Queria falar de um assunto longo e acabei fazendo um vídeo de 30 minutos, chamado Escape da Hipnose de Tripla Camada do Demônio. Criei esse canal para quando eu quiser falar desses assuntos mais longos, então se inscreva! https://t.co/l6QJN0NjKT
Há uma confusão sobre como o cristão deve agir com o dinheiro.
Aos que são chamados para um grau maior de perfeição, Jesus ordena que vendam suas coisas, doem aos pobres, e o sigam. Quem são estes? Hoje são os monges, freiras, padres, que não terão filhos carnais, não precisarão sustentar financeiramente ninguém, e por isso podem se desamarrar do mundo para que mais livremente contemplem as coisas divinas.
Qual a confusão? Aplicar isso para os que têm o dom do casamento, dom também belíssimo, mas que vive sob outras regras. Não seria ridículo vender tudo o que temos e então deixar nossos filhos passarem fome? Deus nunca aprovaria isso.
E aos que vivem sob o dom do casamento, muitas dificuldades carnais surgem, como Paulo avisa. Assim como grandiosas dificuldades espirituais surgem aos monges e freiras (e por isso precisam se desatar do mundo, pois ninguém suportaria essas dificuldades espirituais ao mesmo tempo em que suporta as dificuldades do mundo).
E então dizem ser pecado ao pobre querer um carro para evitar o terrível transporte público. Dizem ser pecado querer comprar uma casa para sair do ciclo mortal do aluguel. Dizem ser pecado querer colocar os filhos na escola particular. Nada disso.
Você lutar por conforto temporal para que sua família possa ter tranquilidade de buscar as coisas de Deus de modo nenhum é pecado. O dinheiro é uma ferramenta, e quando direcionado ao bom uso, como o bem comum da família, não é pecado.
Mas é pecado amar o dinheiro, amar o luxo desnecessário, se deliciar com a ideia de comprar itens de luxo caríssimos só pra ostentar uma marca. Isso sim é pecado. Mas lutar pra sair do perrengue e dar tranquilidade à sua família não é pecado: é um dever.
Na porta do Céu, não é o Estado que vai ser julgado, é você.
E Jesus vai perguntar: “Onde você estava quando eu passava fome e necessidade no Rio Grande do Sul?”
Um dia, eu espero poder contar para vocês o que essa mulher está fazendo pelo RS. Os pedidos de ajuda e logística que ela posta em suas redes para gerar conectividade não são um milésimo do que ela está fazendo e não mostra - pq ela está ocupada em ajudar.
Ela não sabe dessa minha postagem. E aqui, permito-me cometer uma pequena indiscrição e postar uma minúscula parte de nossas conversas. Um dia, lá na frente, as pessoas conhecerão a malha de mãos e recursos que ela mobilizou através da sua empresa e dos incríveis funcionários em POA que se revezam para que a ajuda esteja de pé 24h por dia.
Renata Barreto é minha irmã de alma, e é uma honra poder falar isso. Sou testemunha das noites sem dormir, do choro nos áudios pela emoção de uma ação que deu certo, pela apreensão de algum resgate ou pela indignação com a burocracia estatal atrapalhando. E ainda há os inúteis que não fazem nada por ninguém e insistem em difamar sua índole.
Renata já conectou centenas de pessoas e ligou para o mundo; de CEOs e donos de bancos e empresas, passando pelo presidente do BC para tentar acelerar a liberação de grandes quantias que estão indo DIRETAMENTE para quem está socorrendo o povo gaúcho na linha frente, até pequenos mecânicos para o conserto de barcos e jet-skis. Seu sócio, Lucas Ferraz, e o diretor de operações, Ubiratan Benedetti, têm trazido socorro rápido em dezenas de áreas afetadas. NADA DE GOVERNO. Nada. E todas as contas prestadas e divulgadas.
Homens, mulheres, idosos, crianças, bebês, animais… muito está sendo feito pelas mãos dessa mulher. Renata não precisa de defesa ou alguém que fale por ela. Mas eu precisava vir aqui. Um dia quem sabe, depois de tudo isso amenizado, eu conto essa história. Força, minha amiga. Força, RS. Deus está com vcs.
Por favor, continuem doando. A Revista Oeste está repassando boa parte do que arrecadamos para quem está precisando de ajuda IMEDIATA.
A sociedade civil levantará o RS, sem governos, sem políticos, sem sindicatos - o povo pelo povo:
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