Quão sinceros costumamos ser quando nos referimos a nós mesmos?
Relatar a própria história é um exercício de extremos: ou ele nos edifica, ou não serve para absolutamente nada.
O teste definitivo da grandeza é a coragem de reconhecer publicamente o que nos faz pequenos.
No âmago de uma convicção resoluta, há sempre arrogância e imaturidade.
Nossa caminhada terrena é um permanente desafio aos nossos juízos.
Um desafio que desconstrói os julgamentos que nos limitam e constrói as pontes que precisamos atravessar no caminho da evolução.
Pablo Picasso disse que “arte é a eliminação do desnecessário". Da mesma forma, creio que um estilo de vida verdadeiramente rico e próspero possa ser percebido como uma arte: a arte de eliminar os excessos e de contentar-se, mesmo quando em busca de algo maior.
Ser rico é ter o suficiente a partir de suas próprias medidas - quaisquer que sejam elas. Dito isto, se você acredita que nunca terá o suficiente, certamente nunca será rico. Portanto, ser rico significa saber quanto é o suficiente.
Clarice tinha uma maneira especial de enxergar o mundo e uma capacidade única de traduzi-lo em palavras.
Textos como esse são como belas pinturas: é preciso passar um tempo admirando-os e absorvendo sua mensagem.
"Todos têm direito de desenvolver as próprias opiniões, mas ninguém tem direito de criar os próprios fatos."
- Pat Moynihan
Que a humanidade não se esqueça disso.
Ironicamente, a maioria daqueles que argumentam acerca de supostos ataques à democracia o fazem numa infantil e perniciosa tentativa de ataque a quem de fato reconhece - e se submete - à lei e aos princípios que a sustentam.
Não sejamos como muitos dos governantes que, independentemente do espectro político que representam, parecem ter perdido os escrúpulos irremediavelmente. Sondemos nossa mente e coração em busca de uma compreensão elevada do que julgamos correto, puro, verdadeiro e bom.