O debate da Band foi uma tragédia para a política, para o país, para o processo eleitoral, para a emissora e para Eduardo e Adriana. Os dois ótimos e experientes jornalistas não tiveram pulso para conter o ímpeto de moleque, de cafajeste, de canalha miliciano que Flávio Bolsonaro tem. Essa é a natureza dele. É a natureza do vagabundo do Pablo Marçal, coach dele. O filho do presidiário golpista, Jair Bolsonaro, desonrou a instituição presidência da República ao se recusar a responder a perguntas objetivas e ao desrespeitar o seu antagonista. A Band pareceu editorialmente comprometida com a campanha do PL, pois só reagiu no final às cafajestadas do moleque Bolsonaro.
Flávio prometeu congelar a dívida dos brasileiros por 6 meses. O saldo devedor de pessoa física é algo em torno de R$4,7 trilhão, pessoa jurídica de R$2,7 trilhão, isso significa 58% do PIB do país.
Flávio prometeu quebrar o Brasil em um semestre!
CORAGEM, FLÁVIO! FIM DO
DO SIGILO JÁ!
Está feito o desafio: Lula e Flávio abrem seus respectivos sigilos.
Mantenho o outro: Flávio e Eduardo abrem seus respectivos sigilos das conversas com Vorcaro.
Pela primeira vez na história, um Presidente desafia um oponente a abrir todo o sigilo bancário e telefônico dele e de toda a família para o povo.
Flavio Bolsonaro se recusou.
Fim.
Essa proposta de abrir o sigilo é muito boa. Um bandido miliciano como Flávio Bolsonaro é incapaz de fazer. Ele tem uma semana pra mostrar suas contas e transações
pro Brasil.
A postura de deboche, desrespeito e uma linguagem corporal de gangster, demonstrados por Flávio Bolsonaro neste debate, talvez seja o marco mais negativo do debate eleitoral em décadas.