Quem foi cúmplice de 27 anos de ditadura chavista na Venezuela (com violação de direitos humanos, fraudes eleitorais e esquemas de suborno envolvendo empreiteiras e marqueteiros) não tem legitimidade moral para criticar a ação militar dos EUA.
Aos demais, o tema está em debate.
O cara que defendia arma pro cidadão se proteger e se defender nunca atirou em ninguém que pensava diferente dele. Quem atirou foi o cara que era contra armas. Mas extremista foi quem tomou o tiro, não quem deu.
Era uma vez um país que naturalizou relatos de chantagens de juízes da Suprema Corte, com ameaças de avanço de investigações e processos pendentes contra deputados e senadores, caso abram impeachment contra um deles.
O mesmo país que naturalizou corrupção com emenda parlamentar.