@PedroFankiko O FCPorto precisa de meter todos os gajos metidos nos emails, etoupeira, mala ciao, na compra de árbitros, no aliciamento de jogadores, na prisão e serem relegados para os regionais. É isso nada mais.
O que se passou esta semana na Praça D. João I, no Porto, não foi um acaso nem um movimento espontâneo. Foi uma cópia.
Primeiro foi França, com os liceus bloqueados e incendiados e um Presidente a pedir empatia às forças de segurança. Depois foi Espanha, com a acampada da Puerta del Sol. Agora tentou-se o mesmo no Porto, com um movimento de nome pouco subtil: “Não consegues pagar renda? Traz tenda”.
Os números dizem tudo. No sábado manifestaram-se cerca de mil e quinhentas pessoas, e estavam no seu pleno direito. Acamparam umas dezenas. Importou-se a encenação sem a sociedade que a sustenta. O problema da habitação é real, mas esta mobilização não tem cá tradução nem massa.
A PSP e a Polícia Municipal retiraram as tendas ao terceiro dia. Ao contrário do que pediu Macron, a polícia portuguesa não terá tido empatia. Repôs a ordem, que é o que lhe compete.
E o guião cumpriu-se à mesma. Nessa manhã, o deputado único do Bloco de Esquerda declarava evidente a ilegalidade da actuação policial e exigia ao ministro saber quem dera as ordens. Já ninguém discutia a ocupação de uma praça sem autorização.
Discutia-se a polícia.
É sempre este o objectivo.
Começa-se pela pequena infracção: a ocupação não autorizada, o espaço público tomado por poucos em prejuízo de todos. Espera-se a reacção do Estado. Filma-se a reacção. E a infracção inicial desaparece da história, substituída pela vítima. Parte da comunicação social, por simpatia política, zelo pelas liberdades ou por reflexo de proteger o aparentemente mais fraco, compra a imagem e conta o fim sem o princípio.
Para um partido semi-comatoso, reduzido a um deputado e à procura de uma causa que o ressuscite, a imagem de um polícia vale mais do que mil propostas.
Quanto mais radical a forma, menor a adesão real. Quem é minoritário precisa de parecer maior do que é.
Há quem lhe chame cidadania. Não é. Cidadania é manifestar-se, convocar, marchar, votar.
Ocupar uma praça central sem autorização é apropriar-se dela. E quando, na página da própria acampada, um dos ocupantes encerra o seu manifesto a desejar que arda tudo, percebe-se que a palavra serve de escudo e não de descrição.
A resposta não é a mão dura. É a mão exigente. Dizer cedo e com clareza o que é permitido e o que não é. Identificar e processar quem infringe. Ter as autoridades a explicar publicamente porque agem, sem medo do noticiário da noite. E uma justiça que não aceite a motivação política como atenuante universal.
A empatia é devida às pessoas. À ilegalidade deve-se a lei.
@Benfiquista1953 A reforma vai ser a seguinte
Só podem arbitrar todos os árbitros que fazem parte dos Emails. E nomear a título póstumo o melhor árbitro de sempre. Inocêncio Calabote.
Vigaristas
Corruptos
O acampamento de Outono do Bloco:
Um pequeno bando com ligações ao BE e sem ligações à higiene decidiu acampar na “baixa” do Porto, sob o pretexto de que a habitação está cara. Após inexplicável demora, a polícia lá os enxotou para as casas que fingiam não ter, com as tendas e as bandeiras da Palestina às costas. Por ser limitado na dimensão, o episódio foi suficientemente ridículo para ter graça. Mas convém não nos iludirmos: o que a nossa extrema-esquerda quer é imitar o caos que as congéneres estrangeiras difundem pela Europa. Desprezadas pela democracia, que fingiam respeitar, as forças radicais sonham conseguir pela violência o que não conseguem nas urnas. É um sonho antigo, que costumava resultar em cantos remotos da Terra e agora rosna à nossa porta. Esperemos que não passe da porta.
https://t.co/cfrKC5hZoZ via @observadorpt
A comunicação social anti-Porto é uma coisa da nossa cabeça parte 1:
Vou comprar foguetes no dia em que este cancro televisivo deixar de existir e estes fanfarrões tiverem de ir trabalhar como gente normal...
Para não perder a cabeça com o jogador nem vou falar do Moura, até porque apesar de nos ter ganho muitos jogos,hoje Farioli é o grande culpado desta derrota, q deveria ter sido vitória, muito mal na escolha do 11, e insistir á exaustão em Varela e Moura é inexplicável,muito mau
@TRaposo78263 Emails, etoupeira, mala ciao, porta 18, saco azul do Bruno Paixão, droga nos pneus, César Boaventura, Paulo Gonçalves, 4 presidentes presos, árbitros comprados, jogadores aliciados etc etc. Sport Corruptos e Benfica o maior clube corrupto do mundo
Benfica é merda
Mouros é merda
D𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐅𝐏𝐅 𝐭𝐞𝐫𝐚̃𝐨 𝐩𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨 𝐚 𝐬𝐮𝐬𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐮𝐜𝐢𝐚𝐧𝐨 𝐆𝐨𝐧𝐜̧𝐚𝐥𝐯𝐞𝐬. 𝐄𝐥𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐬𝐨𝐮. 𝐄 𝐅𝐫𝐞𝐝𝐞𝐫𝐢𝐜𝐨 𝐕𝐚𝐫𝐚𝐧𝐝𝐚𝐬, 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨𝐮 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐚 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐧𝐝𝐞̂-𝐥𝐨, 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐛𝐫𝐢𝐮 𝐚𝐬 𝐯𝐢𝐫𝐭𝐮𝐝𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐬𝐢𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐨.
Ouçam com atenção o que Tânia Laranjo revelou.
Luciano Gonçalves terá ido aos estúdios da CMTV, numa espécie de 𝑂 𝑃𝑟𝑒𝑐̧𝑜 𝐶𝑒𝑟𝑡𝑜 sobre o seu património, sem sequer informar a Federação Portuguesa de Futebol.
Mas o mais grave é outra coisa.
Segundo a jornalista, depois de divulgadas as mensagens relacionadas com o caso de alegada corrupção que envolve o Estrela da Amadora, vários dirigentes da própria FPF terão pedido a Luciano Gonçalves que suspendesse o mandato.
Luciano Gonçalves terá recusado.
Nem dentro da Federação existe unanimidade sobre as suas condições para continuar em funções.
Entretanto, António Salvador veio exigir a saída do presidente do Conselho de Arbitragem. Uma posição ainda mais extrema do que a suspensão temporária que André Villas-Boas há muito defende.
Durante muito tempo, o presidente do FC Porto foi a única voz ativa entre os presidentes dos clubes a exigir esse afastamento preventivo. Agora, depois de o SC Braga se considerar prejudicado frente ao Sporting, António Salvador juntou-se à contestação.
Mas continuamos a assistir ao mesmo espetáculo: escrutina-se cada palavra de Villas-Boas, enquanto as questões que levanta parecem merecer muito menos atenção.
𝐑𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 𝐅𝐨𝐨𝐭𝐛𝐚𝐥𝐥 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐞𝐬.
Frederico Varandas elogiou Rui Borges por não falar de arbitragem, afirmando que lhe pede expressamente para não o fazer.
"Não quero ter o meu treinador a fazer as figuras que outros fazem."
Villas-Boas respondeu que o FC Porto tem o dever de expor os problemas quando os considera relevantes. E deixou uma observação certeira sobre a nova postura de Varandas:
"É uma novidade da época 26/27, porque nas outras não foi assim que se comportou."
Basta consultar o arquivo.
Varandas falava de arbitragem. E falava muito. Rui Borges também não viveu sempre sob este voto de silêncio que agora apresentam como exemplo para o futebol português.
De repente, o silêncio tornou-se uma virtude.
Porquê?
Será uma súbita questão de princípios? Ou será que falar de arbitragem passou a implicar responder a perguntas sobre alguém que Varandas elogiou durante anos?
Porque o arquivo tem memória. Mesmo quando algumas perguntas parecem não ter.
Maio de 2023: Luciano Gonçalves era, para Varandas, "uma pessoa íntegra e que luta para melhorar a sua classe".
Fevereiro de 2025: defendia a especialização do VAR, em linha com reformas previstas no projeto de Pedro Proença e Luciano Gonçalves.
Novembro de 2025: dizia ter ficado aliviado e feliz com a coragem demonstrada pelo presidente do Conselho de Arbitragem.
Dezembro de 2025: garantia que, desde Fontelas Gomes e Luciano Gonçalves, "a arbitragem não tem dono".
Julho de 2026: voltava a defender a integridade de Luciano Gonçalves, falando de pessoas que não se deixam influenciar e afirmando que seria uma grande surpresa se assim não fosse.
Reparem.
Durante três anos, Frederico Varandas nunca teve problemas em falar de arbitragem para elogiar os seus responsáveis.
Agora que a continuidade de Luciano Gonçalves é questionada, prefere dar lições sobre a importância de não falar.
O que mudou, Frederico Varandas?
Continua a acreditar na integridade de Luciano Gonçalves? Continua a considerar que reúne condições para permanecer no cargo?
Se sim, porque não o afirma com a mesma convicção de antes?
Se não, o que o fez mudar de opinião? É que pelo que Luis Vilar revelou (vejam um video a anterior que publiquei) voltou a reforçar o voto de confiança.
Ou será que qualquer uma das respostas se tornou demasiado inconveniente?
E os jornalistas?
Como é possível analisar ao milímetro cada declaração de André Villas-Boas e não confrontar Frederico Varandas com três anos de elogios públicos a Luciano Gonçalves?
É assim tão difícil recuperar o arquivo? Perguntar se mantém a confiança? Confrontá-lo com as posições de Villas-Boas e, agora, de António Salvador?
Não se pede que façam acusações. Pede-se que façam perguntas.
E que não se contentem com a primeira resposta que desvie a conversa para o FC Porto. Nem com mais uma auto entrega de prémio da paz.
E com isto chegamos, precisamente, a Braga.
Depois de um lance polémico em que envolve um lance de grande penalidade não assinalado, contestado pelo SC Braga, quando os minhotos venciam por 1-0, Varandas apareceu na zona mista.
Não para abordar o lance polémico, mas essencialmente para responder a Luís Montenegro.
Estava no seu direito. A graçola do primeiro-ministro era dispensável.
Mas, naturalmente, a resposta acabou no FC Porto.
Varandas até poderia ter falado da crise da habitação. Nem que fosse da crise de habitação provocada pelo espaço que o FC Porto ocupa permanentemente na sua cabeça.
Mas há uma questão mais interessante.
Será que Varandas apareceu para responder a Montenegro porque era esse o assunto que queria discutir? Ou foi particularmente conveniente falar de tudo menos da arbitragem?
Não sabemos.
Sabemos, isso sim, que discutir Montenegro, Pinto da Costa e o passado do FC Porto é bastante mais confortável do que responder sobre Luciano Gonçalves.
Porque aí já não bastaria atacar os outros. Teria de explicar as suas próprias palavras.
E se os jornalistas insistissem? Se lhe perguntassem se mantém a confiança no presidente do Conselho de Arbitragem? Se o confrontassem com os alegados pedidos de suspensão vindos da própria Federação?
O que responderia?
É isso que gostaríamos de saber. Mas aqui confesso que nem deu grande tempo. Depois saiu a grande velocidade. Que nem um rato?
Afinal, Frederico Varandas tem receio de falar de Luciano Gonçalves? Ou de ter de explicar tudo aquilo que já disse sobre ele?
André Villas-Boas fala e é escrutinado. António Salvador exige a saída de Luciano Gonçalves. A própria FPF é agora confrontada com notícias sobre alegados pedidos internos de suspensão.
E um dos mais persistentes defensores públicos de Luciano Gonçalves continua sem uma resposta conhecida às perguntas que realmente importam.
O problema não é haver presidentes que falam demasiado de arbitragem.
O problema é haver jornalistas que ainda não fizeram as perguntas que este histórico exige.
E talvez esteja na altura de demonstrarem que não têm medo das respostas.
A primeira reação é: isto é paródia
Mas depois... se o clube os trata como extremamente estúpidos, porque não ser realidade e apenas mais um dos seus adeptos a fazer o típico e necessário papel de estúpido?
Comparando o que o ManCity e Barcelona fizeram com o que sporting e benfica fizeram em Portugal é uma brincadeira de crianças, porque o @FCPorto não se mexe junto da @UEFA como se mexeram Real Madrid e Man Utd para pedir justiça? @RuiPinto_FL ? @Diogo_Faria90 ?@FranciscoMarkes ?