https://t.co/6BQhJ7ncGu
Será que nas simulações disseram às crianças o mesmo que disseram ao meu filho há uns anos, quando lhe barraram a entrada com cromos da Panini por serem “arma de arremesso”?
Uma coisa sei com toda a certeza, neste teatro, o meu filho não metia os pés!
https://t.co/KN70oZZ0kW
Chamem-lhe “Fan ID”, bilhética nominativa ou o que quiserem. A lógica é a mesma: tratar milhões de adeptos como suspeitos e vigiá-los.
A malta começa a sugerir fazer-se o mesmo na Luz...
E eu já estou a imaginar o RC na próxima AG a dizer que "não há problema nenhum, há muita gente na fila de espera do RP"
Tal como as respostas de merda que deu sobre a palhaçada que é comprar bilhetes no nosso site.
Resultado de acesso fácil às marcas e consequente massificação das mesmas, outrora “propriedade” de enormes minorias, os mais fiéis devotos do culto da bancada são hoje submetidos à utilização alheia e frívola de símbolos que pensavam protegidos.
1/
Rui Costa, ó seu cabrão filho da puta nojento, com essa cara de cu enrugado e bolas murchas até aos calcanhares! Achas que és o Maestro mas és só um merdas traidor que chupou paus em Itália pra fingir talento, agora fodes o Benfica todo na presidência com essa gestão de merda. Vai tomar no cu flácido, seu corno impotente de cabelo pintado, palhaço reformado que lixa os adeptos! Foda-se, cabrão!
Let me tell you other facts about Union Berlin fans. I watched a documentary on them a while back.
Union Berlin fans have a culture, you cannot boo the players, coaches, or members of staff irrespective of the result. You just cannot.
Aside the blood donation that raised money for them to stay afloat, the fans also renovated the stadium themselves. 2,000 fans volunteered to rebuild parts of the stadium and reports says they averaged 140,000 hours of work combined.
Every December, the fans meet for Christmas at the stadium, its called "Weihnachtssingen". They bring christmas candles, sing christmas songs, celebrate the club, etc.
Union Berlin fans reject over-commercialisation of their club, they believe they own the club and should not be referred to as mere fans or customers.
They also have some crazy history down to the days of East Germany where the government wanted to take over their club. The fans started sleeping in the stadium overnight in turns to prevent this, the government eventually backed off.
One of the most traditional clubs across Europe. UNION BERLIN.
O silêncio do Mosteiro dos Jerónimos deu lugar à emoção no adeus a António Lobo Antunes. À saída da urna, foi o hino do seu eterno Benfica que ecoou, numa última homenagem ao escritor que nunca escondeu a fervorosa paixão pelo clube da Luz.
#loboantunes#escritor#cultura #mosteirodosjeronimos #benfica #slb #news #sicnoticias
Quando sai o vídeo com testemunhos de adeptos que fazem 600 km ou mais para ver um jogo de merda domingo ou segunda às 20:45? Ou o vídeo sobre os abusos policiais que os adeptos são regularmente submetidos? Mas a pirotecnia é que é sempre o problema...
Se precisarem de ajuda para encontrar as vítimas que ficaram cegas ou com outras lesões devido a tiros ou bastonadas da PSP, eu posso ajudar. São menos que os censurados nas vossas competições mas, mesmo assim, é bem mais fácil do que encontrar vítimas do mau uso da pirotécnia.
Nas últimas épocas o uso de pirotecnia intensificou-se e massificou-se. Tal aconteceu porque a prática se tornou o derradeiro ato de expressão em estádios de futebol, uma vez que a cultura de bancada foi sendo decapitada sem apelo nem agravo.
Este uso intensivo de pirotecnia é uma das várias consequências da legislação abusiva e repressiva que vem sendo aplicada aos grupos organizados e, por consequência, a todo e qualquer adepto.
Com efeito, as famigeradas claques foram sendo reduzidos a um papel secundário indigno, remetidas para uma quase clandestinidade.
Esta repressão só exacerba tensões, sem resolver eventuais problemas subjacentes à gestão de adeptos e abordagem aos mesmos.
Não fosse isso e a pirotecnia resumia-se ao papel que sempre havia ocupado e que é o seu: apenas um adorno, algo que acrescenta, mas não o principal. E só, pontualmente, se lhe dá o papel mais importante.
Quem estuda o fenómeno teve oportunidade de alertar para essas e outras consequências, mas, como foi sempre hábito no que às abordagens aos adeptos concerne, privilegiou-se a austeridade, em detrimento do diálogo.
Demoniza-se a prática e criminaliza-se o adepto, mas esquece-se a responsabilidade de quem legisla.
Usam-se depois, a título de exemplo, registos fotográficos de pirotecnia, para se pintarem trabalhos jornalísticos vazios de conhecimento de causa sobre um fenómeno social e cultural com décadas, como foi o caso de uma investigação do Expresso que há dias veio a público.
Confundem-se conceitos e baralham-se os leitores.
Não há interesse em perceber o que se passa, tampouco em ouvir as partes.
Há, somente, uma vontade maldizente e sensacionalista.
@ligaportugal Se precisarem de ajuda para encontrar as vítimas que ficaram cegas ou com outras lesões devido a tiros ou bastonadas da PSP, eu posso ajudar. São menos que os censurados nas vossas competições mas, mesmo assim, é bem mais fácil do que encontrar vítimas do mau uso da pirotécnia.
Mas atenção. O all black é uma transformação dentro do movimento ultra. A cena casual é outra coisa. É uma subcultura riquíssima - pela qual nutro grande fascínio e interesse e à qual empresto algum tempo de estudo - uma filosofia difícil de seguir e que está ao alcance de poucos. Em Portugal nem sequer existe - no limite é residual.
Vestir de preto não é isso. O all black é uma resposta aos tempos.