A mulher que fingiu ser uma criança de 12 anos será submetida a um exame de sanidade mental.
Eu só acho que quem acreditou nela deveria fazer os exames primeiro.
🚨 INACREDITÁVEL! Haddad agora diz que a culpa das empresas fugirem para o Paraguai é... do Bolsonaro! 🤡
O "Taxad" aumenta impostos todo santo dia, afunda a economia, cria insegurança jurídica, mas jura que o empresário está fugindo por causa do governo que REDUZIA impostos. O PT nunca decepciona na arte de culpar os outros pela própria incompetência. Fuga de capitais tem nome e sobrenome: Governo Lula! 📉💸
A defesa e a decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros tentaram pintar a imagem de uma mãe destruída pela perda do filho e pelo julgamento público.
Mas o caso Henry Borel tem detalhes que tornam essa narrativa difícil de engolir.
Em uma das cenas mais dolorosas reveladas pela investigação, Henry fez uma videochamada com Monique enquanto ela estava em um salão de beleza.
O menino, machucado e assustado, teria pedido: “Mamãe, vem pra casa”. Na mesma ligação, relatou que “o tio bateu” ou “brigou”, em referência a Jairinho.
Mesmo depois de saber que algo grave havia acontecido com o filho, Monique não agiu como uma mãe diante de um pedido de socorro.
Esse não foi o único ponto.
A babá Thayná afirmou no julgamento que, após a morte de Henry, Monique pediu que ela apagasse mensagens do celular e omitisse informações.
Justamente mensagens que mostravam que a mãe sabia de episódios de violência contra o menino.
Também chamou atenção a ida de Monique ao salão de beleza depois da morte do filho.
Ela fez serviços estéticos e a própria polícia apontou contradições na explicação dada por ela.
Outro episódio que marcou a opinião pública foi a selfie tirada na delegacia, dez dias após a morte de Henry.
Na imagem, Monique aparece sentada ao lado de um advogado, com expressão tranquila, em um momento em que prestava depoimento sobre a morte do próprio filho.
Nenhum desses fatos, isoladamente, resume uma pessoa.
Mas juntos, eles formam um retrato muito distante da mãe apenas vulnerável, dominada e em luto que tentaram apresentar.
Henry não precisava de uma mãe perfeita.
Precisava de uma mãe que voltasse para casa quando ele pediu ajuda.
Precisava de uma mãe que não mandasse apagar mensagens.
Precisava de uma mãe que colocasse a vida dele acima do relacionamento, do status, do novo apartamento e da própria conveniência.