"O descontentamento não tem respaldo na sociedade portuguesa? Gostava de lembrar ao Primeiro-Ministro que 116% da renda média é o que é preciso para arrendar um T1 em Lisboa."
@mariacastellob
#governo#luismontenegro#habilitação#política#portugal
𝑵ã𝒐 𝒆𝒔𝒕𝒐𝒖 𝒂 𝒇𝒂𝒍𝒂𝒓 𝒅𝒆 𝒈𝒐𝒗𝒆𝒓𝒏𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔!!!
A falta de consciência é mais perigosa do que a ignorância.
Como diria Nietzsche, 𝒑𝒆𝒏𝒔𝒂𝒓 𝒆𝒙𝒊𝒈𝒆 𝒄𝒐𝒓𝒂𝒈𝒆𝒎 𝒆 𝒏𝒆𝒎 𝒕𝒐𝒅𝒐𝒔 𝒆𝒔𝒕ã𝒐 𝒅𝒊𝒔𝒑𝒐𝒔𝒕𝒐𝒔 𝒂 𝒊𝒔𝒔𝒐.
E não estou a falar do governo
Aqui está uma intervenção que clarifica bem a situação que se vive em Portugal e o carácter de quem nos governa. E pasme-se, não vem de uma pessoa de esquerda...
Que grande amasso.
Deixem o Luís trabalhar!
Com a Pátria esquecida de que tem PR, algures em Belém, o PM anda lá fora a abanar a cabeça às decisões belicistas da senhora Von der Leyen, enquanto a Europa está em guerra contra a degradação do ensino, falta de habitações e aumento do custo de vida.
Este episódio de Trump a desligar o Starlink/Starshield à Ucrânia deve servir-nos de aviso: de certeza que queremos comprar F-35 que os EUA podem, em teoria, desligar ou (mais fácil ainda) bloquear a atualização de software?
Vamos mesmo gastar $5 mil milhões em potencial sucata?
O regresso do Estado à REN
Saúdo o regresso do Estado à REN, de onde nunca devia ter saído e mereceu a condenação da União Europeia, mas não posso deixar de denunciar a incoerência do antigo líder parlamentar de Passos Coelho e ora primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Este Pedro Proença não tem caráter. Todos querem? Os jogadores todos querem? O JJ quer ? Este gajo não tem vergonha. Muitos jogadores não o querem. Estão saturados do narcisismo deste tipo. Futebolisticamento neste momento vale zero. O regresso vai dar cabo novamente da equipa.
O Pedro Proença quer rapidamente na seleção um capitão que deixou a equipa na véspera de um jogo, que faltou a 2 treinos porque amuou com o treinador, que tem 41 anos e só consegue jogar num campeonato de veteranos e que diz que perdeu a confiança no treinador. O Pedro Proença é afinal mais um que troca os interesses do futebol português por um tipo que sofre de egomania patológica
Horas depois de uma ex-juíza do TPI vencer o Nobel da Paz que Trump tanto cobiça, os EUA sancionaram o TPI.
Um homem mesquinho. Pequenino. Mas sobretudo patético.
O negócio de 1 euro.
Um casal do Cacém constitui duas empresas.
Capital social: um euro.
Até aqui, nada de ilegal. A lei permite.
O que a lei não explica é como duas empresas com um euro de capital conseguem arrecadar 3,3 milhões de euros em contratos públicos para organizar as festas das nossas Câmaras.
Não estamos a falar de startups. Estamos a falar de palcos, de luzes, de som, de festas como as de Loures, pagas com o dinheiro de todos nós.
A questão não é o euro. A questão é o sistema que o permite.
Como se avalia a solidez de uma empresa de um euro para lhe entregar um contrato de centenas de milhares?
Onde está o concurso público, a concorrência, a transparência?
Quem assina, e com base em que critérios?
Enquanto se pede esforço aos contribuintes, enquanto faltam professores, médicos e habitação, há quem tenha transformado a festa popular num negócio privado de milhões.
Isto não é sobre um casal do Cacém. É sobre um país que normalizou o provisório, o amadorismo e o favorecimento como forma de gestão pública.
Um euro de responsabilidade. 3,3 milhões de confiança pública.
É pouco. É muito pouco.
Investigação original: PÁGINA UM @PAG_UM