No 25 de abril sabemos bem o que comemoramos: fim da ditadura, da censura, da polícia política e da guerra. No 25 de novembro, não sabemos o que é que a direita quer celebrar, se não uma guerra cultural. O LIVRE opõe-se ao uso do 25 de novembro como arma de arremesso político.
Tarefa para Bugalho em Bruxelas -
pedir ao Bruno Gonçalves para lhe ensinar:
- a ter o ritmo e tom certo quando fala, para não revelar a sua extrema fragilidade
- a aprender que há muita gente inteligente no mundo, e muita mais inteligente do que nós, pelo é sempre útil ouvir e tentar perceber a opinião dos outros
- que ter amigos a dizer que somos prodígios é talvez útil na escola primária, em que ainda não tivemos acesso nem entendemos a complexidade do mundo real, mas na vida adulta queremos é ser reconhecidos como sendo pessoas decentes, justas, honestas, empáticas, ou talvez numa palavra: porreiras. Ninguém tem paciência para pseudo-prodígios que parecem saídos dum quarto de costura.