Neste áudio a gerente do Itaú ameaça chamar a polícia quando se dá conta que foi gravada e flagrada devolvendo dinheiro roubado a idosos. Ela se recusa a dar o nome completo, e está tranquila: no governo da Perda Total, roubar dos mais fracos não é imoral -- é normal.
O STF acaba de colocar as big techs no relógio eleitoral.
A Suprema Corte brasileira rejeitou todos os recursos das Big Techs, após quase 1 ano de batalha judicial e fixou prazo de 60 dias para que plataformas digitais se adaptem às novas regras brasileiras de responsabilização por conteúdos ilícitos.
O prazo começa a vencer em agosto - por uma “coincidência” digna de nota, é justamente o mês em que começa a campanha eleitoral oficial no Brasil. Segundo o calendário eleitoral, a propaganda eleitoral passa a ser permitida a partir de 16 de agosto.
A partir daí, o jogo muda. A disputa política nas redes será controlada pela Corte. Redes sociais, impulsionamento, denúncias, remoção de conteúdo e o temor jurídico das plataformas entram em uma nova fase. As empresas não vão esperar ser punidas; ela vão se proteger. E quando uma empresa bilionária precisa escolher entre preservar o debate público ou evitar multa, processo e desgaste institucional, ela escolhe a própria sobrevivência.
Isso significa que a tendência será remover conteúdos e contas primeiro, e discutir depois. O resultado pode ser uma verdadeira epidemia de perfis, páginas e publicações desaparecendo das redes - especialmente entre influenciadores, comunicadores e movimentos identificados com a direita.
Conteúdos políticos mais duros, denúncias, acusações, críticas agressivas, vídeos viralizando contra autoridades ou candidatos - tudo isso poderá entrar numa zona cinzenta perigosa. Oficialmente, o alvo são crimes graves e conteúdos manifestamente ilícitos. Mas, em ano eleitoral, a fronteira entre “conteúdo criminoso”, “desinformação”, “ataque antidemocrático” e crítica política pode virar um campo minado.
A eleição ainda nem começou oficialmente, mas o campo de batalha digital já está sendo redesenhado. E aqueles que ousarem desafiar a narrativa dominante, bastará um clique para que perfis, publicações e vozes inconvenientes desapareçam do debate público.
Na madrugada deste sábado, o sistema oficial Defesa Civil Alerta foi invadido e utilizado para disparar um Alerta Extremo para diversas regiões do país. Segundo o próprio Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, o comando foi executado remotamente por alguém de fora do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. A mensagem continha a palavra “misantropia” - termo que significa ódio à humanidade.
Diante da invasão, o governo foi obrigado a retirar toda a plataforma do ar às 1h30 da manhã e acionou a Polícia Federal para investigar o caso.
Agora imagine a gravidade - o sistema criado para enviar alertas de enchentes, desastres naturais e situações de emergência para milhões de brasileiros simplesmente foi comprometido por terceiros.
Após o governo Lula defender as urnas eletrônicas e dizer que quer regular a internet para “combater a desinformação”, descobre-se que hackers conseguiram invadir justamente o sistema oficial de alertas da Defesa Civil.
O Estado quer decidir o que você pode ler, mas não consegue proteger nem o próprio botão de emergência.
Se invadiram o sistema que dispara alertas extremos para milhões de brasileiros, quem garante que o próximo aviso será verdadeiro?
Ou, como diriam alguns: o problema nunca foi a falta de controle - foi a falta de competência.
O que aconteceu nesta madrugada é mais grave do que parece.
Milhões de brasileiros receberam um Alerta Extremo, o mais alto nível de notificação do sistema de emergência, destinado a situações de risco iminente à vida. No entanto, em vez de orientações à população, a mensagem continha apenas uma palavra: “misantropia”.
Não se trata de um simples erro de comunicação. Estamos falando de uma ferramenta oficial que interrompe o sono das pessoas e mobiliza a atenção de toda uma população justamente porque foi criada para alertar sobre tragédias, desastres e emergências reais.
A pergunta que precisa ser respondida é simples: como uma mensagem sem qualquer utilidade pública foi disparada por um sistema com alcance nacional e protocolos rigorosos de segurança?
A população tem o direito de saber quem autorizou o envio, como ocorreu a falha e quais medidas serão adotadas para garantir que esse sistema jamais seja utilizado de forma indevida.
Quando um alerta extremo perde credibilidade, o risco não é político. O risco é humano.
Como é possível que alguém que durante a vida só ocupou cargos públicos tenha ficado rico?
Como é possível que um político "de esquerda", que vive denunciando a fome e a "desigualdade", seja muito rico?
Como esses políticos conseguem se eleger?
As perguntas são retóricas.
🚨 Durante agenda oficial em Belo Horizonte, Lula ironizou Neymar ao rebater uma criança na plateia sobre futebol. O presidente disparou que o craque "não tá nem jogando" e o chamou de "o primeiro jogador home office do mundo".
Equipe #politicarapida_
P/quem tá acompanhando vazamento de participantes do clube do Peter Thiel, olha quem tava na lista: a filha do José Serra. Note a sinalização de esquerdismo: Allende. Junte isso c/Lula dizendo q não é de esquerda, e o apoio q o "sindicalista" recebe do CFR , e a conclusão é:🫵🤡
🚨QG de Lula entrou em pânico após ação da PF contra Jaques Wagner. O PT usava o escândalo do Banco Master para atacar Flávio Bolsonaro, mas a estratégia ruiu com a apreensão de dólares e euros com o líder do governo. Nos bastidores, o partido teme que o rastro alcance Rui Costa
Ei esquerda, olha o Governo do Povo privatizando as agências reguladoras. Sindicalista bom é aquele que dá todo poder aos patrões. Em breve teremos todas as agências capturadas pelos alvos da regulação! Parabéns, esquerda! Nada disso seria possível sem a ajuda do seu intelecto!
Em 2019, o TCU entendeu que o governo não poderia usar dinheiro público para promover um projeto de lei em tramitação.
Era um projeto essencial para o país: o combate ao crime.
Em 2026, vemos campanhas oficiais defendendo uma pauta política específica.
Enquanto aguardava a minha mala no aeroporto de Guarulhos, vi um pouco de uma campanha de R$ 80 milhões do governo contra a escala de trabalho 6x1.
O fim da escala 6x1 é uma medida essencialmente populista, em um ano eleitoral, e não leva em conta as consequências econômicas de tal ação.
É também um projeto que está em tramitação no Congresso.
O problema não é concordar ou discordar da proposta.
O problema é a regra mudar conforme o governo.
Instituições fortes exigem coerência.
A mesma regra deve valer para todos.
Dois pesos. Duas medidas?
Fonte: Rasgando o Verbo.