendonça, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Edson Fachin passaram a protagonizar uma sequência de decisões, reações e movimentos processuais que expôs uma divisão raramente vista publicamente na Corte.
No centro da disputa está o celular de Daniel Vorcaro. Mendonça tornou público relatório da Polícia Federal contendo referências a Alexandre de Moraes e Paulo Gonet. Moraes reagiu contra a atuação do colega. Depois, Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada. A Segunda Turma chegou a formar maioria para manter a decisão, Gilmar pediu vista, Dino determinou a reintegração e Fachin acabou intervindo para suspender as decisões conflitantes e levar a crise ao Plenário (PET 16.704/DF).
Neste domingo, a temperatura subiu mais um grau.
Cristiano Zanin determinou que a Polícia Federal entregue ao seu gabinete, até as 23h, cópia integral dos dados extraídos do celular de Vorcaro, encaminhando cópia do ofício a Fachin, no início da noite deste domingo.
O ministro sustentou que todos os integrantes da Corte devem ter acesso ao material e registrou um argumento particularmente relevante no contexto da crise: não há hierarquia entre os ministros do STF.
A decisão coloca Zanin diretamente no centro do conflito sobre o acesso às provas. Mendonça vinha resistindo à disponibilização integral do conteúdo, argumentando que a abertura indiscriminada dos dados poderia comprometer investigações em andamento e até tumultuar o julgamento marcado para terça-feira. Zanin seguiu em sentido contrário e determinou a entrega do material diretamente pela PF.
A disputa, portanto, deixou de ser apenas sobre o que existe no celular de Vorcaro. Agora envolve também quem pode acessar os dados, em que extensão, em qual momento processual e quais consequências esse acesso poderá produzir sobre investigações ainda em andamento.
O quadro é ainda mais grave porque Mendonça pediu a Fachin que apure possível pressão ou constrangimento sobre delegados da Polícia Federal para que o conteúdo fosse disponibilizado. Ao mesmo tempo, Moraes, Gilmar e Zanin defendem acesso integral ao material.
Gilmar tentou adiar o julgamento de terça-feira e reunir, numa mesma análise, o caso envolvendo Moraes e as acusações dirigidas contra Mendonça. Fachin disse não. Separou os procedimentos e manteve a sessão extraordinária de 15 de setembro.
O cenário é extraordinário: Mendonça resiste à abertura integral dos dados; Zanin determina à PF que os entregue; Moraes questiona a atuação de Mendonça; Gilmar tenta reunir os casos; Dino já interferiu diretamente na controvérsia envolvendo o comando da Polícia Federal; e Fachin tenta centralizar institucionalmente uma crise produzida por decisões e movimentos dos próprios integrantes da Corte.
Não estamos mais diante de simples divergências jurídicas entre ministros.
Ora, há decisões conflitantes e para todos os gostos, inclusive acusações cruzadas, disputa sobre provas, questionamentos sobre a atuação da Polícia Federal e uma intervenção direta da Presidência do Supremo para tentar organizar institucionalmente o conflito.
E ainda faltam menos de dois dias para a sessão de terça-feira.
O STF não julgará apenas mais um processo. Ele terá de enfrentar, em Plenário, uma crise que nasceu dentro da própria Corte e que, a cada nova decisão, parece ficar maior, e longe de um fim pacífico.
Suprema guerra onde quem perde é o Brasil.
GLOBONEWS DETONA MORAES
Merval: “Existe um movimento para melar a reunião de terça-feira. Eles têm medo de perder e tentam adiar a votação. O objetivo é impedir a investigação contra Alexandre de Moraes. Não é possível que existam pessoas que não podem ser tocadas. Moraes tem que ser investigado.”
Não vai mudar nada de essencial se a PF entregar os dados do celular a Zanin e a Moraes. Isso é chicana para tumultuar o julgamento. Chi-ca-na. Moraes tem de ser investigado pela relação promíscua com o maior fraudador do sistema financeiro do país.
"Em meio à ofensiva contra Mendonça, o presidente do STF terá de escolher entre cumprir a Constituição ou permitir que o Brasil mergulhe numa crise sem precedentes." Leia a reportagem de Cristyan Costa (@cristyandacosta) na Revista Oeste
https://t.co/XpdqRVShJ4
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ESTÃO DESESPERADOS!
Merval: “Existe um movimento para melar a reunião de terça-feira.
Já passou da hora de alguém parar esses ministros. Eles NÃO MANDAM no Brasil inteiro.