Bolsonaro é um caso único na história das perseguições políticas no Brasil: sem ter nada de real e verdadeiro contra ele, a esquerda foi obrigada a inventar mil e uma narrativas, e uma mais estapafúrdia e cínica do que a outra. Como todas falharam, o jeito foi prender um homem inocente por um golpe fictício, "ocorrido" quando ele estava fora do país.
Primeiro, os hospitais são aparelhados para realizarem mutilações em adultos, jovens e até crianças; e depois os planos de saúde são obrigados a custear a máscara facial que combine com os corpos mutilados, para o simulacro ficar mais convincente.
“A especialidade de Lula é transformar pobres em miseráveis.” A gente vê isso nas ruas de um país cada vez mais pobre e ineficiente. Não há como negar.
Lula foi desmascarado internacionalmente.
O PT tentou culpar Flávio Bolsonaro pelo tarifaço. Inventaram até o “Tariflávio”.
Mas mentira tem perna curta.
Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos, foi claro: Lula não negociou de boa-fé, colocou o próprio ego acima do bem-estar dos brasileiros — e o tarifaço é o preço disso.
E agora, Lula? Vai culpar quem?