Durante a cerimônia em comemoração aos 47 anos da Revolução Sandinista, realizada neste sábado, 18 de julho, o ditador nicaraguense, Daniel Ortega declarou que o país não realizará mais eleições. Segundo ele, não haverá novos pleitos para que a oposição tente “tomar o governo” e “tomar o poder”.
No mesmo discurso, Ortega afirmou que trabalhará junto à Assembleia Nacional para aprovar leis capazes de criar uma “barreira” contra seus adversários políticos, classificados por ele como “golpistas” e “traidores da pátria”. O objetivo declarado é impedir que a oposição volte a disputar o poder.
Desde que voltou ao poder, em 2007, Ortega desmontou os mecanismos de controle do Estado. O regime prendeu candidatos presidenciais, fechou veículos de imprensa, expulsou organizações da sociedade civil, retirou a nacionalidade de opositores e consolidou o controle sobre o Judiciário, o Parlamento e as forças de segurança. Em 2025, uma ampla reforma constitucional ampliou ainda mais seus poderes, institucionalizou Rosario Murillo como copresidente e reforçou um modelo de governo praticamente sem freios institucionais.
Antes de eliminar as eleições, Ortega passou anos desqualificando seus opositores. A retórica é sempre a mesma; chamá-los de “golpistas” e “traidores da pátria” - a velha cartilha das ditaduras, em que todo crítico e opositor deixa de ser adversário e passa a ser tratado como inimigo do Estado.
Daniel Ortega é um aliado histórico de Lula, frequentemente tratado com deferência pelo governo brasileiro. É impossível ignorar que expressões como “golpistas” e “traidores da pátria” também passaram a ocupar espaço recorrente no discurso político no país. Lula e o STF transformaram seus principais adversários em alvos permanentes do Estado, e o Brasil convive, em pleno 2026, com centenas de presos políticos.
A Nicarágua acaba de mostrar ao mundo onde esse caminho sem volta pode terminar. Qualquer semelhança com o discurso adotado por Lula não é mera coincidência.
Pela primeira vez na história, o Brasil não passa para as finais da liga das nações de vôlei. Mas passa no quesito “inclusão sexual”.
A cultura woke contaminou o vôlei e perverteu as prioridades da seleção.
Não precisamos mais vencer, basta lacrar.
Alguém consegue me dizer qual o problema de respeitar uma ordem policial?
Violência não resolve, dizem. Mas convenhamos, nestes casos é a unica solução.
“O ativismo é uma maneira de as pessoas inúteis se sentirem importantes, mesmo que as conseqüências de seu ativismo sejam contraproducentes para aqueles que afirmam estar ajudando e prejudicando o tecido da sociedade como um todo.”
Thomas sowell
Imagine thinking you can reserve a public parking space with your body. That’s exactly what happened here in New York, where a woman refused to move because she was holding the spot for someone whose car wasn’t even there.
Public parking is first come, first served. Not first friend, first family member, or first person to stand in the road.
Muslim woman travels to South Korea and is very angry that Korean food has ‘too much pork’:
“Koreans put pork in everything: mayo, ketchup, chips. I had to inspect everything before I ate.
South Korea claims to be this ultra-modern country, but refuses to respect 2 billion Muslims!”
There’s an easy solution to her problem: don’t go there!
🚨 PURE EVIL: A grown man viciously kicks his young daughter in the face, knocking her to the ground like trash.
This monster deserves the full weight of the law. Police are investigating.
Share if you want justice served.
#ChildAbuse#ProtectKids#LockHimUp
In the 🇬🇧UK, this Pakistani muslim man named Muhammad tried to $exually assault a 13yo British girl.
When he got caught, he actually said:
“I couldnt control myself. She’s really attractive. I just got overwhelmed.”
What should happen to Muhammad?
Cristãos vão armados aos cultos na Nigéria em meio à violência de grupos extremistas Islâmicos
A realidade enfrentada por muitas comunidades cristãs na Nigéria tem chamado a atenção do mundo. Em regiões marcadas por ataques frequentes de grupos extremistas, alguns fiéis passaram a comparecer aos cultos portando armas de fogo, como fuzis e metralhadoras, em uma tentativa de proteger suas famílias e suas igrejas durante as celebrações religiosas.
Nos últimos anos, ataques atribuídos a grupos jihadistas, como Boko Haram e uma ramificação do chamado Estado Islâmico na África Ocidental (ISWAP), além de outros grupos armados que atuam em diferentes regiões do país, resultaram na morte de milhares de pessoas, incluindo líderes religiosos e fiéis cristãos. Igrejas foram incendiadas, comunidades inteiras foram deslocadas e diversas celebrações religiosas acabaram interrompidas por ações violentas.
Diante desse cenário, algumas igrejas passaram a reforçar a segurança, contando com equipes de vigilância e, em certos casos, com fiéis armados para tentar impedir novos ataques. A prática é vista por muitos como uma medida extrema de autodefesa em locais onde a presença das forças de segurança é limitada.
O tema também levanta um debate moral e religioso. Na tradição cristã, a vida humana é considerada um valor fundamental, e muitas denominações entendem que a legítima defesa pode ser moralmente aceitável quando o objetivo é proteger vidas inocentes diante de uma agressão injusta. Ao mesmo tempo, líderes religiosos destacam que o uso da força deve ser um último recurso e que a busca pela paz continua sendo um princípio central da fé cristã.
Organizações internacionais de direitos humanos e de liberdade religiosa seguem alertando para a grave crise de segurança na Nigéria e pedem maior proteção às comunidades vulneráveis, independentemente de sua religião. Enquanto isso, para muitos cristãos nigerianos, ir ao culto deixou de ser apenas um ato de fé e passou a exigir também medidas extraordinárias de proteção diante da ameaça constante da violência.
A Justiça que custa uma fortuna e solta o atirador da chacina
Há um homem de 51 anos frequentando as salas de cinema do Shopping Barra, em Salvador. O nome dele é Mateus da Costa Meira. Em 1999, ele entrou num cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo, com uma submetralhadora, e abriu fogo contra a plateia. Matou três pessoas, feriu nove e foi condenado inicialmente a 120 anos de prisão.
Hoje anda solto. E escolheu como lazer exatamente o tipo de lugar onde cometeu o massacre.
Antes do caso, um número. O Judiciário brasileiro consumiu R$ 181,5 bilhões em 2024, o equivalente a 1,55% do PIB, segundo o Tesouro Nacional. A média internacional é de 0,37%. O brasileiro paga mais de quatro vezes a média mundial, e só um país no planeta gasta mais em proporção da economia: El Salvador. Guardem esse nome.
Pois é essa Justiça, uma das mais caras do mundo, que devolveu Mateus às ruas.
O que os autos revelam
Reportagem de Ullisses Campbell, no O Globo, escavou o processo de execução penal. Transferido para a Bahia em 2004, Mateus tentou matar o companheiro de cela com golpes de tesoura na cabeça um ano depois. Julgado de novo, foi declarado inimputável e passou a cumprir medida de segurança num Hospital de Custódia. Em 2024, a Justiça baiana o desinternou.
O Ministério Público foi contra: não havia perícia comprovando o fim da periculosidade, nem estudo social, nem plano de riscos. A junta psiquiátrica que o avaliou concluiu que ele apresentava esquizofrenia paranoide, traços de psicopatia e, nas palavras dos laudos, elevado risco de comportamento violento. Recomendou mantê-lo afastado do convívio social.
E quando achávamos que já era grave, descobrimos que é pior. Ainda preso, Mateus mantinha uma lista manuscrita de pessoas que pretendia matar: os sete jurados que o condenaram, advogados, jornalistas, médicos. A lista está nos autos. Foi lida por quem decidiu soltá-lo.
Os próprios pais, de 87 e 84 anos, haviam dito à Justiça que não tinham como recebê-lo: o filho já agredira a mãe, perseguira a irmã com uma faca e quebrara três costelas do pai com um soco. Só cederam quando o Estado desativou o Hospital de Custódia e não sobrou lugar para onde mandá-lo. E o acompanhamento prometido na soltura? Os autos não registram uma única visita, entrevista ou perícia desde então. Ninguém sabe sequer se ele toma a medicação.
A conta não fecha
O contribuinte sustenta um dos Judiciários mais caros do planeta e recebe em troca um sistema incapaz do básico: manter separado da sociedade quem os peritos do próprio Estado classificaram como perigo à vida alheia. O Ministério Público disse não. Os psiquiatras disseram não. Os pais disseram não. A lista de futuras vítimas estava nos autos. E a Justiça disse sim.
Nos Estados Unidos, onde moro, um atirador em massa enfrenta a pena de morte ou a perpétua, e mesmo o réu insano fica confinado enquanto durar sua periculosidade. Na prática, para sempre. E El Salvador, o único país que gasta mais que o Brasil com sua Justiça? É o país de Bukele, que transformou a nação mais violenta do hemisfério numa das mais seguras. Lá, o gasto comprou resultado. No Brasil, compra salário, penduricalho e desinternação de assassino em massa.
É a bandidolatria como política de Estado. O brasileiro paga pela Justiça mais cara do seu bolso e recebe a mais invertida do planeta: implacável com o cidadão comum que resolve protestar contra o sistema, generosa com quem já matou e avisou, por escrito, que pretende matar de novo. Se um dia essa lista sair do papel, ninguém poderá dizer que não sabia. Estava tudo nos autos. Assinado, carimbado e ignorado.