@Rlkjn22 Ter 3 copas do mundo não muda porra nenhuma. O Cristiano é sem dúvidas o maior jogador da história da champions e não é o maior vencedor. Em copas do mundo se o Mbappe vencer essa ele já está individualmente acima do Pelé.
O Cristiano Ronaldo foi uma espécie de super-herói da minha pré-adolescência.
Enquanto muita gente era fã do Batman, Hulk, Homem-Aranha, eu só queria saber do Cristiano Ronaldo. Ligava a TV por causa dele, vibrava a cada jogo, comemorava cada gol, imitava cada comemoração, cada corte de cabelo, como se também fizesse parte daquela história.
Hoje sou adulto, chefe de família e ainda recordo esses momentos com uma nostalgia boa demais, até por isso sigo torcendo como se ainda fosse aquele menino encantado pelo futebol do pernudo com o cabelo de miojo, brinco na orelha e dente separado.
Percebo que ele não fez parte apenas da minha paixão pelo futebol, mas também de uma fase da minha vida que nunca mais vai voltar.
Talvez seja por isso que essa quase despedida pese tanto. Não é apenas o fim da carreira de um jogador, também será o encerramento de um capítulo da minha própria história.
A aproximação do fim me deixa extremamente triste. Comecei a acompanhar o Cristiano Ronaldo ainda na infância, passei pela adolescência e continuo acompanhando na fase adulta. Ele esteve presente, de alguma forma, em todas as etapas da minha história.
Será impossível criar essa mesma identificação por outro jogador no estágio atual da minha vida, porque aquele Alex que se encantou pelo Cristiano Ronaldo pela primeira vez também não existe mais. O tempo passou, nós dois mudamos, as prioridades mudaram.
O que permaneceu foi a honra e o respeito por tudo o que ele representou e por tudo o que ainda me proporciona. Talvez por isso eu continue aqui, nas trincheiras, e assim permanecerei até depois do fim. Porque sinto que ainda tenho o dever de espalhar a palavra CR7 até o meu último suspiro de vida, o defendendo dos covardes e desonestos que insistem em reescrever a sua brilhante história.
E mesmo assim, isso ainda seria pouco diante das incontáveis vezes em que ele me fez sorrir.
Cada vez que vestimos esta camisola, sentimos o mesmo orgulho, a mesma paixão e o mesmo sentido de responsabilidade do primeiro dia.
Amanhã começa um novo capítulo.
Trabalhámos muito para chegar a este momento e agora é altura de dar tudo pelo nosso País, e por todas as comunidades Portuguesas que nos apoiam aqui e em todo o mundo. Acreditem como nós! #VAIDARPORTUGAL
Bom, vamos lá explicar pq envolve futebol e política.
Não é apenas aparente: realmente existe um descontentamento de muitos africanos em relação à África do Sul pela forma como parte dos sul-africanos trata os imigrantes africanos que vão ao país em busca de uma vida melhor.
Apesar de ser a maior economia da África, a África do Sul enfrenta um grave problema estrutural: a alta taxa de desemprego, que historicamente gira em torno de 25% a 27%, uma das mais altas do mundo, sendo uma das consequências deixadas pelo apartheid.
Com isso, muitos sul-africanos pobres acreditam que os imigrantes competem com eles por empregos ou aceitam trabalhar por salários menores, o que pressionaria os salários para baixo.
No que isso resulta? Xenofobia.
Há cerca de 18 anos ocorrem protestos violentos contra estrangeiros africanos, que resultam na depredação de lojas pertencentes a imigrantes e até mesmo em mortes. Recentemente, cinco cidadãos moçambicanos foram mortos no início deste mês.
Governos de outros países africanos têm cobrado do Estado sul-africano respostas e medidas mais eficazes para conter o recrudescimento da xenofobia no país.
Por isso, muitos africanos não apoiarão a África do Sul e torcerão contra nesta Copa do Mundo, pois entendem que a xenofobia está exacerbada no país. Portanto, não esperem o nosso apoio aos Bafana Bafana.
@marcusarboes Como o 7 x 1 não deu essa resposta?... jesus amado tem que ser muito tonto pra achar isso. Único técnico brasileiro nesses últimos 12 anos bom taticamente é o Felipe luis.
Fim da escala 6x1 aprovada na Câmara. O congresso inimigo do povo, cheio de bandidos, marginais e criminosos, não resistiu à pressão popular. É preciso cuidado com o Senado e não aceitar qualquer período de transição. Fim já e seguir na luta por 30h de jornada de trabalho!