Pra quem não sabe, o Fourth é filho dos PondPhuwin (sim, o Phuwin pariu) e o Gemini é o genro, mas eles o tratam como filho. Já o PermPoon é o caçula dos PondPhuwin, irmão do Fourth. E essa é a família tradicional tailandesa descrita pela Bíblia.
POSIÇÃO EDITORIAL
Até 310 milhões de meninos sofreram estupro durante a infância. Quando falamos de meninas, o número ultrapassa 370 milhões. Das mulheres vivas hoje, 1 em cada 8 sofreram estupro antes dos 18 anos. Estes são dados da UNICEF.
Desde o início, quando ainda não havia qualquer informação sobre o caso do Psi, fomos nós a plataforma internacional a dar visibilidade ao caso. Quando não havia nem mesmo uma única pessoa em defesa dele, nós traduzimos, em lágrimas, tudo que ele relatou. Algo que doeu profundamente, em todos os sentidos, por questões e traumas pessoais que, apesar da coragem de Psi, ultrapassam a coragem de quem escreve este texto.
Foram horríveis todas as desculpas que, em nenhum momento, se voltaram pra vítima de verdade. Horrível o timing de uma companhia que decidiu, após um dia de tudo o que aconteceu, liberar um anúncio de estreia. E horrível todos aqueles artistas e não artistas que, mesmo diante do áudio exposto, continuaram a apoiar Mild e Pi Scott.
Dentro do jornalismo, existe uma diferença entre noticiar e promover algo. Nunca promoveríamos nada do qual alguém dentro do projeto poderia estar, de alguma forma, direta ou indiretamente, apoiando pessoas ligadas a um estuprador. O papel de uma notícia, por outro lado, é informar e permitir que o público desenvolva uma visão crítica sobre aquilo que lê. Ainda assim, nossos valores precisam ser visíveis a todos para mostrar aquilo que realmente defendemos. Estamos deixando de noticiar qualquer produção da qual os membros envolvidos estejam, ainda, do lado de quem apoia e acoberta um caso de violência sexual. Nada nem ninguém pode estar acima da vítima.
No início deste texto, trouxemos dados e mostramos que, mesmo quando ainda não havia nada internacionalmente, buscamos e levamos essas informações até vocês. A desculpa de que não houve informação por parte de qualquer pessoa na Tailândia, não é nem um pouco razoável.
Não há como, do outro lado do mundo, nós termos acesso aos acontecimentos enquanto, na própria Tailândia, um dos maiores casos midiáticos dos últimos tempos envolvendo uma família poderosa, não tenha chegado aos artistas e outras figuras públicas. Sendo coberto durante todo o dia na TV, sendo o assunto mais comentado do Twitter, e com centenas de matérias online publicadas.
Não vamos dizer que esperamos que os artistas tomem mais cuidado ao usar as redes sociais, até porque isso é regra comum para qualquer pessoa na internet. Como figuras públicas, mundialmente conhecidas e, com uma base gigante de fãs, seu compromisso deve ser maior. O que nós esperamos, de verdade, é que eles usem esse espaço para apoiar a vítima, para promover a conscientização acerca da violência sexual na infância, adolescência, na vida adulta e, que apoiem diretamente instituições e ONGs que realizem trabalhos em prol da comunidade LGBTQIAP+ e pessoas que sofreram violência em algum momento da vida.
Temos orgulho de que, por meio do HUB Awards e do apoio dos fãs, conseguimos doar 2.250 dólares para uma instituição que acolhe pessoas LGBTQIAP+ expulsas de casa por serem queers, com moradia, alimentação e atendimento psico-social. Então, por que aqueles que interpretam narrativas LGBTQIAP+ e cuja carreira e ganhos financeiros (leia-se muito, mas muito dinheiro mesmo) é baseado nisso, não conseguem realizar uma doação ou promover iniciativas semelhantes? Ser uma pessoa boa e agir com responsabilidade é o mínimo esperado de qualquer cidadão. Devemos esperar mais ação, e ações concretas.
Essa é a nossa posição. Até que os mesmos se desculpem diretamente com a vítima, assumam seus erros, deixem de apoiar o lado acusado e demonstrem atitudes concretas em apoio a pessoas que sofrem violência todos os dias.
Sempre do lado da vítima.
BoysLove Hub
14/05/2026
Esperando alguém fazer uma “AU” em que o Phuwin tem um piercing na barriga, e o Pond tem uma certa obsessão por ele. Então, ele descobre que o Phuwin gosta de certas coisas.
#PondPhuwin au - Gelo e Fogo
Pond é o capitão do time de Hockey da sua universidade, muito desejado, muito visto, e sempre sendo holofote por onde passa. Desde que sua irmã mais velha Namtan o apresentou o gelo ele nunca mais quis sair de lá.
E foi lá que ele conheceu Phuwin+
[ #phuwintang ]
Em 2022, uma fã disse ao Phuwin que não consegue viver sem ele. E ele respondeu:
🐼: “Se você não consegue viver sem mim, então me ajude a carregar o peso também quando eu cair.”
Isso nunca saiu da minha cabeça.
Porque essa resposta não é sobre dependência, é sobre responsabilidade emocional. É sobre lembrar que, por trás da imagem que muita gente consome, existe uma pessoa real — que sente, que cansa, que também precisa de apoio.
Ultimamente, eu tenho visto muitas pessoas falando coisas cruéis sobre o Phuwin. Criam uma versão dele que simplesmente não bate com a realidade. E não, isso não significa que ele é perfeito. Mas também não significa que ele merece ser reduzido a narrativas distorcidas ou julgamentos rasos.
Quando eu olho pra ele, eu vejo um jovem crescendo no tempo dele. Alguém gentil, esforçado, cuidadoso e que claramente se importa com o que faz e com as pessoas ao redor. E antes que alguém diga: “ah, mas essa é a sua opinião”
Sim. Mas pelo menos é uma opinião construída observando, acompanhando e tentando entender. Não espalhando ódio por impulso.
Nem toda crítica é hate, isso é verdade, mas muita gente nem tenta diferenciar. Só repete, aumenta, distorce e transforma pessoas reais em alvos fáceis.
Então fica aqui uma dica:
Antes de acreditar em tudo que dizem sobre alguém, procure você mesmo. Pesquise, observe e tire suas próprias conclusões.
Porque, às vezes, quando você faz isso pode descobrir alguém com uma alma bonita, que só está tentando fazer o seu melhor — mesmo quando isso pesa mais do que deveria. 💔
cr.v. Pinkpearlxy