@elikatakimoto Uma vez que você percebe o padrão, o interesse vai embora e a vontade dá lugar ao desânimo.
Não é implicância, é sensação de ser feito de idiota.
E isso muda tudo.
tive o seguinte diálogo com uma marcenaria:
- preciso do orçamento pra esse projeto em anexo
- claro, ficou xx valor
*achei muito barato e desconfiei*
- você me confirma que está igual ao projeto?
- não, se quiser igual ao projeto o valor muda
Boa. Agora a verdade, com testemunhas.
Acho que só liguei pra ele mesmo , que me recorde, no início do governo Bolsonaro para avisar que eu tinha percebido a criação de um “gabinete do ódio” e que ele poderia ser atacado, para ficar atento. O considerava um comunicador independente e, assim como outros, fiz isso. Na época, ele nem foi atacado pelos bolsonaristas a princípio e nem me defendeu no início quando começaram a me atacar, e eu também não o cobrei por isso (diferente do que ele faz hoje). Tudo certo. Eu realmente só quis avisa-lo. Depois quando ele também passou a ser atacado, aí sim ele começou a se voltar contra eles e vir mais pro nosso lado da trincheira .
Depois, ele forçou intimidade criando um grupo comigo, o @aguedescartoon e o Rox. Eu até interagi um pouco, mas não gosto de grupos e saí. Eu era só chegado de verdade do André nesse grupo. Em seguida, criou outro grupo só comigo, ele e o @aguedescartoon; por educação, fiquei, embora eu fosse o que menos interagia ali.
Às vezes eu aparecia no grupo reclamando da vida, como amigos fazem. Reclamávamos de trabalhos, de cotidiano, fazíamos fofocas, ríamos. Coisa que todo mundo faz com amigos.
Ele vivia pedindo pauta pra mim e pro André, perguntava sobre livros que eu lia e depois repetia meus insights no canal dele como se fossem dele (rs rs). Ele falava de livros que eu li como se ele tivesse lido e filmes que eu assisti e mostrava as cenas como se ele tivesse visto e pensado naquilo! Hahahahah! Lembro que um dia o Allan dos Santos disse que o Nando pedia insights pra ele e repetia no canal como se fosse dele o pensamento. Nisso eu acredito , pois é o que ele fazia comigo e fazia o mesmo com ideias do André Guedes. Várias coisas que ele falava no canal essa época eram coisa que eu e André falávamos em nossas conversas nesse grupo. Ele falava como se fossem insights dele rs rs
Eu achava que aquilo era um grupo de amigos, onde reclamávamos da vida e de política. Até o dia em que ele começou a brigar com o MBL e disse que eu e o André NÃO deveríamos nos meter.
Respeitamos.
Depois, ele apareceu um dia e afirmou que o MBL estava atacando a família dele. Isso me irritou, porque pra mim atacar família é coisa que nem bandido faz. Chamei o @RenanSantosMBL e o @renato_battista em particular (como homem de verdade deve fazer, certo?) e falei que isso era sujo. Disse pra eles em particular que até a máfia italiana sabia que com parente não se mexe.
Foi aí que eles me mostraram que o próprio Nando já tinha atacado parentes deles e de várias outras pessoas no passado. Família que não era política nem pública. Vi pela cronologia que era real e tirei as minhas conclusões.
Mandei áudio pro Nando dizendo que havia exageros dos dois lados. Ele não gostou. Falei também que ele atacava o Kim, que nunca fez nada contra ele e até aceitou ser testemunha a favor dele. Ele não gostou da conversa franca.
Foi aí que veio o drama: ele disse que ia passar o celular pra um tal de Vini e não falar mais. Parou de falar comigo e André e me ligou pedindo pra eu fugir de oficial de justiça e não testemunhar mais.
Depois disso ele sumiu. Ele fez a tal “pausa dramática” rs rs
Se você lê e se interessa sobre psicologia sabe que esse é o típico comportamento narcisista chamado de “tratamento de silêncio”. Confesso que senti foi alívio.
Mais tarde voltou passivo-agressivo, como se não tivesse pedido pra gente não se meter e como se não tivéssemos falado em particular sobre os exageros dessa briga.
Cada dia mais subia o tom contra nós. A narrativa virou que eu e o André éramos cúmplices de crimes e somos pagos pelo MBL para não criticá-los.
Ele iniciou as ilações e quando é respondido à altura se vitimiza.
Todo dia desde então ele nos acusa de sermos cúmplices de crime. E até hoje não sabemos ao certo que crime é esse que somos cúmplices.
Deve ser o crime de não ter comido o cu dele.
HAAHAHHAAHHAHHHAHAH
People without children often hear this line as judgment. It is not. It is simply truth, said softly.
You can live a full life without a child. You can travel, build, earn, heal, and enjoy freedom. All of that is real. But there is a dimension you will never touch until you become responsible for a life that exists because of you.
A child changes the axis of time.
Suddenly, the future is not abstract. It has a face, a voice, and tiny hands holding your finger.
You learn a kind of love that is not romantic, not transactional, not conditional. A love that shows up even when you are tired, broke, scared, or failing. A love that humbles you daily and strengthens you quietly.
You start measuring success differently.
Not by applause. Not by money.
But by whether you are becoming someone your child can feel safe with and proud of.
Children force growth. They expose your impatience, your selfishness, your unresolved wounds. And then they give you a reason to fix them. Not tomorrow. Today.
Legacy stops being a word and becomes a responsibility.
You realize you are not just living your life.
You are shaping a human who will walk the world long after you are gone.
People without children are not missing happiness.
They are missing this specific depth of meaning.
And you do not know it is missing
until it arrives.
@ZanfaVive Eu apertando uma vez: puts o Zanfa me trollou.
Eu apertando mais uma vez: o desgraçado me trollou de novo.
Eu apertando de novo: o Zanfa é burro pra caralho.