Kendrick Lamar is arguably the best storyteller rapper of all time.
In this order:
1. Kendrick Lamar
2. Nas
3. Immortal Technique
4. Common
5. The Notorious B.I.G
6. Eminem
7. J. Cole
8. Dave
9. Lupe Fiasco
10. Joyner Lucas
Any changes or notable omission?
@iitsyyou @julianofloss Depois disso, o mais engraçado é que ele era fissurado no Jonas, só falava dele em TD canto e lqqr oportunidade ,enqnt o Jonas nem lembrava da existência dele na casa
Name ONE 2024–2025 rap hit that’ll still be this hard 11 years from now like No Role Modelz is in 2025.
Not "Not Like Us" (Kendrick)
Not "Like That" (Kendrick)
Not "Euphoria" (Kendrick)
Not "Family Matters" (Drake)
Not "Push Ups" (Drake)
Not "Carnival" (Ye & Ty)
I’ll wait...
Sabe o homem preso por matar a mulher, jogando-a do 10º andar? Ele recebeu R$ 12 milhões em um contrato pra lá de suspeito com a produtora do filme do Bolsonaro.
Alex Leandro Bispo dos Santos, preso em 2012 pelo sequestro de um sobrinho do Suplicy, foi contratado para supostamente manter funcionando pontos de wi-fi gratuito em São Paulo de jul/24 a jun/25.
O serviço foi contratado pela gestão Ricardo Nunes junto ao ICB, uma ONG de Karina Gama, produtora executiva do filme do Bolsonaro, em um contrato de R$ 108 milhões. O ICB subcontratou algumas empresas, como a "Favela Conectada", de Alex Bispo.
Em troca de antecipar a instalação de alguns pontos para antes do período eleitoral, a prefeitura aceitou também antecipar a "data base" do pagamento da manutenção de todos os pontos para junho/2024, independente da data de instalação. Considere que a manutenção é a "mensalidade" da internet.
Imagine que você contratou a Vivo ou a Claro para instalar internet na sua casa em junho. Ela só instala em abril, mas diz que você precisa pagar a mensalidade desde junho. E você diz "combinado".
Então a empresa do suspeito de feminicídio instalou, por exemplo, 218 pontos na última semana de abril de 2025. A internet funcionou em maio e junho. Mas a prefeitura aceitou pagar as mensalidades de julho (sem existir o ponto), agosto (sem existir o ponto), setembro (sem existir o ponto), outubro ((sem existir o ponto), novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março (idem para todos), abril (ponto instalado na última semana), maio (ok) e junho (ok).
Boa parte desses R$ 12 milhões pagos à empresa de Alex Bispo foi referente a serviços nunca executados (a manutenção de pontos de internet que ainda não existiam). Ah, importante: ele era subcontratado por R$ 700/ponto/mês, mas a produtora do filme do Bolsonaro recebia R$ 1.800 ponto/mês. Ou seja, ficava com a maior parte do dinheiro.
Tá tudo contado lá na minha coluna no @Metropoles. Lê o texto inteiro e você vai descobrir mais coisas, tipo que a empresa ficava no mesmo endereço da....
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