MC Cabelinho questiona como Flávio Bolsonaro conseguia, aos 19 anos, conciliar faculdade e estágio presenciais no Rio com um cargo de 40 horas semanais na Câmara, em Brasília.
“Trabalhar e estudar muita gente faz. Mas a mil quilômetros de distância? Não faz sentido.”
🔦 Assista ao novo episódio do Revelando: Flavinho De Papai, com MC Cabelinho no YouTube: https://t.co/7SQb36UOHm
Rapaz! Que vídeo ESPETACULAR interpretado por Sergio Guizé. Bora viralizar!
Para combater o crime, você votaria em um criminoso? Alguém cheio de fotos com bandidos, com assassinos, gente envolvida com PCC, com Comando Vermelho? Que pegou milhões do maior ladrão do Brasil?
#FlavioEsquemaPandemia
#8MilhoesDeSoldadosDoLula
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Daniela Lima acaba de IMPLODIR a campanha do Flávio Bolsonaro: Enquanto 2 mil brasileiros morriam por dia na Covid, Flávio ostentava em festa em alto-mar com lobistas da Covaxin e prostitutas.
#FlavioEsquemaPandemia#QueméMarianaFlávio? E AGORA, FLÁVIO?
Daniela Lima acaba de IMPLODIR a campanha do Flávio Bolsonaro: Enquanto 2 mil brasileiros morriam por dia na Covid, Flávio ostentava em festa em alto-mar com lobistas da Covaxin e prostitutas.
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Se a Meta derrubou esse vídeo do MC Cabelinho para proteger Flávio Bolsonaro, é nossa MISSÃO
SENTAR O DEDO E ESPALHAR para o Brasil todo.
Espalhe nos seu grupos, manda pra todo mundo
EXPLOODEE 💣🔥
🚨 URGENTE! POLÍCIA MILITAR DE SP É ACUSADA DE FORJAR CENA COM CAMISETAS DE LULA EM OPERAÇÃO!
Uma denúncia gravíssima em Piracicaba exige respostas imediatas do Ministério Público de São Paulo, da Secretaria da Segurança Pública e do governador Tarcísio de Freitas.
Três jovens foram detidos durante uma operação policial e apareceram usando camisetas idênticas de apoio a Lula. As imagens foram divulgadas pelo senador eleito Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública de Tarcísio, que aproveitou o episódio para fazer discurso político.
Mas a história pode ser muito mais grave.
A mãe de um adolescente de 17 anos afirma que o filho NÃO estava usando a camiseta quando foi abordado e acusa policiais de terem colocado as roupas nos detidos.
E tem mais: duas mulheres da mesma comunidade denunciaram que policiais as agrediram e exigiram que entregassem camisetas de apoio a Lula. As peças seriam do mesmo modelo utilizado pelos presos.
Segundo a Folha, o PT já acionou a Procuradoria-Geral Eleitoral e pediu investigação da Polícia Federal.
Se a denúncia for confirmada, estaremos diante de uma possível utilização da Polícia Militar para fabricar uma narrativa política às vésperas do segundo turno.
O Ministério Público de São Paulo precisa agir imediatamente!
Exigimos a preservação das imagens das câmeras corporais, dos registros da denúncia ao 190 e das roupas originais dos detidos, além da identificação dos policiais envolvidos e de uma investigação independente.
A Secretaria da Segurança Pública precisa explicar a origem das camisetas. E Tarcísio de Freitas precisa se manifestar publicamente.
Como imagens de uma operação policial cercada por denúncias tão graves foram parar nas redes de um aliado político do governador?
Combater o tráfico é obrigação da polícia. Fabricar propaganda eleitoral, se comprovado, é um escândalo de outra natureza.
A Polícia Militar serve à população de São Paulo, não a projetos eleitorais!
Fontes: Folha de S.Paulo, Metrópoles e TV TODODIA.
Algum advogado sabe me dizer como alguém conseguiria desmentir um vídeo que vem a público acompanhado de dois laudos dos maiores peritos do Brasil, confirmando que o vídeo não sofreu qualquer manipulação de imagens e que não houve uso de IA?
UMA TARDE NO LAGO
Um churrasco na lancha com Flávio Bolsonaro, lobistas e garotas de programa durante a pandemia
Às 20h30 da noite de 16 de julho de 2020, o consórcio montado por veículos de imprensa para contabilizar as vítimas da Covid registrava um marco trágico: 1.299 mortos apenas naquele dia. No total, 76.822 brasileiros já tinham morrido em decorrência do vírus, e os números não paravam de crescer. Poucos minutos depois desse registro público, mais precisamente às 20h49, o jatinho de prefixo PR-SAD decolou do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com destino a Brasília.
O jato executivo Embraer Phenom 300, que pertencia à empresa Prime You e já teve Daniel Vorcaro como um de seus usuários, havia sido destacado para transportar dois empresários: Danilo Berndt Trento e Francisco Maximiano, diretor institucional e dono da Precisa Medicamentos, respectivamente. Os dois diziam representar o laboratório indiano Bharat Biotech, responsável pelo desenvolvimento da vacina Covaxin, e queriam fechar um acordo com o governo de Jair Bolsonaro para produzir vacinas para o Brasil.
Embora, àquela altura, as vacinas ainda não fossem uma realidade palpável no mundo, havia uma corrida para sua pesquisa, produção e comercialização. Contratos começavam a ser firmados. Como o Brasil tinha um presidente negacionista, o país estava fora do páreo. Tanto a americana Pfizer quanto a chinesa Sinovac tentavam negociar com o Ministério da Saúde, mas nada avançava. A Precisa Medicamentos já era uma grande fornecedora do governo, a quem vendia de testes rápidos de Covid a preservativos femininos. Mas a empresa via a oportunidade de aumentar seus laços com a gestão de Jair Bolsonaro.
Para azeitar a perspectiva de bons negócios, Danilo Trento e Francisco Maximiano decidiram promover um passeio cujo objetivo era agradar ao primogênito do então presidente, o senador Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República pelo PL. A dupla recorreu então a um procedimento de praxe: procurou seu agente de viagens, Raphael Barão, dono da Barão Turismo, e o encarregou de organizar um churrasco a bordo de uma lancha, no Lago Paranoá, em Brasília. O principal atrativo do passeio, porém, não seria a picanha, mas três garotas de programa trazidas de São Paulo.
Havia seis pessoas a bordo naquele voo na noite de 16 de julho de 2020. Eram elas: os empresários Danilo Trento e Francisco Maximiano, o agente de viagens Raphael Barão e três garotas, duas loiras e uma morena. A aeronave aterrissou no aeroporto de Brasília às 22h12. De lá, todos os seis se dirigiram ao hotel Meliá Brasil 21, localizado no setor hoteleiro Sul da capital federal. O evento na lancha só ocorreria no dia seguinte.
Os jornais amanheceram em 17 de julho como de costume: tomados por notícias sobre mortos, infectados e desvios de recursos que deveriam ser usados para tratar os doentes. Por volta das 10h30 da manhã, um carro estacionou em um dos decks com acesso ao Lago Paranoá. O automóvel estava carregado com bebidas, como vodca, gim e cerveja, além de petiscos, destinados a abastecer a lancha de uma cabina, com cerca de 20 metros de comprimento, que estava atracada à beira do lago.
Entraram na embarcação Danilo Trento, as três garotas e o condutor da lancha. Logo em seguida, chegou o convidado principal da festa: Flávio Bolsonaro, que veio acompanhado de seu amigo, Alexandre Santini. Àquela época, Santini era sócio de Flávio Bolsonaro na operação da franquia da célebre loja da Kopenhagen, no Rio de Janeiro. (De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a loja foi usada para lavar dinheiro oriundo da prática de rachadinha operacionalizada por Fabricio Queiroz, ex-PM e operador da família. O MP estima que 1,6 milhão de reais em espécie, devolvidos por assessores da Alerj, foram lavados por meio da loja de chocolates. O caso foi arquivado depois que o STF anulou as provas, em 2021).
Quando a lancha zarpou, pararam no Alô Grau, um restaurante flutuante no lago, onde compraram mais comida e bebida. A conta, paga por Barão, ficou em 1.949 reais. O barco então circulou pelo Lago Paranoá. O Sol era inclemente e os tripulantes temiam que algum drone do entorno os registrasse em seu veraneio pandêmico. Santini e Flávio Bolsonaro ficaram sem camisa. Santini exagerou na bebida. À certa altura, Flávio desceu à cabina com uma das garotas. Ela não foi a única a fazer esse caminho acompanhada do senador naquela tarde. Santini e Trento não desceram. Passaram a maior parte do tempo na proa da embarcação.
O passeio de barco se encerrou por volta de 15 horas. Mas havia ainda uma surpresa. Com o barco já atracado no deck, Danilo Trento, o interessado em vender vacina para o governo, quis presentear Flávio Bolsonaro com um mimo. Ele tirou de seu pulso um relógio Rolex, com pulseira em tom prateado, e colocou no pulso do senador. Flávio Bolsonaro foi embora usando o novo presente. (piauí)
Você sabia que Flavio Bolsonaro fez esquema de rachadinha e deixava a milícia extorquir dinheiro de pacientes e funcionários durante a pandemia no Rio de Janeiro?
FLÁVIO BOLSONARO ESQUEMA PANDEMIA
#QuemEMarianaFlavio
FLAVIO É COMANDO VERMELHO
#Somos7MIlhõesdeSoldadosdoLula