An epic battle, Joao. And a hard-fought victory you deserve. Best of luck for the rest of the tournament and the incredible career you have ahead of you.
As for Paris… tu as mon coeur 🫶🏼
🇧🇷🏅🇺🇸 "Muito feliz. Vai lá para o meu estúdio onde eu faço meus vídeos no Texas", disse Eduardo Bolsonaro que também recebeu das mãos de Donald Trump, a tradicional medalha “challenge coin”.
Com o secretário de Estado dos EUA, @marcorubio 🇧🇷🤝🇺🇸
Seguimos fortalecendo relações internacionais, defendendo a liberdade, a democracia e os valores que unem milhões de brasileiros e americanos.
Quem é a senadora de esquerda delatada por Maurício Camisotti, que teria recebido mais de R$ 7 milhões do roubo contra aposentados e pensionistas?
Está na hora de o STF e a Polícia Federal baterem nessa porta.
O senador Flávio Bolsonaro encontrou nesta terça-feira, 26 de maio, o presidente Donald Trump na Casa Branca, em reunião realizada no Salão Oval.
Após o encontro, Flávio confirmou que discutiu diretamente com Trump o tema das “terras raras”, afirmando que o Brasil seria “a única alternativa à China para o mundo livre”.
Há semanas, Flávio vem defendendo um discurso voltado aos minerais críticos e à segurança estratégica dos Estados Unidos. Em abril, durante a CPAC no Texas, afirmou que o Brasil poderia se tornar um “fornecedor seguro e estável” de terras raras para os americanos.
Os EUA vivem hoje uma corrida global para reduzir a dependência da China em minerais estratégicos usados em semicondutores, inteligência artificial, baterias, satélites, armamentos e indústria militar. Atualmente, Pequim domina grande parte da cadeia global de refino e processamento desses elementos.
Relatórios internacionais apontam que o Brasil possui uma das maiores reservas conhecidas de terras raras do planeta, colocando o país no centro da disputa econômica entre Washington e Pequim.
O encontro ocorre poucas semanas após Lula discutir o mesmo tema com Trump na Casa Branca. Na ocasião, o presidente brasileiro afirmou que não pretende excluir a China e declarou que as reservas brasileiras estão abertas a investimentos “de qualquer país”.
Flávio Bolsonaro, porém, sinaliza uma linha oposta - aproximar o Brasil diretamente dos Estados Unidos e do bloco ocidental liderado por Washington. Já Lula mantém uma política fortemente alinhada a Pequim, ampliando acordos com o regime chinês e fortalecendo os BRICS.
Além das terras raras, Flávio afirmou ter pedido a Trump que PCC e Comando Vermelho sejam classificados pelos EUA como organizações terroristas internacionais.
O encontro desta terça mostra que a eleição brasileira de 2026 ultrapassa as fronteiras nacionais e se conecta diretamente à disputa global entre Estados Unidos e China por tecnologia, minerais estratégicos, segurança e influência geopolítica no século XXI.