@alexalves198013@Jacariana Beleza em tão se a filha dela tivesse debochando de alguém sem pernas era só arrancar as dela também né. Parabéns por sua inteligência.
@luizigjunior@Jacariana Na minha opinião, obrigar uma criança a raspar o cabelo contra a própria vontade é uma forma de humilhação e violência psicológica. Sou totalmente contra o bullying, mas acredito que a punição deve educar, não expor ou humilhar.
@OpinaGigante@Jacariana Também sou contra o bullying e acredito que a menina precisava ser responsabilizada. A diferença é que eu acredito em uma punição que eduque, não que humilhe. Fazer entender a dor da outra pessoa é diferente de fazê-la passar por uma humilhação pública.
@alexalves198013@Jacariana Cara, faria ela entender levando-a em hospitais do câncer, se desculpar e qualquer outras opções que não envolvam tortura. Para uma mulher o cabelo é sagrado.
Torturado, perseguido, esquecido propositalmente, silenciado, censurado, preso sem a mínima legalidade.
Não há mais tempo para “neutralidade” no Brasil. É agora ou nunca mais.
Se não for pelo que @jairbolsonaro passa por ter despertado um país, que seja pelo que seus filhos passarão ao notar os vizinhos amigos do PT.
Quando você tiver qualquer dúvida sobre a possibilidade de o Brasil dar certo, lembre-se de Aracruz, no Espírito Santo.
O sujeito que invadiu duas escolas armado e assassinou TRÊS PROFESSORAS e uma ALUNA DE 12 ANOS, além de ferir outras 12 pessoas, FOI SOLTO após míseros três anos de internação no “SPA” para menores infratores.
Neste exato momento, ele está nas ruas. Não porque foi inocentado, nem porque cumpriu uma pena proporcional ao massacre que cometeu, mas porque tinha 16 anos no dia do crime.
- Erika Hilton?
- Sâmia Bomfim?
- Tabata Amaral?
- E o Lula, cadê o “pai dos pobres”?
Tortura, massacre, machismo. Uma mulher negra da periferia foi brutalmente espancada e teve a cabeça raspada por narcotraficantes que Lula e a esquerda não querem classificar como terroristas.
A esquerda abraça traficantes como se fossem vítimas sociais, trata criminosos como vítimas e, segundo essa crítica, deixa as verdadeiras vítimas à mercê da violência do narcotráfico.