As sanções inéditas usadas como arma pelo Ocidente contra a Rússia vão acelerar mudanças profundas em curso na ordem econômica global e colocam a supremacia do dólar em xeque. Leia abaixo:
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Bolsonaro tem primeira recuperação importante nas pesquisas após surtirem efeito medidas direcionadas aos mais pobres. Muitas colocam a economia em risco em 2023, com mais inflação e desordem fiscal.
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O Auxílio Brasil perseguido por Bolsonaro atingirá de modo focalizado boa parte dos eleitores que hoje não querem reeleger o presidente e que dão o triplo de vantagem a Lula: os mais pobres, os nordestinos e os desempregados.
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Bolsonaro recusou vacinas da Pfizer em 2020 à metade do preço pago por EUA, Reino Unido e União Europeia. Consideradas caras em agosto de 2020 por Pazuello, até 70 milhões de doses da Pfizer poderiam ter sido entregues a partir de dezembro por US$ 10 cada.
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"CUSTO BOLSONARO" COBRA SEU PREÇO
Jair Bolsonaro faz o Brasil reviver o insólito cenário de forte aceleração da inflação com queda da atividade econômica. A estagflação" a principal marca do pré-impeachment de Dilma Rousseff. https://t.co/bKFSKhkALi
100 milhões de brasileiros não têm coleta de esgoto. Outros 35 milhões, sequer água tratada. O novo Marco do Saneamento pode revolucionar o setor. Jerson Kelman, ex-presidente da Sabesp e ex-diretor da Agência Nacional de Águas, dá uma aula sobre o tema.
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Em entrevista, Thomas Piketty fala da "ideologia dominante" que mantém a desigualdade em alta, de como os eleitores de Bolsonaro deveriam mudar sua visão de mundo e sobre o PT, que distribuiu renda, mas não perseguiu uma taxação mais progressiva.
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PAÍS DOS PRIVILÉGIOS
Concentração de renda e pobreza no Brasil têm várias vertentes, da herança escravocrata e mandonismos regionais ao patrimonialismo e atrasos na economia. O Brasil é o último capítulo da série Desigualdade Global da Folha. https://t.co/S1n4l1HF53
O PIOR DO MUNDO
Vídeo curto e aberto no youtube sobre a desigualdade de renda na África do Sul. Mesmo após o fim do apartheid, a concentração aumentou.
Assista e compartilhe:
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A África do Sul é o lugar mais desigual do mundo. Os 10% no topo concentram 2/3 da renda disponível. Isso foi provocado pela força da lei e da violência do Estado durante o apartheid. 25 anos desde o fim do regime não mudaram as coisas.
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Mais um vídeo aberto no youtube do projeto Desigualdade Global. No site da Folha de S.Paulo no youtube, assista também vídeos sobre Europa e Estados Unidos.
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CHINA E O FIM DA MISÉRIA
Com 2/3 da população global, a Ásia é a região que mais tem retirado pessoas da extrema pobreza nos últimos 40 anos. A China promete acabar com a miséria até o final de 2020. No terceiro capítulo da série Desigualdade Global:
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Podcast Café da Manhã sobre o terceiro capítulo da série Desigualdade Global, da Folha. China promete acabar com a miséria em 2020.
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