🚨 SENADO INIMIGO DO TRABALHADOR
Até agora, nenhum dos 40 senadores que assinaram a PEC que cria a escala 7x0 retirou sua assinatura.
Aliás, a PEC ganhou MAIS UMA assinatura, a da senadora Ivete da Silveira (MDB - SC).
A turma do Flávio Bolsonaro está atacando os trabalhadores que pagam o salário de cada político deste país.
A turma do Flávio Bolsonaro está dizendo abertamente que, se o povo tentar se libertar da humilhação da escala 6x1, eles vão aprovar o dobro de exploração.
Agora, a PEC da Escala 7x0 conta com o apoio de 41 senadores. Mais do que a metade do Senado está se posicionando contra o fim da escala 6x1 e a favor do fim dos direitos trabalhistas conquistados durante décadas de luta.
Por isso, precisamos pressionar ainda mais. Precisamos lembrar os senadores que é o povo quem manda neste país, e que se depender do povo, senador que vota contra o trabalhador é senador que vai ficar DESEMPREGADO.
🚨 URGENTE! ATAQUE AOS TRABALHADORES!
176 deputados da direita acabam de apresentar uma proposta que IMPEDE o fim da escala 6x1 até 2036.
Além disso, essa proposta cria jornadas de trabalho de até 52 HORAS SEMANAIS.
Os deputados de São Paulo que assinaram a proposta foram 👇🏽
- Pr. Marco Feliciano, PL
- Delegado Paulo Bilynskyj, PL
- Missionário José Olimpio, PL
- Vinicius Carvalho, PL
- Mario Frias, PL
- Rosangela Moro, PL
- Jefferson Campos, PL
- Luiz Philippe de Orleans e Bragança, PL
- Adilson Barroso, PL
- Adriana Ventura, NOVO
- Ricardo Salles, NOVO
- Marangoni, PODEMOS
- Renata Abreu, PODEMOS
- Simone Marquetto, PP
- Mauricio Neves, PP
- Vitor Lippi, PSD
- Celso Russomanno, REPUBLICANOS
- Arnaldo Jardim, CIDADANIA
- Baleia Rossi, MDB
🚨 Agora! Corinthians é denunciado pelo STJD e pode ser punido por 3 situações referentes ao jogo contra o Vasco:
• Por um torcedor ter cuspido na arbitragem
• Pela ausência de bolas nos suportes atrás do gol
• Pela exibição da frase "Itaquera virou baile", entendida como uma provocação ao Vasco
🗞️ @_sccpnews
📸 Felipe Belli/SCCP News
@firerediario Diga parte 2 da fresno é absurda, underforgiven II do Metallica é braba de mais... Favela vive 5 do ADL é monstruosa, calma que não dá pra levar ao pé da letra
Mi mejor amigo dejó de invitarme a salir.
Yo tengo 32.
Él 33.
Antes nos veíamos cada semana.
Fútbol.
Cerveza.
Conversaciones largas.
Éramos constantes.
Nunca discutimos.
Nunca hubo traición.
Nunca pasó algo grave.
Solo… dejamos de coincidir.
O eso creía.
—Estoy ocupado —le decía cuando me escribía.
Trabajo.
Cansancio.
Planes con mi pareja.
Siempre había una razón.
—La próxima —agregaba.
La próxima casi nunca llegaba.
Con el tiempo dejó de insistir.
Al principio ni lo noté.
Luego vi sus historias.
Salía.
Se reunía.
Se veía igual de siempre.
Pero sin mí.
Un día me lo encontré por casualidad.
—¡Tiempo sin verte! —le dije.
Sonrió.
Pero diferente.
—Sí, bastante.
Silencio incómodo.
—Deberíamos salir un día —propuse.
Asintió.
—Claro.
No sonó real.
Antes de irse dijo algo que me dejó pensando.
—Avísame cuando puedas… de verdad.
Esa última parte pesó.
Esa noche revisé el chat.
Decenas de mensajes suyos.
Invitaciones.
Planes.
Y mis respuestas.
“Hoy no puedo.”
“Estoy cansado.”
“Luego.”
Siempre “luego”.
Nunca “sí”.
Pasaron los días.
No le escribí.
No supe qué decir.
Hasta que vi algo.
Una foto.
Él celebrando su cumpleaños.
Rodeado de gente.
Sonriendo.
Yo no estaba.
Ni siquiera sabía que lo había celebrado.
Sentí un vacío extraño.
No de enojo.
De reemplazo.
Mientras miraba la foto entendí algo que nadie te dice:
Las amistades no se rompen de golpe.
Se desgastan cada vez que eliges no estar.
Y llega un punto donde ya no te dejan de invitar por orgullo…
sino porque aprendieron a hacer planes sin contarte.