🇬🇧🇬🇧🇬🇧🇬🇧A CLEAR MESSAGE TO THE PM AND TO THE KING AND HIS SON AND TO ISLAM!
Christians carry crosses through the streets of Britain, proclaiming the name of Jesus. Britain needs this message more than ever.
A mais alta corte da Itália expõe regime de censura e perseguição política no Brasil, impondo derrota acachapante a Moraes
A mais alta corte da Itália acaba de fazer o que a Justiça brasileira ainda não teve a capacidade de fazer: olhar para a atuação de Moraes e enxergar, com todas as letras, a impossibilidade de qualquer juiz ser, ao mesmo tempo, investigador, vítima, julgador e executor da sentença.
A Corte Suprema de Cassação (equivalente ao Supremo brasileiro) anulou sem reenvio (sem possibilidade de reabertura do caso) a sentença que autorizava a extradição. Não foi tecnicalidade. A decisão, depositada em 11 de junho de 2026, declara a INSUBSISTÊNCIA das condições para entregar Zambelli ao Brasil e determina sua imediata libertação. Na prática, o Judiciário italiano reconheceu que o processo conduzido sob a batuta de Moraes feriu o núcleo essencial do direito de defesa.
E o fundamento é demolidor.
Vale lembrar como o sistema brasileiro tem operado: no Supremo, o mesmo ministro investiga, prende, relata, julga e executa. A corte italiana descreveu exatamente isso. Segundo a sentença, Moraes "é pessoa ofendida do procedimento penal objeto do pedido de extradição; conduziu pessoalmente as investigações, decretou as medidas cautelares, ordenou prisões". Ou seja: ofendido pelo crime, investigador, autor das cautelares, relator no julgamento de mérito e responsável pela execução. Tudo na mesma mão.
A corte foi além. Reconheceu que é INDISCUTÍVEL que Moraes figura como pessoa prejudicada, dado o dano "ao menos reputacional, causado pela introdução no sistema informático do Conselho Nacional de Justiça do ato relativo ao falso mandado de prisão emitido contra ele". Traduzindo: o documento falso era um mandado de prisão contra o próprio Moraes, e foi ele quem julgou quem o teria forjado.
Há um nome jurídico para isso em qualquer democracia funcional: suspeição. Não existe justiça sem imparcialidade, e não é possível haver imparcialidade quando a vítima é o julgador.
Na verdade, o tribunal de Roma aplicou a régua da própria Corte Europeia de Direitos Humanos, citando os critérios que definem uma "negação flagrante de justiça". E foi categórico: a falta de imparcialidade tem força contaminante, capaz de tornar sem significado todas as demais garantias do processo. Uma única peça envenenada estraga o caldo inteiro.
Enquanto isso, o que fez o Estado brasileiro? Confrontado com os indícios de parcialidade, o governo Lula respondeu com burocracia, ancorado em "meras considerações de caráter formal", sem enfrentar o mérito da acusação.
O golpe final está no diagnóstico sobre o conjunto da obra. Os juízes italianos não viram irregularidade pontual, viram um processo inteiro maculado, com a quebra de imparcialidade lançando "uma sombra de preconceito sobre seu desenvolvimento completo, da admissão das provas até a pronúncia da decisão final". É a descrição precisa de um estado de exceção operando sob a fachada de legalidade.
Vale registrar quem assinou: o presidente Gaetano De Amicis e a conselheira relatora Debora Tripiccione, magistrados de carreira da corte de cúpula de um dos países fundadores da Civilização Ocidental. Não são "bolsonaristas". São juízes lendo os autos e constatando o óbvio que a militância de redação passou anos tentando esconder.
Porque é disso que se trata. Durante meses, fomos informados de que Zambelli era apenas uma "foragida da Justiça". O que ninguém contou ao público foi que o juiz da causa era a suposta vítima do crime, condição que faria qualquer estudante de direito de primeiro ano apontar nulidade. Coube a uma corte estrangeira dizer em voz alta o que o establishment jurídico brasileiro tratou como tabu.
E não foi só a Itália. O caso de Zambelli é o ponto mais recente de uma sequência reveladora. Em dezembro de 2025, a Audiência Nacional da Espanha, a mais alta corte penal do país, negou em definitivo a extradição do jornalista Oswaldo Eustáquio, reconhecendo de forma expressa a "evidente conexão e motivação política" do pedido brasileiro, e rejeitou todos os recursos do governo Lula. Na Argentina, a comissão nacional de refúgio reconheceu o "temor de perseguição política" e concedeu asilo a Joel Borges Corrêa, condenado pelo Supremo pelo 8 de janeiro, travando sua entrega depois que os próprios juízes argentinos já a haviam autorizado. E nos Estados Unidos, onde Moraes foi alvo de sanções da Lei Magnitsky, a recusa foi ainda mais direta: segundo a Folha, ao analisarem o pedido de extradição do jornalista Allan dos Santos, agentes do FBI disseram às autoridades brasileiras, em reunião no próprio Ministério da Justiça, que as condutas imputadas a ele não eram crime nos EUA, esbarravam na liberdade de expressão e que o conteúdo apresentado eram, na frase que ficou, "apenas palavras".
Somados, os casos revelam um padrão. Toda vez que a engrenagem montada por Moraes é submetida ao crivo de uma instituição estrangeira que ele não controla, o veredito é o mesmo. Aquilo que no Brasil se vende como aplicação da lei, lá fora é reconhecido como o que é: perseguição política.
Esta não é apenas uma vitória de Carla Zambelli. É uma derrota acachapante de Moraes e do Supremo, e de um modelo de poder que confunde o ministro com a lei.
Na prática, o recado italiano é simples e devastador: o resto do mundo não é obrigado a fingir que o que se faz no Brasil é justiça.
É preciso, de uma vez por todas, colocar fim ao estado de exceção que foi aberto no Brasil em 2019, com o chamado "Inquérito das Fake News". Aquilo nunca foi um inquérito no sentido próprio do termo. Foi, na prática, um Ato Institucional do Supremo: instaurado de ofício pelo então presidente da Corte, com Moraes na relatoria, sem o Ministério Público, reunindo na mesma mão as funções de investigar, acusar e julgar. Não por acaso, ainda em 2019, a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu sua anulação e o classificou como um "verdadeiro tribunal de exceção".
E isso só termina de um jeito: com o fim desse inquérito e a anulação de todas as decisões dele derivadas, acabando com a condenação, a censura e a prisão de centenas de perseguidos políticos brasileiros.
Bill Gates acaba de dizer ao Congresso americano que "não compreendeu totalmente" quem era Jeffrey Epstein.🤣🤣🤡
Imagina só.
Estamos falando do fundador da Microsoft. Um homem capaz de prever pandemias, financiar pesquisas globais, influenciar políticas públicas, investir bilhões em tecnologia de ponta e analisar tendências mundiais décadas à frente.
Mas identificar que um condenado por exploração sexual de menores era uma péssima companhia?
Aí já era pedir demais.
Parece que a capacidade de processamento parou justamente nessa parte.
Segundo Gates, ele continuou se encontrando com Epstein após a condenação porque discutiam filantropia.
Nada mais natural.
Porque quando alguém pensa em caridade, educação e ajuda humanitária, a primeira pessoa que vem à mente é justamente um criminoso sexual condenado.
Faz todo sentido.
E a cereja do bolo veio depois.
Agora ele afirma que Epstein o chantageava usando informações sobre suas infidelidades.
Ou seja, mesmo sabendo que estava lidando com alguém capaz de usar segredos pessoais para pressioná-lo, continuou mantendo contato.
Mas acreditem, ele não compreendia totalmente quem era Epstein.
Claro.
É sempre fascinante observar como gênios bilionários sofrem de uma misteriosa deficiência cognitiva seletiva.
Conseguem administrar impérios globais.
Conseguem movimentar bilhões.
Conseguem influenciar governos.
Conseguem prever o futuro da humanidade.
Mas não conseguem perceber o óbvio que qualquer pessoa com dois neurônios funcionando perceberia em cinco minutos.
E assim seguimos.
Quando o cidadão comum erra, chamam de caráter.
Quando um bilionário erra, chamam de "falha de julgamento".
Quando um poderoso frequenta criminosos, vira networking.
Quando um anônimo faz muito menos, vira manchete, investigação e condenação moral instantânea.
O mais impressionante não é Gates dizer que não sabia.
O mais impressionante é ainda existir gente fingindo acreditar.
🚨🇪🇺 Elon Musk just absolutely cooked the unelected EU boss on "democracy" — and she had no answer.
Von der Leyen loves lecturing everyone about "defending democracy" while holding a top job nobody voted for.
Musk dropped the truth bomb:
"If democracy is the foundation of freedom, surely your position as leader of the EU should be elected directly by the people?"
Boom. No spin, no excuses — just facts. The EU elite hates real democracy. They prefer power without accountability.
What's your response to this......??👀
Do you firmly support Elon Musk on this?
A. Huge Yes
B. No
IF Yes, Give me a THUMBS-UP👍!!
Share this if you’re tired of globalist bureaucrats telling free nations what to do. 🔥
Adam Smith disse que, para desenvolver um país, bastavam três coisas: paz, impostos moderados e uma administração tolerável da Justiça.
O Brasil conseguiu falhar nas três: violência endêmica, impostos escorchantes e uma Justiça intolerável.
A Pobreza das Nações.
Após décadas de esquerda no poder, o Brasil se tornou a prova viva de que a mentalidade revolucionária e estatista destrói uma nação de forma praticamente irreversível. Somos o pior exemplo do mundo: impunidade, criminalidade altíssima, falência moral, violência extrema, fábrica de golpistas, educação destruída, corrupção enraizada nas instituições, censura, autoritarismo, impostos estratosféricos, moeda falida, miséria, decadência cultural.
Mentiroso e inventador de conversa, todos sabemos que ele é mas, diz para a população que defende esta criatura que quer acabar com o Brasil, acreditar na sua fala.
Ready to have your mind blown?
Senator John Kennedy on Elon Musk and DOGE exposing USAID, “I'll tell you what Mr. Musk discovered. I find it fascinating. He discovered:
- The American taxpayers are giving money to Afghanistan
- He found that we are giving money to Yemen
- He found that we are giving money to Syria
- He found that the USAID has 10,000 people employees, and every year they give away $40 billion
- He found that the USAID gave money to support electric vehicles in Vietnam. Our money, taxpayer money
- He found that the USAID gave money to a transgender clinic in India. “I didn't know that. I bet you the American people didn't know that”
- He found that USAID gave $1.5 million to a Serbian LGBTQ group, they got $1.5 million to QUOTE, “advanced diversity, equity, inclusion in Serbia's workplaces and business communities”
- They found that USAID spent $164 million to support radical organizations around the world
- They gave $122 million of that to groups aligned with foreign terrorist organizations
- According to this report in Mr. Musk, the USAID has given millions of dollars to quote organizations in Gaza controlled by Hamas
- He found that we gave $2 million, USAID did, for sex changes in Guatemala
- He found that we gave $20 million to produce a new Sesame Street show in Iraq
- He found that we gave $4.5 million of taxpayer money to combat misinformation in Kazakhstan
- He found that we gave $10 million, USAID did, of meals to an al-Qaeda-linked terrorist group called the Nusra Front
- Mr. Musk found that we gave $7.9 million of taxpayer money to a project that would teach Sri Lankan journalists to avoid binary gendered language. (The USAID took 8 million bucks and gave it to a bunch of journalists in Sri Lanka to teach them how to avoid binary gendered language)
- USAID gave $1.5 million to promote LGBT advocacy in Jamaica
- They gave $1.5 million to rebuild the Cuban media ecosystem
- They gave $1.5 million for quote, art for inclusion of people with disabilities in Belarus
- Another $3.9 million for LGBT causes in Macedonia
- $8.3 million for equity and inclusion education in Nepal
“I could go all night and many of my colleagues are upset. They're really mad at Mr. Musk. Hell, I think we ought to give him a medal”
En 1984, un homme assis face à une caméra a décrit notre époque avec une précision qui glace.
Yuri Bezmenov n'était pas un espion de roman. Journaliste soviétique, homme de l'agence Novosti et du KGB, il avait passé sa carrière à fabriquer de l'influence avant de faire défection en 1970. Ce qu'il est venu dire à l'Ouest tient en une phrase : la vraie guerre que menait l'URSS n'avait presque rien à voir avec les missiles ou les espions. C'était une guerre psychologique, lente, patiente — la « subversion idéologique ». Selon lui, l'essentiel de l'effort des services y était consacré. Pas pour voler des secrets. Pour modifier la perception du réel de tout un peuple, au point qu'il ne puisse plus, même face aux faits, défendre sa propre survie.
Il décrivait quatre phases.
1️⃣ La démoralisation. La plus longue : 15 à 20 ans, le temps d'éduquer une génération. On ne détruit pas un pays par la force, on le retourne contre lui-même. On travaille l'école, l'université, les médias, la culture, jusqu'à ce qu'une génération entière grandisse en méprisant son histoire, sa nation, son héritage, ses pères. Le détail terrifiant : une fois la chose accomplie, elle est irréversible. Ces gens sont « programmés ». Exposez-les à des faits authentiques, des preuves : ils refuseront de les voir. Ils continueront à se croire vertueux en démontant ce qui les protège.
2️⃣ La déstabilisation. 2 à 5 ans. On attaque les fondations : l'économie, l'autorité, les rapports sociaux, la défense. Tout ce qui tenait devient « négociable ».
3️⃣ La crise. Quelques semaines. Un choc, un point de bascule, et une société désorientée réclame elle-même qu'on la « sauve ».
4️⃣ La normalisation. On installe un nouvel ordre, présenté comme une libération. Le mot est emprunté, avec ironie, à la « normalisation » de la Tchécoslovaquie écrasée après 1968.
Puis 1991 est arrivé. L'URSS s'est effondrée, l'Occident a fêté sa victoire, et on a rangé tout ça au rayon des vieilles peurs.
Mais on confond le lanceur et la charge. Ce qui est tombé en 1991, c'est l'État soviétique — la fusée. L'arme idéologique, elle, avait déjà été tirée des décennies plus tôt. Et une arme de démoralisation a cette propriété diabolique : une fois la première génération retournée, elle n'a plus besoin de Moscou. Elle s'auto-réplique. Le commanditaire peut mourir, le programme tourne tout seul.
Regardez où nous en sommes.
Le wokisme n'est pas une lubie d'étudiants. C'est la phase terminale du processus que Bezmenov décrivait. Une civilisation qui enseigne à ses propres enfants que son héritage est une honte. Qui transforme ses universités en tribunaux permanents contre elle-même. Qui réécrit son histoire en réquisitoire et culpabilise jusqu'à sa propre existence. La démoralisation devenue religion d'État. Le réflexe de survie d'un peuple — sa fierté, sa continuité, son droit à se transmettre — requalifié en crime.
C'est exactement le symptôme qu'il annonçait : des sociétés incapables d'évaluer un fait évident dès qu'il contredit le dogme. Montrez-leur les chiffres, les conséquences, le mur qui approche : elles applaudiront leur propre dissolution en la prenant pour du progrès.
Or une civilisation qui se déteste ne se défend plus. Elle s'excuse d'exister. Et un organisme qui a désappris à vouloir vivre est déjà à moitié mort.
Voilà pourquoi ce combat n'est pas « culturel » au sens décoratif. Il est vital, au sens propre. Réapprendre à aimer ce qu'on est, transmettre sans honte, défendre une continuité plutôt qu'organiser son repentir perpétuel — ce n'est pas de la nostalgie, c'est une condition de survie. Une civilisation vivante est une civilisation qui ne se hait pas. Le reste, c'est la mort, en version rassurante.
Bezmenov terminait sur un avertissement simple : il reste très peu de temps avant que le processus ne devienne irréversible.
Meninos do Lula sequestram mais 2 condomínios no Rio.
Cerca de 800 apartamentos da Pavuna serão obrigados a pagar R$ 300,00 por mês ao Comando Vermelho.
A nova renda do grupo protegido pelo PT será de 240 MIL REAIS por mês.
Alguém consegue negar o que os americanos alegam:
1) O Brasil promove censura e perseguição política;
2) A corrupção está fora de controle;
3) Fações criminosas atuam sem limites e promovem o terrorismo contra o povo;
4) O Brasil tem se alinhado às ditaduras inimigas dos EUA.
Me parece um retrato bastante preciso do país.
Japan’s PM Sanae Takaichi:
“It’s better for the population to shrink than to fill the country with low-skilled immigrants from alien cultures.
Preserving Japan’s way of life matters more than cheap labour. We can fix the birth rate crisis without relying on incompatible foreigners.
You no longer have a country when you become the minority.”
She’s absolutely right.
🚨 THE NEXT 72 HOURS. DAY BY DAY. BOOKMARK THIS.
📅 TODAY — May 13
→ Air Force One lands in Beijing with 12+ named CEOs aboard — Tesla, Nvidia, Apple, BlackRock, Boeing, Goldman Sachs, Citigroup, GE, Qualcomm, Micron, Blackstone, Cargill
→ Jensen Huang boarded during the Alaska refueling stop — last-minute addition
→ Trump confirms "many other" undisclosed CEOs also on the plane
→ The largest corporate delegation ever to accompany a sitting U.S. president touches down in China
📅 MAY 14 — Day 1 of Summit
→ Trump and Xi sit down for formal talks
→ The ask: Xi opens China's market to U.S. business — directly, officially, on camera
→ 12+ of the most powerful CEOs in the world are in the room or the building
→ Combined market cap of companies represented: over $10,000,000,000,000
📅 MAY 15 — Day 2 / Outcomes
→ Deal announcements expected — or silence that speaks louder
→ Every CEO on that plane needs something specific from Beijing: chip licenses, manufacturing access, supply chain agreements, financial market entry
→ If Xi says yes to even half of it, the trade war framework changes overnight
→ If Xi says no, 12 CEOs flew to China for nothing — and markets will price that immediately
72 hours. Every step has precedent. Every prediction has math.
Nothing like this has ever happened in the history of U.S.-China relations.
The outcome of this trip will move markets more than any Fed meeting this year.
Bookmark this. Come back May 15.
if you're not following me you're finding out about this 48 hours late from someone who read my post..